HaDérech (הדרך), O Caminho ✡ Direção segura: a Torá por Yeshua.

Restaurando a Igreja do Século I: amor, poder, identidade, LEI, dons e governo.

O QUE E COMO RESTAURAR EM RELAÇÃO À IGREJA DO PRIMEIRO SÉCULO?

Por Marcelo M. Guimarães


Por longos anos servi ao Senhor no catolicismo e mais tarde no meio evangélico. Desde então tenho buscado entender profundamente a Palavra de HaShem[1] no seu contexto original, bem como apropriar de todo o sortimento de bênçãos que a mesma proporciona. Consequentemente, mais se cresce em fé e em maturidade, quando se quer descobrir e viver autenticamente o propósito para o qual fomos chamados. Sob esse prisma, podemos também entender que toda experiência passada em sistemas religiosos não foram em vão e, de tudo, podemos tirar proveito tanto para benefício próprio como para o bem comum.


Não é fácil mudar conceitos. Imagino como Lutero sofreu com aquele clero religioso, ortodoxamente zeloso com toda a tradição e fiel à sua ordem religiosa. Creio que é necessário um momento de reflexão, coragem e muita disposição para pagar um preço muito alto por uma causa mais justa, por uma melhor qualidade da fé, por uma mudança de conceitos e atitudes em relação à fidelidade da Palavra inspirada por Deus. Lutero pagou com sua própria ex-comunhão da Igreja Católica. Muita coisa tem mudado de lá para cá no meio cristão, mas há muito ainda que se fazer em termos de uma autêntica restauração de princípios, doutrinas, liturgias, costumes e tradições, tomando como base a igreja do primeiro século.


Nosso Deus é bom e eu já percebi que Ele tem prazer quando trabalhamos debaixo da Sua dependência e no tempo determinado por Ele. Tudo precisa estar no Seu tempo. Ele também nos trata lentamente, dando-nos tempo suficiente para que cresçamos e amadureçamos. A verdade é que nós nunca estamos preparados para uma mudança radical, principalmente, quando precisamos assumir, humildemente, nossos próprios erros e fraquezas. Confesso que não sei o que acontecerá, mas sinto uma força interna dentro de mim que me impulsiona para frente, para ver e gerar uma Igreja pura, santa e sem defeito, sem ruga e sem mácula, pois a noiva de Yeshua é nova. Esta é uma grande revelação que há muito tempo recebi do Senhor. A noiva é nova, pois ela não tem rugas. Isto me mostra que esta igreja que está aí liderada por santos homens de Deus precisará também passar por mudanças radicais. A noiva do Senhor é nova e nosso noivo é um jovem-adulto judeu. Poucas pessoas atentam para isto. Jesus como judeu procura uma noiva, ou seja, uma Igreja constituída por judeus e gentios, mas ambos circuncisos de coração, vivendo em unidade.


O movimento judaico-messiânico que tem renascido nas últimas décadas ainda deixa muito a desejar. Na ânsia de restaurar a judaicidade perdida, acabam restaurando com as melhores das intenções, um judaísmo medieval quando não contemporâneo, muitas vezes, desconexo com a Bíblia e distante daqueles princípios vividos e proclamados pelos primeiros judeus seguidores de Yeshua no primeiro século de nossa era. Confesso que não avocarei para mim nenhuma responsabilidade de como mudar e nem ousado serei ao estabelecer padrões, normas ou doutrinas, etc. para o meio cristão. Mas, sabemos que é necessário de imediato treinar líderes e fortes líderes, aptos e competentes a trabalharem na obra, discernindo as adversidades do mundo espiritual. Eles Terão que enfrentar principados e potestades jamais vistos. E para isto esses homens terão que estar certos e convictos de seu chamado divino, capacitados, adestrados, destemidos para a guerra. É o tempo do Senhor que se aproxima num meio de uma perdição e distanciamento dos valores morais, éticos e sociais.


O que poderíamos sugerir?


1- Primeiro, é necessário assumir uma atitude sincera, honesta e humilde que mudanças são necessárias, se desejamos prosseguir no cumprimento profético da Palavra. O sistema religioso de Roma, as fraquezas e imperfeições dos líderes da Igreja evangélico-cristã provocaram um afastamento dos princípios bíblicos vividos e promulgados pelos apóstolos no primeiro século;
2- Segundo, deve-se reconhecer também que houve um distanciamento do contexto judaico, principalmente na interpretação do Novo Testamento, o que abriu brecha para que uma grande gama de costumes e tradições pagãs infiltrassem no cristianismo;


3- Terceiro, um conceito deturpado denominando os livros da Tanach[2] judaica de “velho ou antigo” testamentos implicou numa má interpretação e correlação entre a Graça e a Lei. Desta dicotomia, surgiram falsos conceitos que a lei é antiquada e obsoleta ( exceto o dízimo, na opinião de muitos líderes cristãos) e que deve ser guardada somente pelo rejeitado povo judeu, e que a Graça, maravilhosa graça, é para os gentios crentes que vivem agora numa dispensação divina que permite ousadamente se fazer de quase tudo, uma vez que a obra da cruz resolve e apaga todo o tipo de problemas e situações indesejadas, etc.


4- A Igreja de Yeshua deve se arrepender nos pontos em que se desvirtuou, revendo sua doutrina e sua teologia, tendo como único padrão, a bíblia, hermeneuticamente interpretada no contexto original (não se esquecendo das antigas e sábias regras da Midrash[3] judaica);


5- Deve-se ter a humildade de aceitar e reconhecer, submissamente, o que o Espírito Santo tem feito e ainda fará no Corpo de Cristo;


6- Todo o Novo Testamento precisa ser reestudado e reavaliado dentro do contexto judaico, ressaltando os princípios vividos e proclamados por Yeshua e seus apóstolos e discípulos. Por exemplo, os livros de Atos, Romanos, Gálatas trazem relevantes e profundas revelações que ainda não são totalmente entendidas e praticadas pela Igreja;


7- Ser paciente e tolerante com aqueles que virão em resistência e oposição, tendo em mente que nem todos estarão aptos às mudanças. Uns entenderão e descobrirão novos caminhos, outros aceitarão parte da restauração e, finalmente, outros não acatarão nenhuma mudança e permanecerão do modo que se encontram e talvez ainda pior.


O QUE RESTAURAR DO SISTEMA ATUAL ?


