HaDérech (הדרך), O Caminho ✡ Direção segura: a Torá por Yeshua.

Restaurando a Igreja do Século I: amor, poder, identidade, LEI, dons e governo.

Sola Scriptura

O que restaurar da Igreja do Primeiro Século? Grande Debate! Você judeu, não-judeu (gentio) participe!

O que restaurar da Igreja do Primeiro Século?


Equilíbrio é a palavra de ordem. Os extremos são perigosos.


O retorno ao estudo sistemático da Toráh (do hebraico תּוֹרָה, significando instrução, apontamento, lei) ou Pentateuco conhecido como Parashá cuja essência é santificação, prática de estudos adotada pelo escriba Esdras e o governador Neemias após o retorno a Israel do exílio da Babilônia (445/444 a.C.) quando reorganizaram o povo e prescreveram que a Torá fosse lida em público e as passagens traduzidas e comentadas em aramaico, parece ser fundamental no combate às heresias e apostasias muito em voga em nossos dias.´


Além dos Dez Mandamentos, há também na Torá, leis éticas, alimentares, sociais, higiênicas, trabalhistas, etc., que em seu conjunto proporcionam melhor qualidade da fé e de vida. Esta sim, foi a maior perda e revés de todos os tempos sofrido pelos cristãos ao cessarem o estudo sistemático da Torá já nos primórdios do cristianismo em que tinha a participação efetiva da Igreja Primitiva.


"...porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás..." (Rm. 7:7); "E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." (Rm. 7:12); "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;..." Hebreus 2:14.


Das leis judaicas, o I Concílio de Jerusalém (At. 15:29) definiu quatro leis para os gentios observarem: "Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição...". Mas será se é só isso? Há quem diga que outras leis não foram citadas porque já fazia parte da prática e cultura dos gentios crentes da Igreja do Século I como a guarda do sábado mudada para o domingo por ordem papal no Século IV.


Acréscimo em função da postagem do Sr. Carlos R. Cavalcanti: A Igreja Cristã a partir do século IV reconhece que mudaram o dia do Senhor de sábado para o domingo por meio de muitos Concílios como o de Laodicéia ( ano 336d.C.) após o Imperador Constantino ter pedido a “Venerablis Die Solis” ( O venerável Dia do Sol). Não precisa falar muito, pesquise na internet.


Grande debate aberto a judeus messiânicos/nazarenos e cristãos a nível das ideologias, sem ofensas pessoais.


"Voltando à Igreja do I Século.


"A Igreja Cristã rumo à Igreja do Primeiro Século.(Jo. 14: 27)



Grande Debate – O que restaurar da Igreja do Primeiro Século acontecendo paralelamente no forum Yeshua Chai com a participação de judeus . Participe clicando aqui ou seguindo o caminho: www.yeshuachai.com, clique em Forum, depois em Soando o Shofar e depois em O que restaurar da Igreja do Primeiro Século? Grande Debate!


CONCLUSÃO preliminar até a esse ponto do debate no Forum Yeshua Chai!
» 28 Ago 2009 10:47

YA'AKOV TSUR escreveu:

Ao invés de ficarem inventando religiões, criando denominações, pq não se submetem às Leis de Noach? O mundo seria muito mais justo e digno, e talvez nós judeus estaríamos cumprindo o nosso papel de ser Luz para as Nações.

Berakhot !!!

________________________________________________________
Conclusão 'embrionária' ...até a esse ponto do debate.

Gostaria de conhecer a opinião de todos aqui sobre essa minha conclusão inicial. Cada um comente, acrescente ou tire da lista abaixo o que lhe convier. "Eu, o SENHOR, te chamei (...) para luz dos gentios." (Is. 42:6)

O que restaurar da Igreja do Primeiro Século quanto aos gentios?

1º) Não conversão obrigatória dos gentios crentes em Yeshua ao judaísmo (Atos 15:24);

2º) Retorno do estudo sistemático da Lei de D'us (que aponta o pecado) como fazem os judeus com as parashiot todos os sábados, estudo esse abandonado pelos cristãos no Século II com a teologia da substituição, causa das heresias e apostasias pelo relativismo humano. Essa prática de estudos da Torá foi adotada ou retomada pelo escriba Esdras e o governador Neemias após o retorno a Israel do exílio da Babilônia (445/444 a.C.) quando reorganizaram o povo e prescreveram que a Torá fosse lida em público e as passagens traduzidas e comentadas em aramaico.

O que estudar e colocar em prática da Lei de D'us? Para a qualidade da fé: 1º) As Leis Noéticas; 2º) Os Dez Mandamentos; 3º) Os 4 preceitos do I Concílio de Jerusalém (At.15:29) e 4º) De todas as 613 Mitsvot (Mandamentos) da Torah (instrução, ensino), os mandamentos que podem ser colocados em prática também pelos gentios e que contribuem para uma melhor qualidade da fé e de vida como as leis éticas, alimentares, sociais, higiênicas, trabalhistas, etc.;

3º) Reavivamento de Atos dos Apóstolos com o Batismo com ou no Espírito Santo (Atos 2:39), a conceção e prática dos nove dons espirituais na Igreja (I Cor. 12:8-11) pela busca (oração), é obvio, e seu uso com a ordem e decência prescrita por Shaul (Paulo) em I Cor. 14 para que a Igreja funcione como Corpo de Cristo e Cristo como o Cabeça da qual emana as orientações para o Corpo por meio do Espírito Santo. Sobre esse assunto veja os dois tópicos: Batismo c/ Espírito Santo, 9 dons espirituais, 5 Ministérios e Yeshua (Jesus), Cabeça da Igreja. Igreja, Corpo de Yeshua. De Cristo para cá, encerrou-se o ministério de profeta e iniciou-se a Obra do Espírito Santo. "Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito." (João 14:26). O Espírito Santo nos ensina todas as coisas e nos lembra de tudo que Cristo disse por meio dos dons espirituais. Maranata! O Senhor Jesus vem como o Leão da Tribo de Judá! Glória a D'us!

Outras tantas questões polêmicas como trindade, por exemplo, vão sendo debeladas com o tempo a partir da implementação desses três pontos fundamentais acima.

A Igreja Evangélica Brasileira (em crise) de uma perspectiva judaico-cristã.

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Respostas a este tópico

Bem, infelizmente não temos nenhum Sr. Solano Portela aqui no fórum, mas, se ele estivesse por aqui, eu teria o maior prazer de ensiná-lo o que significa “SHABAT” em hebraico.

Por falta de conhecimento do idioma hebraico, o autor diz que a palavra “SHABAT” significa descanso.

Isso é normal no meio cristão, pois, se apegam tanto à tradução que acabam distorcendo o significado correto da palavra.

Tais afirmações do tipo, trazem contradições bíblicas, abrindo brecha aos críticos e ateus de plantão.

Traduções ridículas do tipo “D-us se arrependeu de ter feito o homem” e “e D-us descansou no sétimo dia”, são utilizadas por ateus para desmerecer a bíblia.

Infelizmente não posso discordar deles, pois, essa tradução é no mínimo ridícula.


Ensinemos aos “teólogos” a origem da palavra “SHABAT”

Para falar a verdade, eu não gosto de ensinar a essas pessoas, eu prefiro deixá-los na ignorância, para continuarem passando vergonha diante dos ateus.
Eu poderia ensinar sobre várias “contradições” , que na verdade não existem, mas, prefiro não ensinar.