Serão mencionados abaixo alguns tópicos práticos que poderiam ser implantados de imediato. Tais itens são de livre opção e de modo nenhum tenho a intenção de padronização ou normalização de doutrinas, ritos, credos ou mesmo de tradições bíblico-culturais. Mas, creio, ser já um início de um novo tempo para Igreja gloriosa que está por vir, uma nova geração de crentes no Senhor Messias, Yeshua.


Meu propósito é chamar atenção do Corpo de Cristo para a necessidade de voltarmos somente para a bíblia. Os itens mencionados abaixo constam em nosso Projeto de Restauração chamado “Ben Yamin”, o qual se baseia na restauração pela palavra a nível do indivíduo, sendo que indivíduo restaurado gerará uma família restaurada e um conjunto de famílias restauradas produzirão, conseqüentemente, uma igreja restaurada.


- A Restauração do Indivíduo.


A restauração da alma do indivíduo é bem conhecida por todos e, por isso, dispensamos comentários. Trata-se da cura e libertação da alma pela Palavra de Deus.


- A Restauração da Família


O mover do Espírito Santo de Deus tem nos levado a isto. Lembro-me que há 20 anos, iniciava-se um grande mover para a “cura interior” do indivíduo. Grandes seminários e cursos eram dados em muitas igrejas evangélicas. Logo depois, deu-se início aos seminários e encontros para casais. O movimento “Casados para sempre” é um bom exemplo disso. Eu, pessoalmente, interpreto isto como obra do Espírito Santo de Deus. Até hoje, temos inúmeros ministérios de casais espalhados no meio cristão. Em seguida, começou-se a enfatizar os “Encontros nos Lares”, os quais também têm contribuído para que a família seja vista como parte integrante da Igreja. É certo afirmar que tudo isto tem trazido mais harmonia e estabilidade, cumprindo o propósito e plano divino. Em suma, a restauração da família se dá pela restauração individual de seus membros, quando pai, mãe e filhos vivem e desempenham seus papéis segundo a Palavra de Deus.


- A Restauração da Igreja



Esta tem sido agora a ênfase do nosso Ministério. Percebemos também que estão surgindo ao redor do mundo, ministérios específicos de ensino mais do que em todos os tempos. É o mover do Espírito Santo de Deus, agindo, progressivamente, preparando sua noiva, sua igreja. Fórmulas, modelos, estão sendo testados. Perguntas como: - Devemos dividir o Corpo de Cristo em células ou devemos deixá-lo como Corpo, porém mudando a forma de tratá-lo? Nossas comunidades e congregações devem ser menores a fim de que o presbitério fundamental de pastores, mestres profetas, evangelistas e apóstolos possam trabalhar em conjunto? Como está o relacionamento entre os irmãos de uma mesma igreja ou congregação local? O que se pode fazer para que os membros tomem consciência que o importante é ser discípulo de Yeshua e não simplesmente um membro anônimo no meio cristão? Como fazer que os discípulos de Yeshua levem a sério suas responsabilidades e deveres no Corpo? Até que ponto podemos crescer o número de membros de uma igreja local a fim de evitar a massificação, a falta de comunhão e unidade?


Muitas perguntas tem-se feito em nossos dias e creio, que toda esta busca de autenticidade implicará numa Igreja gloriosa e eficaz.


Assim, listaremos apenas alguns tópicos que deveriam merecer uma melhor reflexão, ressaltando que não é nosso propósito resolver o problema desta ou daquela igreja, como já mencionamos. Nosso entendimento é muito simples:- O Senhor Jesus está voltando e Ele próprio prepara sua noiva para o grande encontro, como devemos, então, estar e nos apresentar? Qual o padrão bíblico proposto além da santidade e de uma vida íntegra com Deus?


Meditemos, então, em alguns tópicos que estão incluídos em nosso projeto de Restauração:


1- Há muitas tradições da igreja de Roma no meio das nossas igrejas que precisam passar pelo crivo da Palavra, como certas liturgias, doutrinas sobre ceia, batismo, casamentos, o próprio sermão ao invés de ensino bíblico, etc.


2- Alguns ensinos dos pais da Reforma, Lutero, Calvino e outros precisam também passar por uma reavaliação de conceitos. Por exemplo, as atitudes anti-semitas de Lutero, a teologia da substituição ( Igreja substituiu Israel e o povo judeu), a falta de entendimento sobre a correlação e interdependência entre a Lei e a Graça, são bons exemplos que precisamos de uma restauração;


3- idem, quanto ao exagero e abuso trazidos pelos movimentos americanos da “ Palavra da Fé”, como por exemplo, o exagerado e incompleto conceito de prosperidade, vida fácil para aqueles que se convertem, sucessos financeiros pela fé, mercantilismo da fé, etc.


4- Buscar entendimento no Antigo Testamento sobre outras bênçãos além dos dízimos e prosperidade, como por exemplo, conhecer ( não impor à igreja ) os princípios divinos sobre alimentação, qualidade de vida, leis éticas, sociais, relação patrão-empregado, leis circunstanciais, leis específicas para o povo judeu e gentios, leis de liderança e governo, etc.


5- Entender no contexto judaico os princípios vividos e promulgados pelos apóstolos no primeiro século, como por exemplo, o conceito de unidade, comunhão, costumes e forma de estudar semanalmente a Palavra como Yeshua praticava nas sinagogas de sua época são desconhecidas pela Igreja em geral.( aqui encontra-se o antigo costume do estudo das “Parashiot e das Haftarot” Estudo da Torá e dos Profetas em porções semanais introduzido no tempo de Esdras e Neemias),etc.


6- Eliminar de vez o sincretismo religioso existente em nosso meio, além das “vendas” de bênçãos, promessas, costumes pagãos que tentam materializar a fé por meio de objetos, líquidos, superstição, amuletos, etc.


7- Expurgar costumes mundanos e mesmo pagãos dentro da Igreja, como por exemplo, certas festas pagãs, incluindo suas músicas, estilos de danças fora de um padrão aceitável, etc.


8-Deve-se voltar para obra missionária e social. As igrejas evangélicas tem feito muito pouco nestas áreas, principalmente, no aspecto social de ajuda aos carentes e pobres, quer sejam eles crentes ou não crentes.(Grandes investimentos são feitos em prédios, acampamentos e outros bens, enquanto outras áreas importantes com base bíblicas são esquecidas);Por exemplo, em nossa congregação tem funcionado muito bem o serviço assistencial odontológico, onde todos podem receber tratamento dentário gratuito ou a preços módicos. O que pode pagar, paga barato, pois os dentistas são também irmãos voluntários, e aqueles que não podem pagar, não pagam. Por que não poderíamos ampliar este tipo de assistência para a área médica, jurídica, social, psicoterapeuta e outras?