Vou falar sobre o assunto aqui, mas, não quero ficar ensinando muito a essas pessoas.

Aqueles que não sabem hebraico, acham que a palavra “SHABAT” significa “descansar”, e criam uma contradição teológica, pois, dessa maneira dizem que D-us se cansou.

A palavra “Shabat” vem do verbo “Lishbot”, que significa, parar um serviço, trabalho, obra.

Uma palavra em hebraico que é da mesma raiz de “Shabat” é a palavra “Shevitah”, que significa “Greve ou Sessação de Serviço”.
“Greve” é a sessação de trabalho,obra, serviço.

O verbo para “descansar” é o verbo “Lanuach”, de onde também surge o nome “Noach(Noé)”.

O texto hebraico não diz que D-us descansou (Nach) , diz que D-us parou a obra (Shavat).

“Shavat” é o verbo na terceira pessoa do singular , que é o verbo “Lishbot” no tempo passado.

Na Torah o dia “Shabat” é chamado de “yom hashvií “, que significa, o sétimo dia.

Só nessas explicações já caiu por terra o que o tal Solano Portela afirma em seu texto dizendo que Shabat pode ser qualquer dia de descanso.

Para pessoas que não valorizam a questão dos números nas escrituras, não sabem que o algarismo sete ( 7 ) revela alguns segredos.
Mas, para essas pessoas isso não importa, como diz Salomão:

(Provérbios 18:2) - O tolo não tem prazer na sabedoria, mas só em que se manifeste aquilo que agrada o seu coração.

E tem o número alguma importância?

Se para vocês não tem, então , deixem de lado o tal número 666 que vocês se preocupam tanto.

O tal “teólogo” utiliza o texto em At 20:6-12, para afirmar que Paulo deixou um exemplo pessoal da reunião dos crentes no Domingo, veja o versículos abaixo:

(Atos 20:7) - E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite.

(Atos 20:8) - E havia muitas luzes no cenáculo onde estavam juntos.

(Atos 20:9) - E, estando um certo jovem, por nome Êutico, assentado numa janela, caiu do terceiro andar, tomado de um sono profundo que lhe sobreveio durante o extenso discurso de Paulo; e foi levantado morto.

(Atos 20:10) - Paulo, porém, descendo, inclinou-se sobre ele e, abraçando-o, disse: Não vos perturbeis, que a sua alma nele está.

(Atos 20:11) - E subindo, e partindo o pão, e comendo, ainda lhes falou largamente até à alvorada; e assim partiu.

(Atos 20:12) - E levaram vivo o jovem, e ficaram não pouco consolados.

Observem o texto, vejam que no versículo 8 diz que havia muitas luzes, e diz que o jovem Êutico caiu da janela, pois, estava com muito sono.

Isso mostra que a reunião era à noite. Mas, qual importância há nisso?

Por falta de conhecimento da cultura judaica, esses comentaristas não sabem que todas as noites de Domingo, judeus do mundo inteiro se reúnem para celebrar “havdalah”, e fazem o “kidush” , que é uma ceia feita após as rezas, onde também se come pão.

A “havdalah” que significa “separação”, é a comemoração do primeiro dia da criação, quando D-us faz “separação” entre a luz e às trevas.

Essa comemoração é à noite, logo após a saída de Shabat, pois, no calendário judaico, o dia começa após o por do Sol.

A última parte da comemoração de Havdalah, que é o kidush , ou seja, a ceia de kidush, se dá após todas as rezas, então, é a última parte da comemoração.

Então, o kidush será comemorado bem à noite, e levando em consideração que o discurso de Paulo foi longo, chegando até a meia-noite.

É interessante os textos que o “teólogo” utiliza para afirmar que o Domingo é um dia especial.

Ele usa Jo 20.1, para afirmar que Yeshua ressuscitou em um Domingo.

Mas, o interessante é que Yeshua diz: Como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra.

O interessante é ele ter morrido em uma sexta-feira e ter ressuscitado no domingo, sem cumprir os três dias e três noites.

O escritor diz que Jesus apareceu aos discípulos do Domingo por duas vezes. Ele utiliza os textos:

(João 20:19) - Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.

(João 20:26) - E oito dias depois estavam outra vez os seus discípulos dentro, e com eles Tomé. Chegou Jesus, estando as portas fechadas, e apresentou-se no meio, e disse: Paz seja convosco.

Bem, se Jesus se mostra na primeira vez no Domingo, oito dias depois de Domingo é segunda-feira.

Uma semana tem sete dias e não oito.


Os “oito dias depois” não são contados a partir do dia no qual a pessoa está, mas, no dia após esse.

O autor comete outro erro por falta de conhecimento de cultura judaica.

Ele diz que o dia de Pentecostes é no Domingo, baseado no texto abaixo:

(Levítico 23:15) - Depois para vós contareis desde o dia seguinte ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão.

(Levítico 23:16) - Até ao dia seguinte ao sétimo sábado, contareis cinqüenta dias; então oferecereis nova oferta de alimentos ao SENHOR.

Hehehe...
O autor imagina que esse sábado citado no texto, se trata do sábado semanal, pois, não conhece hebraico e nem cultura judaica.

No ano de 2010, a festa de Pentecostes será em uma quarta-feira, e o autor acha que Pentecostes é só no Domingo. Rs

O autor desconhece o termo “Shabaton”, que se trata de um “Shabat” de uma festa solene.

Festas como o Yom Kipur , Pessach e Shavuot, são chamados nas traduções de “os sábados do Eterno”, que em hebraico se diz “Shabaton”.

Não se trata de um sábado semanal, mas, de um sábado festivo, mas, por ocasião da festa.
Confira no texto abaixo:

(Levítico 23:28) - E naquele mesmo dia nenhum trabalho fareis, porque é o dia da expiação, para fazer expiação por vós perante o SENHOR vosso Deus.

(Levítico 23:29) - Porque toda a alma, que naquele mesmo dia se não afligir, será extirpada do seu povo.

(Levítico 23:30) - Também toda a alma, que naquele mesmo dia fizer algum trabalho, eu a destruirei do meio do seu povo.

(Levítico 23:31) - Nenhum trabalho fareis; estatuto perpétuo é pelas vossas gerações em todas as vossas habitações.

(Levítico 23:32) - Sábado de descanso vos será; então afligireis as vossas almas; aos nove do mês à tarde, de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado.

O tal “teólogo” diz que nesse mesmo “domingo” , Pedro ganha 3000 almas, e por isso esse “domingo” ficou marcado.

Bem, mas, agora vocês já sabem que Pentecostes cai em diferentes dias da semana.

Sendo assim, dá pena de ver uma pessoa tão desenformada falar tamanha asneira.

O sujeito utiliza novamente Atos 20:7, e já citamos esse texto acima.

Um disparate terrível é quando ele cita Apocalipse 1:10 para dizer que “o dia do Eterno” é o Domingo (kkkkk) , veja abaixo:

(Apocalipse 1:10) - Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta,

Como pode uma pessoa cometer um erro tão horrendo de hermenêutica? Será que é por ignorância ou por safadeza?

Se o “dia do Senhor” citado por ele, é o domingo, será que os textos abaixo se referem ao domingo?
(Isaías 13:9) - Eis que vem o dia do SENHOR, horrendo, com furor e ira ardente, para pôr a terra em assolação, e dela destruir os pecadores.

(Jeremias 46:10) - Porque este dia é o dia do Senhor DEUS dos Exércitos, dia de vingança para ele se vingar dos seus adversários; e a espada devorará, e fartar-se-á, e embriagar-se-á com o sangue deles; porque o Senhor DEUS dos Exércitos tem um sacrifício na terra do norte, junto ao rio Eufrates.

(Ezequiel 13:5) - Não subistes às brechas, nem reparastes o muro para a casa de Israel, para estardes firmes na peleja no dia do SENHOR.

(Ezequiel 30:3) - Porque está perto o dia, sim, está perto o dia do SENHOR; dia nublado; será o tempo dos gentios.

Nem vou colocar os outros versículos para não estender demais.

Meus amigos,vendo pelo contexto do livro de Apocalipse e comparando com os textos acima, que “dia do Senhor” é esse que fala em Apocalipse?

Por acaso não é o dia do Juízo de D-us?

É que eu não quero ofender o fulano que utiliza o texto de Ap 1:10 para afirmar que esse dia é o Domingo.
Será que ele está brincando? Pois, isso deve ser brincadeira, não é possível.

Se nós fossemos tendenciosos como esses caras, usaríamos o versículo abaixo para dizer que o Sábado é “o dia do Senhor” que fala em Apocalipse, veja:

(Isaías 58:13) - Se desviares o teu pé do sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado deleitoso, e o santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, nem pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falares as tuas próprias palavras,

E o sujeito ainda usa um texto sem fidelidade alguma para afirmar tal disparate, a tal epístola de Barnabé.

O sujeito utiliza o texto de Cl 2:16-17 , para dizer que essas coisas são coisas das sombras futuras.

Mas, eu tenho certeza que o tal sujeito não entendo o texto.
Vamos dar exemplos para ver se entendem.


Uma sombra é o esboço de um objeto, ou seja, é uma figura desse objeto.
O sábado, por exemplo, é um símbolo do Mundo Vindouro.

No sábado, é proibido ficar de luto : Porque ali não haverá morte

No sábado é proibido ficar triste : E enxugará de teus olhos toda a lágrima, e ali não haverá tristeza.

No sábado é proibido jejuar ou não comer : pois ali não haverá fome, e nem mais trabalharão para poder
comer.

No sábado não se trabalha : Ninguém terá que trabalhar e plantar para poder comer.


Ou seja, tudo isso é sombra,figura, esboço das coisas futuras.


Mas, os tais não sabem nem interpretar “o dia do Senhor”, como é que vão entender o que é símbolo de coisas futuras?

Esses sujeitos nas mãos de ateus e muçulmanos, viram peteca, como tenho visto em vários chats pela internet.


Shalom a todos!

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Bem, os evangélicos falam muito mal da inquisição da igreja católica, mas, o interessante é que não sei se não conhecem a história dos assassinatos de Calvino, ou se fingem que não sabem.


Pois, alguém citar a Calvino ou não tem vergonha ou não tem é conhecimento sobre seus assassinatos.

Os anabatistas que o digam.


Mas, vamos comentar o texto.

Bem, como diz o texto “Calvino entende”, pois, entende o que, quem entende que se deve lançar na fogueira a pessoas que não aceitam seus dogmas, não é digno de que creiam nem eu um gemido desse sujeito.

“Com sua vinda, a observância cerimonial foi terminada”


Esses fazem a D-us e a Jesus mentirosos, pois, esses sem utilizarem hermenêutica, interpretam erroneamente aos textos, e fazem de D-us e de Jesus mentirosos.

(Êxodo 31:16) - Guardarão os filhos de Israel ao sábado, celebrando ao Sábado por suas gerações por pacto eterno.

Segundo os evangélicos, D-us mente quando diz: “Pacto eterno”.


Matt 5:18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só sinal, até que tudo seja cumprido.


Segundo os evangélicos, Jesus mente quando diz: “até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só sinal



Esses preferem fazer a D-us e a Jesus mentirosos, só para não aceitarem o que a própria escritura diz.


“Por isso, escreve o Apóstolo em outro lugar que o sábado tem sido uma sombra da realidade futura, e que o corpo, isto é, a sólida substância da verdade, que bem explicou naquela passagem, está em Cristo [Cl 2.17]. Esta não consiste em apenas um dia, mas em todo o curso de nossa vida, até que, inteiramente mortos para nós mesmos, nos enchamos da vida de Deus. Portanto, que esteja longe dos cristãos a observância supersticiosa de dias." (2.8.31, p.156)”

Como eu disse antes, eles não sabem o que é “sombra das coisas futuras”.

O interessante é que comemoram a sombra chamada “santa ceia”, que é uma sombra das coisas futuras, pois, a tal “santa ceia” é uma simbologia.

Sem falar que a tal “santa ceia” comemorada de mês em mês ou até de semana em semana, na qual utilizam a um pão fermentado de padaria (ou de supermercado) e um suco de uva Maguari (quando não, suco em pó), para fazerem uma comemoração sem pé e sem cabeça, onde eles não têm um pingo de idéia de como era realizada tal comemoração.


Mas, como dizem, o sábado é só um símbolo, uma sombra das coisas futuras.

E essa “santa ceia” é o que? Deixem de fazer esse símbolo, pois, símbolo não tem importância.


Dizem dedicar todos os dias a D-us, mas, deve ser mesmo, pois, acho que não trabalham, a maioria vive sustentada pelos outros.


Uma pessoa atendendo ao telefone no serviço, prestando culto a D-us? Um professor dando uma aula de matemática, está prestando um culto a D-us?

Um policial em perseguição de um bandido, está prestando culto a D-us?


Dedicam de fato todos os dias a D-us? Já vemos que essa argumentação está baseada em mentira, pois, mentem em todo momento.

"Ainda que o sábado esteja cancelado, entre nós, não obstante, ainda tem lugar isto: primeiro, que nos congreguemos em dias determinados para ouvir a Palavra, para partir o pão místico, para as orações públicas; segundo, para que se dê aos servos e aos operários relaxação de seu labor." (2.8.32, p.156)”


Cancelado ou não obrigado a vós gentios? Não confunda dedicar um dia em especial, com reuniões de assassinos como as de Calvino, pois, segundo a história, parece que se congregavam mais para planejar quais seriam os próximos a serem mortos.


E se vocês fazem apenas o que lhes foi ordenado, então, sabeis que sois servos inúteis, como diz:

(Lucas 17:10) - Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer.



“Calvino entende que temos muito proveito em observar essa datas. Usando o mandamento de Paulo (1 Co 14.40) para que tudo seja feito em ordem, o reformador apresenta um motivo para termos um dia fixo de reuniões - uma questão de organização também, algo que ele desenvolverá mais nas próximas seções. Finalizando, ele responde uma questão interessante: por que não se reunir diariamente? O teólogo mostra-se favorável a isso, mas sabe que nem todos têm maturidade para tanto.”