9-Envolvimento dos líderes da igreja com o Estado e com a política devem ser avaliados; É necessário, sobretudo, amor e unidade e menos competição entre denominações. A liberdade e escolha política de candidatos devem ser respeitadas, pacificamente. As desavenças entre eles envergonham a todos os crentes, independente da denominação religiosa, além do mau testemunho na sociedade;


10-Rever nosso modo de louvor e adoração, incluindo a qualidade das músicas que são cantadas e tocadas em nossas igrejas; Será que o samba, o forro evangélico, etc. foram criados com a intenção de louvar a Deus? Será que tomando ritmos profanos os mesmos são santificados através de letras dos corinhos evangélicos?


11-Restaurar palavras e seus conceitos segundo a língua vernácula da bíblia que é o hebraico. A riqueza da língua grega não anula a riqueza e a preciosidade da língua hebraica, a qual foi usada pelo próprio Deus para se expressar á humanidade. De um simples significado da palavra “amém[4]” à complexidade da Midrash poderiam em parte ser restaurados.


12- É necessário descontextualizar o evangelho que foi pregado aos gentios, tornando-o contextualizado judaicamente conforme os princípios vividos e proclamados pelos apóstolos no primeiro século; por outro lado, os judeus crentes que foram descontextualizados para várias comunidades gentílicas devem procurar voltar ao contexto judaico do evangelho;


13-O anti-semitismo é anti-cristão (o judaísmo bíblico é a base do cristianismo); há promessas para Israel e o povo judeu ser salvo; A oliveira, a família de Deus, é constituída de judeus e gentios- Ef 2; Rm11; Gen17...


14-Conexão com os judeus e com Israel.


Deixar de levar as boas novas aos judeus é uma forma de anti-semitismo. Porém, judeu não deve ser evangelizado por meio de planfletos jogados em suas portas e tão menos frente às sinagogas. É necessário amá-los e aproximar-se deles, não impondo a sua fé “cristã”, porque na verdade ela é uma fé de raízes judaicas. Mas, mostrando com base no “Tanach” a pessoa do Messias Yeshua judeu, não o Deus dos cristãos. Nunca tentar “desconverter” o judeu do judaísmo bíblico e querer transformá-lo como membro de uma igreja cristã, salvo se ele mesmo o deseja. Ele é judeu, crê na mesma bíblia (Antigo Testamento) que você crer, então, basta apresentar a ele a Pessoa do Messias Ben Yosef, Jesus filho de José, que veio morrer para salvar a humanidade e que Jesus, como Ben David, o Rei dos Reis ainda não veio, mas está vindo. São inúmeras as passagens bíblicas no Antigo Testamento que nos ensinam diferenciar o Jesus como Ben José (filho de Josè) e Jesus como filho de David, quando voltará para estabelecer um reino de paz e poder;


15-Como será abençoada a Igreja ?


- “Te abençoarei os que te abençoarem (bênçãos espiritituais e materiais)”- (Gen 12:3; Rm 15:27);


- Como já dito acima, levando as Boas Novas aos judeus você estará colaborando para a vinda do Messias em Glória.(Rm11:15)


- “Orai pela paz de Jerusalém; prosperem aquele que te amam”. A Igreja se esquece muitas vezes que o inferno não prevalece contra ela, e por isso, ela pode gerar a salvação de Israel, orando por Jerusalém. Orar por Jerusalém nos traz prosperidade, ou seja, paz, no contexto original. Por que não podemos ter o hábito de orar por Jerusalém em todos os cultos e encontros que se tem na igreja? Yeshua volta para Jerusalém e não para Paris ou Roma ou São Paulo!


15-Como será abençoado o povo judeu?


- pela igreja gentílica enxertada na verdadeira oliveira, levando para eles a seiva de Yeshua;
- A igreja irá colocar ciúmes no coração de Israel e nos judeus não crentes. Mas pelo amor e misericórdia para com eles todos serão alcançados; (Rm 9:11,26)


16 - Deus concluirá seu plano de salvação para com os judeus e nação de Israel (Rm11:26) e implantará seu reino ( Ap 20:2) com seus eleitos judeus e gentios justificados pela pessoa do messias Yeshua Há Mashiach;


Está claro que estamos começando a levantar este assunto da restauração segundo os moldes da igreja do primeiro século e cremos que o Senhor nos trará muitas revelações sobre este tema. O que sabemos e temos certeza é que Yeshua está voltando e tem pressa em ter sua igreja restaurada segundo o desejo de Seu Pai Celestial.


Oremos por tempos melhores e por maior unidade e tolerância entre nós! Que o mundo seja alcançado pelo nosso testemunho de fé e ação.


No sincero shalom,


(*) Marcelo M. Guimarães


(rabino messiânico ordenado pelo Netivyah de Israel e pela UMJC dos USA. Fundador e presidente do Ministério Ensinando de Sião e da Congregação Har Tzion em Belo Horizonte-MG


Sião@ensinandodesiao.org.brwww.ensinandodesiao.org.br)



[1] HaShem, quer dizer “ O nome “ referindo-se ao santíssimo nome de Deus.


[2] Tanach – Acróstico das palavras Torá, Neviim e Ketuvim. Equivale aos livros do Antigo Testamento.


[3] Midrash – Estudo e regras que mostram os vários níveis de interpretação bíblica, desde um simples contexto literal aos complexos segredos e revelações contidos na Palavra de Deus.


[4] Amém é um acróstico da frase em hebraico “El Melech Ne´eman” que significa “ Deus é fiel em suas promessas” ou bênçãos. Hoje temos mais de 8 mil promessas que podem ser cumpridas na pessoa de Jesus, Yeshua. ( II Co 1:20), pois Jesus é o Amém!


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Reteté de Toronto: Poder de Deus ou engano de Satanás?


“Portanto, irmãos, procurai, com zelo, profetizar e não proibais falar línguas. Mas faça-se tudo decentemente e com ordem (...) Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos”. (1 Cor. 14:39-40,43)

Fonte: http://pulpitocristao.blogspot.com/2008/11/retet-de-toronto-poder-d...
FONTE DAS POSTAGEM ABAIXO: http://www.ecclesiareformanda.blogspot.com/

Porno Cristão? Agora tem...

Se já é um perigo não se falar de sexo na igreja (visto a atração que o mundo exerce sobre a juventude), falar sobre a sexualidade tomando por base o "Tudo posso..." pode ser fatal para a Igreja. Ultimamente, diversas igrejas decidiram misturar a sexualidade (que é natural do ser humano) aos costumes e doutrinas da comunidade.

Primeiro foi a polêmica "Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM), que começou a levantar a bandeira da causa "gayspel". A igreja não só aceitava os homossexuas (o que todas deveriam fazer), mas abria espaço para militância GLBT, defendo o homossexualismo. Ora, assim como não (ou pelo menos não deveriam) existir igrejas heterossexuais, também não deveriam existir igrejas homossexuais. Púlpito não é lugar para movimento homo, hetero, bi, multi ou assexuado (nada contra os celibatários).

Depois dessa polêmica, vieram os casais cristãos evangélicos que realizavam e defendiam a prática do "sono inocente", fazendo swing (troca de casais) de uma maneira "conforme a palavra de Deus". Imagine: "Sou chifrudo e gosto disso, porque é a vontade de Deus", deveria dizer um deles.

Pois, qual será a próxima travessura que os crentes mais, digamos, safadinhos vão aprontar, você deve estar se perguntando. Agora, surgiu nos EUA um movimento para produzir filmes e materiais pornográficos especiais para casais cristãos. O interessante é que eles colocam algumas coisas de maneira sutil, com alguns pontos que podem tranquilamente enganar quem não toma cuidado. Mas quando você percebe o real objetivo deles (misturar o evangelho com sexo e pornografia), é de ficar abismado. Afinal, pecar já é ofensa suficiente a Deus, mas buscar respaldo na bíblia para isso é herético e indecente. Só falta agora convidarem a Gretchen que é crente e tem muita experiência nesse ramo do cinema(?). "Uma proposta para uma pornografia cristã", diz o movimento. Veja seus argumentos aqui.

Os crentes pornógrafos desenvolveram até um conjunto de diretrizes de Filmes Cristãos Pornô. Deixei em negrito alguns que considero irônicos. Veja:

• Deve retratar só casais matrimonialmente ligados em atos sexuais. Isto significa que quaisquer parceiros sexuais, em uma produção pornô cristã devem ser marido e mulher, dentro e fora da tela. Todos os agentes devem ser casados na vida real e retratarem a vida real. E eles só devem ter relações sexuais com seus cônjuges.

• Deve retratar o sexo dentro de contexto de um casamento cristão. Devem-se aparentar através das ações, comportamentos e fala dos personagens retratados que são cristãos e que levam um estilo de vida cristã, e tem um casamento no qual sua fé é o ponto principal. Isto pode ser ilustrado em uma variedade de formas, com cenas mostrando por exemplo, um jovem orando em conjunto e estudando a Bíblia e freqüentando a Igreja ou realizando funções na Igreja e outras cenas relativas a um outro casal cristão fazendo sexo fora do seu quarto.

• Devem ser instrutivos. Parte da missão da pornografia cristã é o de educar crentes casados em como conseguir mais prazer sexual na intimidade de seus relacionamentos. Isso pode ser muito bem feito através da dramatização de diversas técnicas e posições sexuais, para que jovens possam aprender a incorporá-las em suas rotinas de fazer amor. Nos seus papéis na tela, os atores-crentes devem ser um modelo correto tanto em técnicas como de atitudes sexuais adequadas, portando-se de uma forma respeitosa com os órgãos uns dos outros como um sagrado dom de Deus que eles são.

• Não deve haver sexo extraconjugal, a não ser que seja para ilustrar as quedas de adultério. Os casais, em uma produção pornô cristã nunca devem ter relações adúlteras, a menos que seja para demonstrar que eles e seus parceiros sofrem e são punidos pelos seus pecados.

• Deve ser inspirador, centrada no reforço do matrimônio cristão e da fé cristã. Pornô cristão deve ter uma mensagem positiva. Evidentemente, a sua mensagem principal seria o de demonstrar o uso sagrado da sexualidade e sensualidade para reforçar os laços do casamento cristão. Mas em todos os outros aspectos, deverá afirmar valores cristãos na comunidade, na família, valores de fé, honestidade, caridade, e assim por diante. O filme deve demonstrar que ter uma vida sexual alegre e que satisfaça o casamento é um dos frutos de seguir o caminho da retidão.

• Sem obscenidades. Embora exclamações de prazer sejam aceitáveis, como são os sons naturais nas expressões no ato sexual, Cristianismo pornô não deve conter obscenidades ou juramentos. Os participantes deverão abordar uns aos outros com amor e respeito em todas as ocasiões

• A utilização correta do pornô cristão

O principal objetivo da pornografia cristã é permitir que casais cristãos casados possam celebrar melhor a sua sexualidade, a fim de se tornar mais íntimo entre si e desfrutar de uma vida mais íntima com o Senhor. Nós encaramos os casais assistindo estes filmes e vídeos em conjunto, utilizando-os para iniciar um diálogo franco e aberto sobre a sexualidade e as suas próprias relações sexuais e, em seguida, aplicar as técnicas ilustradas nos filmes e incorporá-las em seus próprios atos. “O pornô cristão não se destina a substituir o sexo no casamento, nem o seu objetivo é simplesmente o de despertar o apetite sexual do marido e da mulher mas incentivá-los a usar os seus apetites sexuais com maior efeito”.

Será que ninguém persebe que há exageiro de todos lados? De um lado, temos os cristãos reacionários e conservadores (fundamentalistas) que acham que sexo prazeiroso, no momento e com a pessoa certa, é "coisa do diabo". Do outro, cristãos liberais que dizem que vale tudo (não só entre quatro paredes e à dois), desde sexo a três, filme pornô cristão e troca de casais. Será que é tão difícil para a Igreja ser equilibrada e menos polarizada?

Saulo Luz, no blog Sal com pimentas via Pavablog
Postado por Alberto M. de Oliveira (Betochurch) às 14:28 5 comentários
TERÇA-FEIRA, 27 DE JANEIRO DE 2009
Outras considerações dos 4 episódios - Heresias Neopentecostais.

Pastores e demais líderes evangélicos começam a demonstrar preocupação diante das extravagâncias que estão surgindo nos púlpitos brasileiros. A cada dia que passa surgem novas práticas anti e extrabíblicas. Não uso, como alguns, o eufemismo de classificar esses descaminhos de "modismos". Coloco-os no rol das heresias.

As críticas que antes corriam apenas à boca pequena, agora tomam corpo e são divulgadas em sites de expressão. A Igreja Evangélica já não pode calar diante de tamanha irracionalidade. Não desejamos ser julgados pelo pecado de omissão. O povo brasileiro precisa saber que tais tolices, como a seguir exemplificamos, estão à margem do Evangelho que nos foi ensinado por Jesus. Na verdade, se trata de um outro evangelho.