Mandamento de Paulo? Bem se vê que vocês gostam se seguir a mandamentos de homens: “ Usando o mandamento de Paulo (1 Co 14.40)


Pois, estabeleceram, por mandamentos de homens (como eles mesmos dizem), dias da semana para prestar “culto” a deus, todavia, não se dedicam de fato, usam de engano, pois, não tem como dedicar um dia estando atarefado com outras coisas.

Então se dizem dedicar um dia inteiro estando atarefado com outras coisas, estão mentindo.


Se a dedicação é guardar algumas horas para D-us durante a semana, então, os judeus já faziam isso.

Todos os dias, judeus em todo o mundo, param seus afazeres para rezar a D-us três vezes ao dia.


E além disso, não se reúnem apenas no sábado, mas, durante a semana, se reúnem todos os dias nas sinagogas parar rezar e fazer estudo das escrituras.


E eles não consideram esses dias como dedicados, pois, algumas horas do dia não fazem que o dia inteiro seja dedicado.



“ Mas, se pela fraqueza de muitos não se pode conseguir que se realizem reuniões diárias, e a norma da caridade não permite deles exigir mais, por que não obedeçamos à norma que nos foi imposta pela vontade de Deus?" (2.8.32, p.157)”


Pois é, por que não obedecer à norma que nos foi imposta pela vontade de D-us, que é guardar ao sétimo dia inteiro para dedicá-lo integralmente a D-us ?

Interessante não?

“É necessário que o crente tenha consciência dessas palavras de Calvino - primeiro, que toda sua vida consiste de um culto a Deus”

Principalmente quando ele fazia churrasco de Anabatistas ou de Miguel Servet.


“que é necessário que a igreja se reuna ao menos uma vez cada semana, e que ele tome parte dessas celebrações. Muito do que vemos de fraqueza espiritual hoje é fruto do desrespeito para com o culto público. Fujamos dessa armadilha!”


Eles não tem o entendimento do que é dedicar um dia, acreditam que “dedicar” alguns minutos é o mesmo que dedicar um dia.


“é necessário que a igreja se reuna ao menos uma vez cada semana”

Os judeus não se reúnem apenas uma vez na semana, e quando se reúnem no sábado, não são apenas algumas horas, e sim o dia inteiro em dedicação a D-us.

Responder esta

A FESTA DO SHABAT
Escrito por Marcelo M. Guimarães
Nosso propósito, aqui, é relatar alguns textos das Sagradas Escrituras que fazem alusão ao tema do Sábado na Bíblia, ou da guarda do Sábado. Deixaremos que o leitor tire suas próprias conclusões. Faremos o papel de um suposto promotor de justiça, com a função, simplesmente, de relatar os fatos, sem a preocupação de emitir uma sentença parcial, total, ou até mesmo uma condenação.

Quanta confusão e polêmica têm ocorrido em relação à observância e à guarda do Sábado, desde a época de Yeshua. Quantas doutrinas, seitas e divergências surgiram em decorrência deste tema. Afinal, têm os judeus razão quando observam o Sábado, o dia de descanso, como um dos Dez Mandamentos do Senhor entregues a Moisés no Monte Sinai? Pode um cristão, debaixo da graça, não-judeu, guardar ou observar o Sábado? Primeiro, o que quer dizer a palavra Sábado na língua hebraica? A palavra “Shabat” significa, no hebraico, cessar, desistir, descansar. Como substantivo, quer dizer o dia da semana chamado Sábado, que é o sétimo dia. É interessante observar outras palavras no hebraico que possuem a mesma raiz “sheb ou shab”, que no alfabeto representa-se pelas letras “shin” e “bet”. Assim, a palavra “shebat” significa o número sete; “Shibim”, setenta; “shebii”, “shebua” significa período de sete, semana, ou Festa das sete semanas (Shavuot, que é a Festa de Pentecostes). O número sete, na Bíblia, aponta para algo que é perfeito, eterno, pleno, completo, absoluto. Desta raiz advém, também, a palavra “shabá”, que significa jurar, conjurar. É interessante, também, notar que, na língua hebraica, muitos antônimos são formados pelo mesmo radical. Na minha opinião, dá a entender que possa ter havido um propósito do Eterno em chamar nossa atenção para o sentido oposto. Assim, no hebraico, a palavra “shabar” significa comprar, adquirir, enquanto shabat significa descansar, parar, cessar algo que se estava fazendo; justamente o contrário de comprar, adquirir, trabalhar, verbos estes que denotam uma atividade dinâmica, e não de descanso, repouso. Ainda estudando a palavra “Shabat” no hebraico, gostaríamos de considerar, pelo menos, quatro pontos bíblicos importantes:

Em primeiro lugar, Êxodo 20:8 associa a guarda do Sábado ao fato do próprio D-us ter descansado no sétimo dia, depois de seis dias de trabalho (Gn. 2: 2-3). Tudo o que D-us fez, Ele avaliou como bom, segundo o registro de Gênesis. Entretanto, somente o Sábado Ele santificou, dando a entender que tão importante quanto foi a criação do homem, é o dia de descanso, o sétimo, para o qual D-us, com certeza, tem um propósito futuro a ser revelado à humanidade. O Sábado, portanto, é um convite a regozijar-se com a criação de D-us, reconhecendo sua soberania divina.

Neste dia, tranqüiliza-se a alma com momentos de oração, refletindo o significado da vida, honrando e glorificando o nome do Criador, ouvindo a Sua voz, fortalecendo-se na sua Palavra, imbuindo-se da Sua própria natureza.

Em segundo lugar, observa-se, em Dt. 5:15, um motivo diferente para a guarda do Sábado, fazendo o povo hebreu lembrar-se de que foram servos na terra do Egito, e que o Senhor os tirou dali com mão poderosa. Não seria analogamente viável lembrar-se de que um dia, também, o crente em Yeshua foi escravo do sistema de pecado, vivendo aprisionado neste mundo?

Terceiro, o Sábado é também um bom senso legal, concedendo um dia de descanso àqueles que trabalham durante um período consecutivo de seis dias. O livro de Êxodo 23:12 diz que “seis dias farás os teus trabalhos, mas ao sétimo dia descansará”. Seria possível associar isso com o fato registrado em I Coríntios 16:2, quando os apóstolos, no primeiro dia da semana (domingo), faziam uma coleta para os pobres de Jerusalém evitando, com isto, qualquer tipo de trabalho no Sábado?

Finalmente, o Sábado é um sinal da aliança de D-us com o homem. Por inúmeras vezes, o próprio D-us tornou este sinal visível, como o arco com Noé, a circuncisão com Abraão, culminando no sangue de Yeshua - uma aliança eterna de salvação para a humanidade que nEle crer. Estamos debaixo do legalismo da Lei, ou debaixo da Graça de D-us ? A grande verdade é que todos os crentes gentílicos em Yeshua são participantes desta aliança que D-us fez com o povo de Israel. Como ramos enxertados na oliveira que é Israel (Rm. 11: 20), tem-se certos direitos. Gálatas 3:29 diz que, em Yeshua, somos descendentes de Abraão e herdeiros conforme as promessas.

Em outras palavras, podemos entender que, em Yeshua, temos direito a todas as promessas desde o tempo de Abraão, lembrando-nos de que as leis de Moisés vieram somente muito tempo depois.

Primeiramente, o que é legalismo? Podemos definir legalismo como sendo uma tentativa ou necessidade de manter a lei para obter o perdão para a salvação; ou tratar meramente as tradições como se fossem a verdadeira lei; ou qualquer tentativa de se manter os mandamentos ou as ordenanças de D-us. Legalismo seria o jugo que os judeus colocam mais alto e com mais elevado destaque, o que excede o próprio princípio da lei. Em outras palavras, dá-se mais importância ao jugo, à forma, ou à maneira e ao modo com que a lei é praticada do que o princípio intrínseco da lei.

O judeu messiânico David Stern, em seu Livro Novo Testamento Judaico, comenta Romanos 6:14-15 usando a palavra “legalismo”. Assim, encontramos em seu livro: “Porque o pecado não terá autoridade sobre vós; porque não estais debaixo do legalismo, mas da graça. Então, a que conclusão devemos chegar?

Pecaremos porque não estamos debaixo do legalismo, mas sob a graça? Jamais!” A palavra grega para lei, na versão original, é “nomos”, e não tem o significado primário de lei, mas sim de norma. Quando uma norma particular acontece de ter uma lei, então nomos pode descrever uma lei; mas não significa lei, como legislação. Significa a norma. A tradução correta seria, então: “você não está sob a norma (costume), mas sob a graça”. O legalismo, definido pelo Dr. Stern, é uma interpretação da norma então aplicada. A norma é aplicada ao mundo em geral. Porém, nós não somos deste mundo (Jo. 15:19). Assim, a norma não se aplica a nós. A norma (ou as regras) do mundo está sob juízo e condenação. A norma do mundo é pensar que se obtém o perdão dos pecados por meio de obras (o que é contradito nas Escrituras). Não estamos sob as normas do mundo, porque pertencemos ao Reino de D-us, e estamos sob a graça de Yeshua, que é exceção, e não a regra (norma). Paulo não está pregando que a Lei não se aplica, pois ela é santa, justa e boa (Rm. 7:12; II Tm. 3:16), e o conhecimento do pecado veio através da Lei. Por isso, o pecado é a transgressão da Lei. Yeshua não aboliu a Lei de Moisés, nem as outras ordenanças do Antigo Testamento “Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido. Qualquer um que violar, pois, um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar, será chamado grande no reino dos céus” (Mateus 5: 17-19). “ Ensinando-as a guardar todas as coisas que os tenho ordenado” (Mateus 28:20). “ Qualquer um que comete pecado, transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei” ( I João 3:4).

Os textos acima são muito claros. Por outro lado, gostaria de ressaltar dizendo que todo aquele que está debaixo da graça de Yeshua, o Messias, não está debaixo da lei (Romanos 6:14). Também deve ser claro para nós que Yeshua não revogou a lei como algo mal, nocivo à humanidade. Sabemos que a Lei em si é boa, é um princípio dado por D-us, e nós devemos conhecer e entender este princípio.

Por exemplo: “D-us disse: Produza a terra relva e ervas que dêem semente...” (Gn. 1:11). Ou seja, o princípio é : “a semente veio da terra, então, tudo o que a semente tem, a terra também tem. Em outras palavras, não vamos achar nenhum elemento químico numa árvore, por exemplo, que não possa ser encontrado na terra, pois a semente (árvore) veio da terra”.

Vamos, agora, tecer alguns comentários importantes para um melhor entendimento do Sábado.

Primeiro, aquele que estiver debaixo da graça de Yeshua não está debaixo (do jugo) da lei (Rm. 6:14). O guardar a Lei de Moisés do Antigo Testamento está relacionado com a qualidade de vida, e não com a vida eterna. Ninguém terá “novo nascimento” pelo cumprir a lei. Yeshua disse: “Quem não nascer de novo, não pode ver o reino de D-us... Em verdade, em verdade, te digo que quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de D-us. (João 3:3 e 5) Quem crê no Filho (Yeshua) tem a vida eterna...” (João 3:36) “Porque D-us amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16). A fé em Yeshua gera a vida eterna, não a guarda da lei. Mas, ela é importante e benéfica para a qualidade de vida física, emocional e espiritual. Ela revela o caráter do Messias, a personalidade de D-us.

Segundo, é importante entender o versículo de Romanos 10:4, que diz: “Pois o fim da lei é Cristo”. Muitos pensam que Cristo acabou com a lei. A palavra “fim”, na versão original (no grego), quer dizer “telos”, e significa cumprimento, aquilo que cumpre, que se realiza, e não o final de alguma coisa. Esta palavra “telos” aparece em outras passagens bíblicas, como em Lucas 22:37 e I Timóteo 1:5, em ambos os casos no sentido de “cumprir” algo, e não de terminar ou abolir. Portanto, quando se diz que o fim da lei é Cristo, entende-se que toda a lei se cumpre em Cristo, e não que Ele acabou com ela como se ela fosse algo ruim ou alguma coisa mal feita por D-us.

Por isso, Yeshua disse: “...não vim revogar a lei, mas cumprir” (Mt. 5:17). Terceiro, toda a Escritura (Antigo e Novo Testamentos) é Palavra viva de D-us, e foi inspirada pelo Espírito Santo (II Tm. 3:16). Tudo o que D-us fez é bom. Ele nunca se enganaria, na sua onisciência, criando as leis do Antigo Testamento para depois anulá-las. Assim, lembremo-nos do que já fora dito: o importante não é seguir a tradição legalista da lei, mas entender o princípio divino contido nela. Se estamos em Yeshua, guiados e cheios do Espírito dEle, entenderemos bem estas coisas e estes mistérios.

Quarto, as 613 leis constantes na Torah, por exemplo, compreendem leis morais (os dez mandamentos ditados por D-us, por exemplo, que incluem a guarda do Sábado), as leis éticas (para o estilo e qualidade de vida, como as leis do que comer, o que beber, o que vestir etc.) e as leis cerimoniais (como, por exemplo, o sacrifício de animais para remissão dos pecados).

Yeshua é o cordeiro de D-us, que está vivo e tira o pecado do mundo, trazendo vida eterna àquele que o recebe como Senhor e Salvador, pela fé. Não tem sentido, então, sacrificar mais cordeiro ou qualquer outro tipo de animal com este fim.

Portanto, está evidente que as leis morais e éticas, se recomendadas por D-us, são boas e eficazes para quem as guarda. A lei, sem a graça de Cristo, é fardo e jugo; mas nEle, é leve e suave, pois Yeshua leva todo o peso e o jugo (Mt. 11:29-30).

Quinto, a observância do sétimo dia para descansar (no sentido natural) o corpo e a alma (mente, alívio das tensões emocionais etc.), além de nos colocar, espontânea e alegremente, à disposição do Senhor para orar, adorar, alimentando nosso espírito com sua Palavra, impulsiona-nos a trabalhar na Sua obra, o que é bíblico e recomendável a todos, judeus e gentios crentes.

Sexto, o fato de Yeshua ter ressuscitado e os apóstolos terem se reunido no primeiro dia da semana para distribuir os dízimos, não anulou e nem anula o dia de Sábado; tão pouco anula o princípio do descanso contido no dia de Sábado. D-us não mandou guardar qualquer dia da semana, como muitos querem e gostam de argumentar, mas Ele ordenou que fosse o sétimo. E sétimo é sétimo, não o primeiro, o segundo etc. “Por seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas, o sétimo dia é o Sábado do Senhor teu D-us” (Ex. 20:9-10). D-us define o sétimo dia como Sábado. Sétimo, a observância do Sábado é citada mais de 20 vezes no Antigo Testamento, e mais de 25 vezes no Novo Testamento. Yeshua e seus discípulos observavam o Sábado e passavam grande parte deste dia reunidos nas sinagogas, estudando a Palavra. Pois a observância do Sábado era, sobretudo, para o estudo das Escrituras.