Em detrimento da Palavra, multiplicam- se os púlpitos festivos. Luzes, coreografias, encenações inusitadas, objetos ungidos e mágicos, entrevistas com demônios, amuletos, e outras mercadorias, tudo é válido no desvario em que se envolvem pregadores e ouvintes.

A impressão que se tem é que o evangelho, da forma que foi anunciado pelos apóstolos nos primeiros tempos, já não serve para os dias atuais. Falar de pecado, arrependimento, perdão e santidade se tornou antiquado, obsoleto, repreensível. É preciso entreter os ouvintes, apresentar uma nova atração a cada semana, tudo semelhante ao que vemos na sociedade consumista. Mas o que é preciso mesmo, e com urgência, é botarmos a boca no trombone e denunciar o que estão fazendo com o evangelho.

Ovelhas há que já perderam a noção do que é ser cristão. Não sabem sequer por que Jesus morreu.

Têm o dízimo como meio de obter bênçãos espirituais e materiais. Não conhecem o evangelho da renúncia, da resignação, do sofrimento, do carregar a cruz, do contentar-se com o pouco. Certa vez conversando com um jovem neopentecostal, ele disse: "Se sirvo a Jesus, quero ser rico, ter uma boa casa e carro importado". Os anos se passaram e nada disso aconteceu. Ele e seus pais pararam de ofertar e estão com a fé em declínio. É o que está acontecendo: gazofilácios cheios, pessoas vazias. O pai desse jovem me revelou que entrou nessa porque acreditou nas entrevistas que falam de riqueza fácil. Agora ele percebe que os que estão mais pobres não são convidados a falar de sua pobreza.

São de arrepiar os relatos que se encontram (descritos) no site do pastor Ricardo Gondim. É difícil de acreditar que um grupo de cristãos, liderados pelo pastor, alugue um helicóptero e, com dezenas de litros de óleo, passe a ungir a cidade do Rio de Janeiro, derramando uma caneca de óleo aqui, outra ali. Fico a meditar como o líder conseguiu envolve irmãos de boa fé nesse projeto inusitado. O óleo da "unção" deve ter caído em lugares pouco recomendáveis para o mister, tais como animais mortos, fezes e valas fétidas.

Mais incrível é o uso de urina para demarcar território. Essa você não vai acreditar. Está no referido endereço. Em Curitiba, um grupo de irmãos, liderado pelo pastor da igreja, entendeu que deveria demarcar seu território com urina, como fazem os leões e lobos. Após beberem muita água para encher bem a bexiga, seguiram para pontos estratégicos da cidade e passaram a URINAR. Quando li a notícia, pensei que a palavra estivesse errada. Talvez fosse REUNIR. Mas era urinar mesmo. Foram horas e horas urinando. O comboio de veículos parava em pontos preestabelecidos, e, ali, a um sinal, um deles aliviava a bexiga. Ora, esse tipo de lógica poderá levar irmãos a situações mais degradantes ainda. Degradantes, patéticas e irracionais. Algum irmão desse grupo poderá descobrir que determinada espécie animal demarca seu território com suas próprias fezes. Certamente não atentaram para o contido no Art. 233 do Código Penal que trata da prática de "ato obsceno em lugar público", e estipula a pena de detenção de três meses a um ano, ou multa. A jurisprudência indica que a micção em lugar público configura o crime previsto no referido Artigo, ainda que não haja intenção de vulnerar o pudor público.

Pelas perguntas e respostas a seguir é possível comparar o evangelho de ontem com o de hoje. Após ouvirem a pregação de Pedro, muitos, compungidos, perguntaram: "Que faremos?" Pedro respondeu: "Arrependei-vos", e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo" (At 2.37-38). A resposta, hoje, seria: "Participe das campanhas, faça o sacrifício do dar tudo, e seja próspero". Atendendo à curiosidade de Nicodemos, Jesus disse: "Quem não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (Jo 3.3). A resposta no outro evangelho: "Seja dizimista fiel". Se alguém perguntasse a Tiago o que deveria fazer para livrar-se dos encostos, ele prontamente diria: "Sujeitai-vos a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tg 4.7). A resposta do evangelho festivo seria: "Use sal grosso, sabonete de descarrego, vassouras, fitas, colares, cajados, pedras, e seja dizimista fiel".

Se o pecado do rei Davi - adultério e co-autoria num homicídio –fosse nos dias de hoje, a culpa seria do encosto que estaria nele. Uma série de exorcismos, cinqüenta quilos de sal grosso, uma dúzia de sabonetes seriam necessários para pôr o encosto em retirada. Às indagações sobre como ter o necessário à vida, Jesus respondeu: "Não pergunteis que haveis de comer, ou que haveis de beber, e não andeis inquietos. Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Lc 12.29,31). A resposta no evangelho da prosperidade: "Toque no lençol mágico".

O Apóstolo Paulo confessa que "orou três vezes ao Senhor" para que o livrasse de um espinho na carne. Mas o Senhor, em vez de atendê-lo, respondeu: "A minha graça te basta, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza". Reconhecendo a vontade soberana de Deus, Paulo se conforma e continua com seu espinho. E declara: "Portanto, de boa vontade me gloriarei nas minhas fraquezas", pelo que "sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Pois quando estou fraco, então é que sou forte" (2 Co 12.7-10). A orientação para esses casos, nos púlpitos festivos, é a seguinte: "Exija de Deus seus direitos".

Sofredores como o Apóstolo, o servo Jó e muitos outros desconheciam esse caminho "legal" para exigir direitos assegurados. Pedir, do grego aiteõ, sugere a atitude de um suplicante que se encontra em posição inferior àquele a quem pede. É esse o verbo usado em João 14.13 - "E tudo quanto pedirdes em meu nome..." - e 14.14 – "Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei". "Pedir", do grego erõtaõ, indica com mais freqüência que o suplicante está em pé de igualdade ou familiaridade com a pessoa a quem ele pede, como, por exemplo, um rei fazendo pedido a outro rei. "Sob este aspecto, é significativo destacar que o Senhor Jesus NUNCA usou o verbo aiteõ na questão de fazer um pedido ao Pai", por ter dignidade igual Àquele a quem pedia. (Jo 14.16; 17.9,15,20 - Fonte: Dic. VINE). Por essas e outras, há muita gente confundindo alhos com bugalhos.