Vide, por exemplo, algumas passagens como Lucas 4:16 (Yeshua tinha o costume de ensinar e estudar as Escrituras no Sábado). Yeshua ensinou, também, o verdadeiro e correto modo de guardar o Sábado, que é dedicando-se ao Senhor; trabalhando, sim, na obra de D-us (Lc. 6:6-11, Lc. 23:56 e Mt. 12:8). Estes últimos textos também falam que Yeshua é o Senhor do Sábado. Mt 2:27-28 diz que o Sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do Sábado etc. A Igreja primitiva observava o Sábado, como mostrado no livro de Atos: judeus e gregos “...entrando-se na sinagoga no dia de sábado... rogavam que estas palavras fossem repetidas no dia de sábado seguinte... No sábado seguinte, reuniu-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de D-us...Ora Paulo, segundo o seu costume, foi ter com eles e, por três sábados, discutiu com eles as Escrituras...E ele discutia todos os sábados na sinagoga, e persuadia a judeus e gregos...” (At. 13:14, 42, 44; 16:13; 17:2; 18:5, e outras passagens).

Não temos, aqui, o propósito de fazer um estudo profundo sobre o mandamento do Sábado, senão afirmar que se trata de um dia de Festa (Lv. 23:3). Entretanto, vejamos mais alguns versículos bíblicos, agora no Antigo Testamento, para entendermos melhor sua observância. O Shabat é muito mais que um descanso para o corpo e para a alma (mente, emoções etc.), além de ser um dia, por excelência, para receber alimento do Espírito de D-us.

O Shabat de D-us é um sinal (Ex. 31:13-18): “Certamente, guardareis os meus Sábados, porquanto isto é um SINAL entre mim e vós pelas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica...”. Vejamos, o Sábado é um sinal para que se lembre da aliança que D-us havia celebrado com o homem, aqui representado pelos filhos de Israel, os judeus. Porém, em Yeshua, o muro de separação entre judeus e gentios foi quebrado, para que todos que nEle crêem possam gozar de todas as bençãos e promessas (Ef. 2:14; Gl. 3:29). O Sábado também nos lembra o milênio que há de vir, quando Yeshua reinará com sua Igreja. Sábado é dia de alegria, é dia de rejubilar-se, reconhecendo a soberania do D-us criador dos céus e da terra. Yeshua é o Senhor do Sábado, e Ele é o Rei dos Reis. Por isso, não se jejua no dia de Sábado, pois é dia de regozijo e de privilégio, por crermos num D-us único, Criador de todas as coisas. É claro, também, que não precisamos de um dia para reconhecer todas estas coisas, mas a guarda do Sábado é uma forma de homenagear o Criador e sua criação, sem legalismo algum. Se estamos em Cristo, fazemos isto por revelação, e não por jugo ou por peso da lei. Podemos comparar o Sábado com o memorial da Ceia do Senhor. Ambas as celebrações são memoriais. Uma nos lembra da morte, da ressurreição e da aliança que temos pelo sangue do Cordeiro, o Messias Yeshua; a outra, faz-nos lembrar do Criador, da criação e, profeticamente, daquilo que virá: o descanso, a vida eterna que está reservada para aqueles que crêem.

O argumento muito usado de dizer que lei é para judeu, e que crente ou evangélico não tem nada a haver com ela, demonstra uma grande ignorância, comodismo espiritual, ou até mesmo um casuísmo, ao separar aquilo que é de interesse pessoal daquilo que não é. Por exemplo, a lei de observar o dízimo é do Antigo Testamento, e nem por isso ela deixou de ser guardada pelos crentes. Isso porque ela é uma benção para quem a obedece e observa. Por que ela, então, sendo lei, não vale só para os judeus? A lei da prosperidade, tão pregada nas igrejas, não seria outro bom exemplo de bençãos existentes no Antigo Testamento? Por que, então, ignorar as outras leis do Antigo Testamento? Por que há tanto desconhecimento das 613 leis de Moisés? Não foram elas, também, criadas por D-us? Será que todos entendem bem o que diz o Novo Testamento sobre a Lei?

O verdadeiro cristão deve ser coerente com aquilo que prega. Não se deve desmerecer os princípios do Senhor na forma dos mandamentos ou ordenanças, só porque estão contidos no Antigo Testamento, e, por outro lado, ressaltar só aquilo que interessa ou que não nos incomoda. Por que, então, os cristãos têm que guardar o domingo, que é uma instituição papal? E será que, realmente os cristãos têm guardado o domingo, reservando este dia exclusivamente para D-us, não trabalhando e cumprindo aquilo que manda as Escrituras? Yeshua é o cumprimento de toda a lei. Se estamos nEle, podemos, alegremente, sem peso e sem imposição, cumprir com Ele, também, todos os aspectos qualitativos da Lei.

A maldição está no não cumprimento da lei, não na própria lei, que é santa e boa. Lembremo-nos de que alguns ramos da oliveira (judeus) foram cortados para que os gentios fossem enxertados, tornando-se participantes da raiz e da seiva desta oliveira (Rm. 11:17). Paulo, inspirado pelo Espírito de D-us, disse: “Judeu não é aquele que foi circuncidado na carne, exteriormente. Judeu é aquele que o é interiormente, e a circuncisão a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de D-us” (Rm. 2:28-29). Se estamos em Cristo, somos livres e devemos fazer tudo por fé (Hb. 11:6) e por amor, na revelação da Palavra, nunca por imposição ou por puro e cego legalismo.

Fonte: http://www.ensinandodesiao.org.br/index.php?option=com_content&...

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:: As distorções e o roubo do Shabbat ::

Apesar da banalização que muitos tem com o shabbat, este dia exala descanso. Se perguntarmos para qualquer pessoa qual é o dia mais agradável para ela, certamente 10 entre 11 dirão que é sábado. Toda a criação, a Terra, os astros, estrelas, o ar, e tudo mais que há na Terra recebe do descanso do Shabbat.

A máxima bíblica pós Yeshua se encontra em Colossenses 2: É Uma carta direcionada aos santos de Colosso, privíncia grega.
Como não eram de Israel, não viviam debaixo das ordenanças do Eterno.
Como o homem tem a tendência a modificar o que está escrito ou a se permitir ser julgado por vozes e pessoas que não tem parte com a Palavra nem com o Eterno, Shaul os exortou, lembrando primeiro a obra de salvação de Yeshua sobre todos aqueles que aceitam ao Eterno como Senhor de suas vidas.

"16 Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados,
17 que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo.
18 Ninguém atue como árbitro contra vós, afetando humildade ou culto aos anjos, firmando-se em coisas que tenha visto, inchado vãmente pelo seu entendimento carnal,
19 e não retendo a Cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo com o aumento concedido por Deus.
20 Se morrestes com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos sujeitais ainda a ordenanças, como se vivêsseis no mundo..."

Reb Shaul fala àqueles que estavam sendo julgados por guardarem e obedecerem a Palavra. E estavam sendo afligidos por isto. Mas Shaul diz: " NINGUÉM VOS JULGUE PELO QUE EU DETERMINEI POR ALIMENTO, OU POR CAUSA DOS DIAS DAS FESTAS QUE EU ESTABELECI PARA O MEU SANTO POVO POR ESTATUTO PERPÉTUO, NEM AS LUAS NOVAS, CONTAGEM DE TEMP OQUE EU DETERMINEI , MUITO MENOS PELO SÁBADO QUE EU SANTIFIQUEI E ESTABELEICI ANTES DE TER COMUNHÃO COM ADÃO"

Em outras palavras: "NÃO SE DEIXE JULGAR POR CAUSA DA OBEDIÊNCIA AO SENHOR ( Vocês agora são Meu Povo e já não tem parte com as práticas imundas dos outros povos)" .

E Shaul continua: "Não permita ser julgado ..ninguém atue como árbitro contra vós por seguir a minha Palavra."

E termina com uma pergunta : "Se vocês morreram com Cristo, para o mundo, porque se sujeitam aos do mundo como se fossem do mundo? "

Incrível não?

Os seguidores de Yeshua guardaram o Shabbat até meados do Século IV.

Até que alguns fatos históricos, tendo início com a tomada de Roma por Constantino, lançaram mentiras e sincretismos no modo de seguir a D´us:

321 d.C. – 7 Março – Edito lavrado por Constantino: “Que os juízes e o povo da cidade, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do Sol; aos moradores dos campos, porém, conceda-se atender livre e desembaraçadamente aos cuidados de sua lavoura, visto suceder freqüentemente não haver dia mais adequado à semeadura e ao plantio das vinhas, pelo que não convém deixar passar a ocasião oportuna e privar-se a gente das provisões deparadas pelo céu. “
(Corpus Júris Civilis Cord. Liv 3, Ti 12.3 – o original encontra-se na Biblioteca de Harward College – Univ. Livre de Cambridge, EUA).
Os antigos, os egípcios,babilônicos, gregos, romanos e Constantino, adoravam o Sol no primeiro dia da semana, o domingo, “Venerabili Die Solis” , dia do Sol.


Vejamos o que o Senhor disse a este respeito “Seis dias trabalharás, mas no sétimo dia descansarás; quer na aradura quer na sega.” (Shemot 34.21). Ter que semear ou colher não são motivos para se profanar o Shabbat.

364 d.C Concílio de Laodicéia: “ Os cristãos não devem judaizar ou estar ociosos no sábado, mas trabalhando nesse dia. O dia do Senhor (domingo) entretanto honrarão especialmente, e como cristãos não devem, se possível, fazer qualquer trabalho nele. Se, porém, forem apanhados judaizando, serão separados de Cristo.Cânon 29.

Os huguenotes, albigenses e valdenses recusaram esta mudança e guardaram o Shabbat por mais de 1000 anos. Na Etiópia, no séc. XVII o shabbat era observado como memorial da Criação.

Wilhelm August Johann Neander, teólogo e historiador alemão declara que “ a oposição ao judaísmo introduziu o festival particular do domingo muito cedo, na verdade, no lugar do shabbat.... foi sempre uma ordenança humana... “ (Tradução de Rose, 1ª. Edição, pág. 186)

T.H.Morer, clérico da Igreja da Inglaterra diz “ os primitivos cristãos tinham grande respeito para com o shabbat e passavem o dia em devoção e admoestações. E não devemos duvidar, pois eles copiavam esse procedimento dos próprios apóstolos. “ (Dialogues on te Lord´s Day, pág 189)

Sócrates, historiador da igreja grega do 5º. Século diz “quase todas as igrejas em todas as partes do mundo celebravam os sagrados mistérios do Shabbat de cada semana, todavia os cristão de Alexandria e Roma, por causas de um antiga tradição, tinham deixado de fazer isso.” (Ecclesiastical History, livro 5, cap. 22 em A Select Library of Nicene and Post-Nicene Fathers, 2a. série, vol 11, pág. 132)

Sozomem, historiador do 5º. Século diz “ o povo de Constantinopla e de quase todas as partes, se reúnem no shabbat, bem como no 1º. Dia da semana, costume que nunca é observado em Roma ou Alexandria” (Ecclesiastical History, livro 7, cap. 19 em A Select Library of Nicene and Post-Nicene Fathers, 2a. série, vol 2, pág. 390)

Hutton Webster, doutor em filosofia diz “ os primitivos cristãos tinham, a princípio, adotado a semana judaica de 7 dias com seus dias numerados, mas pelo fim do 3º. Século a. D. começou a ceder terreno à semana planetária e no 4º. E 50. séculos, ás designações pagãs se tornaram geralmente aceitas na parte ocidental do Cristianismo. O uso do nome de planetas pelos cristãos, atesta a crescente influência das especulações astrológicas introduzidas por conversos do paganismo. ..... assim gradativamente, uma instituição pagã foi sendo introduzida no Cristianismo. (Sua Obra Rest Day, págs. 220, 221)

James T. Ringgold, advogado de Baltimore, Maryland diz “Em 386 d.C, durante o tempo de Graciano, Valentiniano e Teodósio, foi decretado que todos os litígios e negócios cessassem no domingo... em 416. d.C Papa Inocêncio I decreta que o domingo seja observado como dia de jejum.... Em 425 d.C. no tempo de Teodósio foi imposta a abstinência de espetáculos teatrais e de circo no domingo. Em 538, no Concílio de Orleans.. foi ordenando que ... se abstivessem do trabalho com arado, ou em vinhas, sega, ceifa, debulha, cultivo...a fim de que as pessoas pudessem freqüentar a igreja... Por volta de 590 d.C, o Papa Gregório qualificou como profetas do anticristo aqueles que ensinassem que o trabalho não desse ser feito no sétimo dia” (The Law of Sunday, págs. 265-267)

Eusébio, bispo da Igreja Católica afirma “ todas as coisas, sejam quais forem, que houvessem sido obrigatórias fazer no Shabbat, nós as transferimos pra o dia do Senhor” (citação em Robert Cox, Literature of The Sabbath Question, vol. I, pág 361)

The Catholic Press de Sydney, Austrália :“O domingo é uma instituição católica e a reivindicação à sua observância só pode ser defendida nos princípios católicos.... Do princípio ao fim das Escrituras não há uma única passagem que autoriza a transferência do culto público semanal do último dia da semana para o primeiro.” (edição de 25/08/1900)

Cardeal Gibbons diz “ Podeis ler a Bíblia de Gênesis a Apocalipse, e não encontrareis uma linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras encarem a observância religiosa do Shabbat, dia que nós nunca santificamos” (The Faith of Our Fathers – ed. 1893, pág 111). “ A Igreja Católica, com mais de cem anos de existência que um único protestante, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de Shabbat para domingo... o descanso cristão é, por conseguinte, neste dia, o conseqüente reconhecimento da Igreja Católica como esposa do Espírito Santo, sem uma palavra de protesto do mundo protestante. ( The Catholic Mirror, ed. De 23/09/1893)


Em Daniel 7:25 está escrito : "E proferirá palavras contra o Altíssimo e destruirá os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei".
Não foi YHWH quem mudou ou cancelou Seu mandamento. Foi um poder político maligno que fez a mudança e o cristianismo se rendeu a este poder.