Repassa-se a idéia de que crente não deve chorar nem passar por qualquer tipo de sofrimento. Crente deve ser próspero. A verdade, por muita desconhecida, é que a fidelidade a Deus não nos garante uma vida livre de dores, aflições e sofrimento. Dizer que aos crentes e fiéis dizimistas está garantia uma vida de flores, sem lágrimas, sem luta espiritual, sem aperto financeiro, é conversa para boi dormir. Jesus disse que seus seguidores deveriam carregar sua própria cruz, caminhar por um caminho apertado e passar por uma porta estreita "No mundo tereis aflições; na verdade todos os que desejam viver piamente em Cristo padecerão perseguições" (Jo 16.33; 2 Tm 3.12). Era da vontade de Deus que Paulo pregasse o evangelho em Roma. Apesar de sua fidelidade a Deus, os caminhos lhe foram difíceis. Enfrentou provações várias, naufrágio, tempestade, prisões.

Não podemos fazer ouvidos moucos à zombaria e piadas em torno desse "outro evangelho". As pessoas tendem a nivelar todas as Igrejas Evangélicas pelo que vê na televisão, ou pelo que vê num ou outro culto. Eu pensaria da mesma forma se não fosse evangélico. É preciso esclarecer a opinião pública sobre o que diz a Bíblia a respeito de cada nova idéia extravagante. Que se façam ouvir as vozes e o protesto dos líderes que defendem a pregação de um evangelho livre de heresias e irracionalidade.

Sem conhecer a verdade bíblica se torna difícil detectar as heresias. Ouça este conselho: não coma pela mão dos outros, mas examine você mesmo se o que o seu pastor prega está de acordo com a Palavra. Se você não estiver devidamente preparado para esse exame, consulte outros irmãos.

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa

Fonte: www.palavradaverdade.com Via [Pulpito Cristão] via Bereianos
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Postado por Alberto M. de Oliveira (Betochurch) às 15:21 0 comentários
Quarto Episódio
Quatro episódios e muitas inquietações.
pr Ricardo Gondim Rodrigues
Quarto Episódio

O pastor Carlos Feijó voltou para Curitiba depois de uma semana em um seminário de batalha espiritual. A equipe que ministrou o curso ensinou-lhe a “decretar sua cidade para Deus”. Ali aprendeu como identificar os limites do seu município e declarar que ele pertence a Jesus Cristo. Aprendeu mais: Se a igreja não souber reivindicar o que pertence ao Senhor, o diabo continuará com direitos legais sobre vidas, espalhando miséria. O pastor Carlos passou uma semana indignado consigo mesmo e com os outros pastores. Por anos não se aperceberam dessa imensa negligência. Foi para casa e orou. Com lágrimas rolando pelo rosto, se propôs a jejuar. No terceiro dia do jejum veio-lhe o que também considerou uma brilhante revelação divina. Há muitos anos aprendera que tanto os leões como os lobos urinam para demarcar o seu território e impedir a invasão de outros machos. Ele precisava fazer o mesmo, como legítimo representante de Jesus – o Leão da Tribo de Judá.

Naquela semana, convocou seus parceiros de ministério para saírem pela madrugada urinando em pontos estratégicos da cidade. Gastaram algumas horas na empreitada. O comboio de carros percorreu vários quilômetros com muitas paradas. Beberam litros e litros d’água; precisavam de muita urina para uma cidade tão grande.

Esses quatro episódios descritos são verdadeiros. Todos patéticos! Realmente aconteceram nas cidades mencionadas. Apenas os nomes e alguns detalhes são fictícios. Ilustram bem o que invade as igrejas evangélicas no Brasil. Entendo que as pessoas têm o direito constitucional de crerem, praticarem ou pregarem o que quiserem. Entretanto, não deveriam fazer em nome da fé protestante e evangélica. Muito sangue já foi derramado, muitas vidas sacrificadas e muitos missionários afadigados para que testemunhássemos tanta superficialidade.

Além disso, produzem um estrago imensurável em vidas. Muita gente já perdeu a fé. Qualquer pessoa com um mínimo de senso crítico, depois que passa a euforia e o fanatismo, se sentirá envergonhada de um dia haver participado de ambientes onde imperam tantas tolices. Acabam trilhando o caminho do cinismo ou da revolta. Ambos muito trágicos.

Torna-se necessário que aconteçam denúncias internas para que o evangelho não se desfigure em um “outro evangelho”. Se nos calarmos, mancharemos nosso legado de fé e nos tornaremos culpados por omissão. Quando a igreja deixa de salgar e passa a ser motivo de chacota, para nada mais serve senão para ser pisada pelos homens. Há muito joio dentro das igrejas evangélicas e ele não se parece em nada com o trigo. Pelo contrário, dá-nos vontade de rir e de chorar ao mesmo tempo. Protestemos, antes que só dê vontade de chorar.

Soli Deo Gloria.
nomes fictícios
fonte: http://webbethel.com/gondim09.htm
Postado por Alberto M. de Oliveira (Betochurch) às 15:18 0 comentários
Terceiro Episódio.
Quatro episódios e muitas inquietações.
pr Ricardo Gondim Rodrigues
Terceiro Episódio.

Roberto Pires pastoreia uma igreja no Rio de Janeiro. Certo dia, resolveu agir, indignado com a violência da cidade. Precisava fazer alguma coisa para reverter a incompetência crônica da polícia. Não cogitou ações políticas, nem imaginou um programa na igreja que melhorasse a educação cívica de seus membros. Sequer lhe passou pela cabeça participar de manifestações ou passeatas exigindo melhor segurança pública. Os óculos teológicos e ideológicos com que enxerga a sua realidade não lhe permitem essas cogitações. Assim, orava em um culto quando lhe veio uma idéia que considerou a mais genial de sua vida - tão genial que ele a relatou por anos.

Correu para o seu escritório, abriu a Lista Telefônica e nervosamente procurou pelos “agás”; queria “helicópteros”. Desejava saber quanto custaria alugar um desses beija-flores mecânicos. Anotou os valores e levou sua idéia para o culto daquela noite. “Irmãos e irmãs, Deus me deu uma visão. Preciso que vocês me ajudem a cumpri-la. Deus mandou que eu alugasse um helicóptero, colocasse um tonel de óleo dentro e ungisse a cidade do Rio de Janeiro”. O auditório irrompeu em palmas, uma oferta foi levantada e o pastor Roberto Pires naquela semana embarcou no mais bizarro sobrevôo que o Rio de Janeiro já teve. Latas de óleo eram derramadas para ungirem a Cidade Maravilhosa. Respingos melados caíram sobre a avenida Rio Branco, na praia de Copacabana e sobre alguns dos morros mais violentos da cidade. Fora o inconveniente oleoso, nada aconteceu; meses depois a violência carioca recrudesceu.

nomes fictícios
fonte: http://webbethel.com/gondim09.htm
Postado por Alberto M. de Oliveira (Betochurch) às 15:17 0 comentários
Segundo Episódio.
Quatro episódios e muitas inquietações.
pr Ricardo Gondim Rodrigues
Segundo Episódio.