O diabo sempre soube do poder que há no homem quando ele guarda os Mandamentos do Eterno. A desobediência é um pecado de morte. Existe uma série de prejuízos na vida de quem não O Obedece. Para cada ordenança existe uma bênção específica. E vimos neste estudo que o Shabbat vai muito além de “descansar” apenas.

O inimigo ganha muito mais força na terra, através de instrumentos de engano.

Ao mesmo tempo que o diabo mostrou para o judeu um anticristo que destruiu a Torah , mostrou para o pagão, um D´us conivente com a idolatria e dividido entre si. Infelizmente, ambos creram nas mentiras. “Meu povo perece por falta de conhecimento”.


Mas no Reino do Altíssimo nada foi mudado. Para o Eterno o Shabbat é e sempre será o sétimo dia, o Seu dia, dia de repouso!

REPARADOR DE BRECHAS


“Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede; perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele, e achareis descanso para as vossas almas ! Mas eles disseram: Não andaremos nele. Pus atalaia sobre vós dizendo: Estai atentos ao som do Shofar ! mas dissestes: Não escutaremos. Portanto, ouvi, vós, nações, e informa-te, ó congregação, do que se faz entre eles !
Ouve tu ó terra ! Eu trarei mal sobre este povo, o próprio fruto dos seus pensamentos, porque não estão atentos às Minhas Palavras e rejeitam a Minha Lei !” (Jeremias 6: 16 a 19)


Quem quer ser reparador de brechas ?
Estes "edificarão os lugares antigamente assolados, levantarão os FUNDAMENTOS de geração em geração"
E estes são os "Reparadores de Brechas, os Restauradores de Veredas com moradias" (Isaias 58:11-12)
Se "desviares o teu pé de profanar o Shabbat." (verso 13 e 14)

Bem aventurados aqueles que trilham os caminhos retos e andam na Lei do Senhor "...Faze-me andar na VEREDA dos Teus Mandamentos, pois neles tenho prazer ! (Salmo 119 1,35)

Amém, amém, amém !!!!!
*Dicionário:

Shabat (verbo) = cessar,descansar
Shabbat (substantivo) = tem o sentido de descansar, parar de trabalhar
Bereshit = Gênesis = origem, no princípio
Shemot= Êxodo, saída
Vayicrá = Levítico, e chamou, Leis dos sacerdotes,
Bamidbar = Números, no deserto, livro dos censos
Devarim = Deuteronômio
Zakar (verbo) = recordar, relembrar, meditar, invocar, confessar, = proclamar, comemorar

Fonte : Dicionário de Hebraico do Antigo Testamento

profanar = Violar a santidade, infrigir, tratar com irreverência

Fonte: http://parayeshua.yoddesign.com/shabbat_o_roubo.php

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Afinal de contas, Yeshua aboliu ou não a Torah? Os cristãos acreditam mais nos Fariseus do que nas escrituras. A dificuldade dos cristão é com respeito a Hermeneutica.

Vide anexo.

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Por: Hesedh

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O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti. O Senhor sobre ti levante o Seu rosto e ponha em ti a Shalom.


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"Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração." (Sl. 37:4)

"Ele cumprirá o desejo dos que o temem; ouvirá o seu clamor, e os salvará." (Sl. 145:19)

A Igreja do Primeiro Século é o melhor exemplo a ser seguido pois enquanto estava sob o governo dos apóstolos, não saiu definitivamente dos trilhos, o que se deu a partir do Século II. A Igreja era composta de milhares de judeus vivendo como judeus, zeladores da lei (Atos 21: 20) conforme chamado irrevogável, e, gentios (não judeus) vivendo como gentios (Atos 15: 20), formando um só Corpo, tendo Yeshua (Jesus) como Cabeça! É notório que não foi todo o povo judeu que foi contra Yeshua (Jesus) para o prender e entregá-lo as autoridades romanos para ser cruscificado, mas sim um pequeno grupo da elite religiosa do seu tempo que formou um complô contra o Mestre.

"Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam." (Rm. 10:12)

Nem anti-semitismo cristão, nem anticristianismo judaico!

Restaurando as raízes judaicas da fé cristã, a Igreja do Primeiro Século, nosso referencial! Os crentes de Beréia foram mais nobres porque confrontavam os ensinos com as Escrituras (At.17:11).

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Sincretismo religioso, relativismo, heresias e apostasia dos últimos tempos

E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; (Mateus 24: 4)

"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;" (1 Timóteo 4:1-2)

ABRAÇE A IGREJA CUJA MENSAGEM CENTRAL É:

  • Yeshua (Jesus) Senhor Salvador, único caminho que leva o homem a D'us;
  • Vida Eterna (Mt. 19: 16; Jo. 10: 10);
  • Santificação  - A essência da Lei é santificação pois mostra o que é pecado (Hb. 12: 14, Rm. 7: 7, 12);
  • A volta de Yeshua (Jesus) (Mt. 24: 42; 25);

As promessas de D'us para esta vida? A Palavra de D'us nos diz: "Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão."  (Salmos 37: 25). Bençãos como curas, milagres, expulsa de demônios, entre outras, são frutos de uma vida santificada (At. 19: 13).

E FUJA DAS IGREJAS QUE VIVEM PREGANDO:

  • Felicidades para esta vida (prosperidade, sucesso financeiro, sucesso no casamento, etc.);
  • Libertações, correntes (macumba, maus olhares, feitiçaria, demônios, onde os espíritos malignos vivem se manifestando - quem tem que manifestar na igreja é o Espírito Santo conf. Mt. 3: 11 e I Cor. 12), etc.);
  • Unção disso e daquilo, cair no espírito, etc. (O Espírito Santo manifesta na Igreja conforme Mt. 3: 11 e I Cor. 12). " Saiba mais.

"No início, a igreja era um grupo de homens e mulheres centrados no Cristo vivo. Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou até Roma e tornou- se uma instituição. Em seguida, à Europa, e tornou-se uma cultura. E finalmente, chegou à América,e tornou-se business." Pr. Richardson Halverson, capelão do senado americano.

"Examinai tudo. Retende o bem." (ITes. 5:21)

O evangelho dos Evangélicos!


Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se não me lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria." (Sl. 137: 5 - 6).

Jerusalém.

Mais sobre o Holocausto.

Israel nunca deixará de existir

"Assim diz o Senhor, que dá o sol para a luz do dia, e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; o SENHOR dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o SENHOR, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. Assim diz o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR." (Jr. 31: 35 - 37

Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? (Is. 66:8)


Recado para Obama.



HEBRAICO

Tradução:

Serviço de Tradução de Hebraico


Tutoriais, glossários, dicionários e sites relacionados à Língua Hebraica:


. Unidade e Avivamento - O Preparo da Igreja para a Volta de Jesus


. Cafetorah


. Notícias de Israel


. Torah Viva

TV's e Rádios

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Netivyah

Serviço da Torah ao vivo, sábado, às 10h (GMT -3:00 Brasília).

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WSTW.fm Messianic


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(Se não tocar, abra pop-up no canto superior direito do gadget)


CBN Brasília 95,3 FM


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