Minha secretária anunciou que o Alexandre Souza já chegara. Pedi então que ele entrasse em meu escritório, pois queria um aconselhamento pastoral. Aproximou-se cabisbaixo e me encarou apenas de soslaio, embora apertasse minha mão com firmeza. Notei logo sua timidez. Calculei sua idade por volta dos 28 anos. Os cabelos bem aparados e penteados para a esquerda chamavam a atenção pela negritude. Pedi que Alexandre se sentasse. Iniciei nosso diálogo procurando deixá-lo mais à vontade. Ofereci um copo d’água, que aceitou sem esboçar nenhuma emoção. Achei-o muito quieto. Pensei na dificuldade daquele aconselhamento. Imaginei que gastaria a maior parte do tempo perguntando e ouvindo meras respostas monossilábicas. Ledo engano.

Logo que bebeu o primeiro gole, Alexandre me encarou e perdeu toda timidez. – Pastor, começou sem gaguejar, faço parte da igreja ‘X’ aqui em Fortaleza. Há dois anos estou endemoninhado. – Vim aqui porque preciso de libertação, emendou. Mostrei-me surpreso: - Endemoninhado? Você está em pleno controle de suas faculdades mentais, emocionalmente equilibrado e com um semblante tranqüilo. O que lhe leva a crer que está endemoninhado?

Sua resposta me deixou ainda mais perplexo. – Todas as sextas-feiras eu vou ao culto de quebra de maldições em minha igreja e faz dois anos que eu caio tomado por demônios em todos os cultos. Pela voz não parecia indignado, apenas cansado. – O bispo põe a mão sobre minha cabeça e eu fico agoniado, tenho vontade de tirar a mão dele de cima de mim. É nesse exato momento que acontece... – O quê? Interrompi. – Fico nervoso, com uma aflição muito grande. Quero tirar a mão do bispo de cima de mim. Acabo caindo no chão. Lá me dizem que essa aflição é demoníaca.

Questionei-lhe porque o bispo não conseguia libertá-lo totalmente, já que sua possessão se manifestava semanalmente há dois anos. Explicaram-lhe que esse tipo de demônio é muito esperto. Quando o expulsavam da mente, corria para o espírito. Do espírito se escondia na vontade e da vontade pulava para a alma. Desta forma, continuava cativo mesmo já batizado e mesmo havendo terminado o seu curso sobre plenitude do Espírito Santo. Mostrei-lhe que não era possesso, apenas um inocente útil. Um joguete nas mãos dos líderes que precisavam de pessoas sugestionáveis para valorizar os cultos de libertação da sexta-feira.


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fonte: http://webbethel.com/gondim09.htm
Postado por Alberto M. de Oliveira (Betochurch) às 15:15 0 comentários
Primeiro episódio.
Quatro episódios e muitas inquietações.
pr Ricardo Gondim Rodrigues
Primeiro episódio.

A pastora Miriam Silva prometera algumas surpresas para o próximo culto. Na data marcada uma pequena multidão superlotou o seu auditório em São Paulo. Disputavam lugares até nos corredores. O ar pastoso do calor não inibia a euforia que passava de pessoa para pessoa. Ondas de uma eletricidade emocional causavam arrepios em todos. Cantaram-se alguns hinos; todos convocando os crentes para uma batalha. De repente, as portas que ladeiam a plataforma do templo se abriram e a pastora Miriam entrou. Vinha acompanhada por alguns dos seus oficiais. Apareceu trajando um uniforme militar com camuflagem e carregando uma baioneta pendurada no cinto. Marchou até o centro, sempre rodeada de seus oficiais. Todos igualmente fantasiados. A voltagem subia a cada hino que se cantava. De repente abriu-se mais uma porta e seis homens surgiram carregando um caixão de defuntos nos ombros. Os gazofilácios serviram de apoio para repousarem a urna funerária diante do povo. Agora o frenesi emocional misturava-se à perplexidade. Tudo se mostrava inusitado demais. A pastora Miriam sacou a baioneta e com ela em punho começou a pregar o seu sermão. Culpava a cultura romana pelos percalços da nação brasileira. Afirmou que somos pobres, vivemos no meio da violência e estacionamos em nosso desenvolvimento devido ao “espírito de Roma”. “Esse espírito”, continuou com a voz afetada, “nos ensinou a guardar o domingo e batizar crianças. Temos que matar e esfaquear esse espírito, ele não provém de Deus”. Depois de mais de meia hora condenando o “espírito de Roma”, convocou a todos no auditório a verificarem se suas próprias vidas também não estariam contaminadas com o tal espírito. Abriram o caixão e as pessoas trouxeram um papel escrito, indicando de que maneira estavam maculados por Roma. Quando se aproximavam do caixão, enxergavam-se num espelho estrategicamente colocado no lugar onde repousaria a cabeça do morto. Depois que todos depositaram seus pedaços de papel naquele móvel sinistro, repuseram a sua tampa e esperaram o próximo movimento da pastora. Ela desceu com a baioneta em posição de ataque e logo começou a esfaquear o caixão com força. Lancetava com tanto furor que lascas de madeira voavam pelo espaço. Ao terminar com a sua coreografia, deixou claro para o seu auditório que aquilo não fora apenas uma encenação. Eles haviam presenciado um “ato profético”. Prometeu que depois daquele evento, Deus reverteria a sorte do Brasil.

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fonte: http://webbethel.com/gondim09.htm
Qual Lei Deveria Submeter-nos Hoje em Dia?

Algumas pessoas perguntam: "Se os Dez Mandamentos foram removidos, isso não tornaria correto roubar, mentir, assassinar, etc.?" Então, considere o que a Bíblia diz sobre a lei que hoje devemos seguir.

Hoje devemos obedecer aos Mandamentos do Novo Testamento.

§ Jesus não somente removeu o Velho Testamento, ele substituiu pelo Novo Testamento.

A razão pela qual a velha aliança não é necessária agora é que uma lei diferente tomou o seu lugar.

Hebreus 10:9,10 - Jesus removeu o primeiro testamento para que ele pudesse estabelecer o segundo (veja Hebreus 8:6-9; 7:22; 2 Coríntios 3:6).

Romanos 7:4 - Fomos libertados da lei para que pudéssemos nos unir a Cristo.

Gálatas 3:24-27 - Não estamos debaixo do aio (a velha lei), porque a fé do evangelho chegou.

Uma ilustração: Brasil esteve, antigamente, sujeito às Ordenações do Reino de Portugal; depois da Independência, estivemos sob a Constituição do Império, e agora estamos sob a Constituição Republicana. Do mesmo modo, Deus providenciou para o homem, primeiro o regulamento patriarcal, depois as leis do Sinai e, agora, o Evangelho, ou Novo Testamento. Não estamos mais sujeitos nem às leis do Império, nem às do Velho Testamento.

§ Esta mudança ocorreu como resultado da morte de Jesus.

Colossenses 2:14 - Ele cancelou as primeiras ordenanças, encravando-as em sua cruz.

Efésios 2:13-16 - Ele aboliu a velha lei através do seu sangue, derramado na cruz (v. 13,16).

Hebreus 9:16,17 - Como no caso de qualquer testamento, Jesus tinha que morrer para que seu testamento tivesse força. A velha lei esteve em vigor até que Jesus morresse então ela foi substituída pela Nova Aliança (veja Gálatas 3:13; Romanos 7:4).

§ Este Novo Testamento também contém mandamentos e leis que temos de obedecer.

Mateus 28:18-20 - Jesus possui toda a autoridade, então devemos obedecer a todos os seus mandamentos.

1 Coríntios 14:3 - 7 - Os mandamentos escritos no Novo Testamento são os mandamentos do Senhor.

1 Coríntios 9:20,21 - Paulo não estava debaixo da lei dos judeus, mas sob a lei de Cristo.

Tiago 1:18,25O evangelho é a lei perfeita da liberdade, pela qual seremos julgados (João 12:48; 1 Pedro 1:22-25; Romanos 6:17,18; Atos 3:20-23; Isaías 2:1-4).

Deus não removeu a velha lei para que pudéssemos ficar sem lei, mas para que pudéssemos servi-lo nas condições do Novo Testamento. Há mandamentos para obedecermos, mas estes são os mandamentos do Novo Testamento e não aqueles do Velho Testamento.

§ O Novo Testamento jamais será substituído por qualquer outra lei na terra.

Aprendemos que, durante todo o tempo em que o Velho Testamento esteve em vigor, Deus tinha planos para substituí-lo, finalmente. Será o Novo Testamento, do mesmo modo, substituído por outro sistema de mandamentos para os homens, na terra?

2 Coríntios 3:6-11 - A primeira aliança desapareceu para que pudesse ser trocada por aquela que permanece (não desvanece).

Hebreus 12:27,28 (veja v. 18-29) - A lei dada no Sinai foi abalada (removida) para que ela pudesse ser substituída por outra (o Novo Testamento) que jamais será abalada, mas permanecerá.

A razão pela qual o Velho Testamento teve que ser substituído foi que ele tinha sacrifícios que não podiam retirar a culpa permanentemente. Estes sacrifícios foram oferecidos por sacerdotes que, eles próprios, eram pecadores. O Novo Testamento tem o sacrifício de Jesus, que pode tirar todos os pecados, de modo que não sejam mais lembrados. Este sacrifício foi oferecido pelo Sumo Sacerdote, eterno e sem pecado, o próprio Jesus Cristo (Hebreus 10:1-18; 7:11-28; 8:6-9; 9:11-28; Romanos 1:16; Marcos 16:15,16).

Judas 3 - A fé do evangelho foi entregue aos santos uma vez por todas. "Uma vez" é a mesma palavra usada para a morte de Jesus, em contraste com o sacrifício de animais (Hebreus 10:10-14; 7:27; 9:12,25-28).

Os animais tinham de ser oferecidos repetidamente, porque eles não tiravam a culpa permanentemente. Jesus ofereceu o sacrifício perfeito, que não precisa ser substituído por qualquer outra coisa. Do mesmo modo, o evangelho é dado aos homens "uma vez". É a última palavra de Deus ao homem. Ele é tão perfeito que jamais será mudado ou substituído por Deus, enquanto o mundo existir (veja Tiago 1:25; 1 Coríntios 13:8-13).

Alguns mandamentos do Novo Testamento são semelhantes aos do Velho Testamento, mas outros não são.

Nove dos Dez Mandamentos, por exemplo, são repetidos no Novo Testamento

1. Nenhum Deus além de Jeová - 1 Coríntios 8:4; Atos 14:15

2. Nenhuma imagem esculpida - Gálatas 5:19-21; Romanos 1:22,23

3. Não tomar o nome de Deus em vão - Tiago 5:12

4. Lembrar-se do sábado - Este mandamento é o único dos dez que não é repetido em nenhuma parte do Novo Testamento.

5. Honrar seus pais - Efésios 6:2,3

6. Não matar - Romanos 13:8-10

7. Não cometer adultério - Romanos 13:8-10; 1 Coríntios 6:9,10

8. Não roubar - Romanos 13:8-10; Efésios 4:28

9. Não prestar falso testemunho - Apocalipse 21:8; 22:15

10. Não cobiçar - Romanos 13:8-10; Efésios 5:8.

Os mandamentos que são repetidos no Novo Testamento obedecemos, não porque estavam no Velho Testamento, mas porque estão no Novo Testamento.

§ Muitas práticas do Novo Testamento diferem das práticas do Velho Testamento.

VELHO TESTAMENTO

NOVO TESTAMENTO

Sacrifício de animais+Sacrifício de Jesus (Hebreus 10:9-18)

Sumo sacerdote humano+Sacerdócio de Jesus (Hebreus 9:11-14)

Templo físico+Templo espiritual (1 Coríntios 3:16)

Circuncisão carnal+Corações circuncidados (Romanos 2:28-29)

Música instrumental+Canto (Efésios 5:19; Colossenses 3:16)

Dízimo (Hebreus 7:5)+Doações livres (1 Coríntios 16:1-2)

Sábado e dias santos+Primeiro dia da semana (Atos 20:7)

Compare Romanos 7:2-6 - Uma mulher não está sujeita à autoridade de dois maridos a um só tempo. Se seu primeiro esposo morrer, seu segundo esposo pode ter gostos diferentes dos de seu primeiro esposo, mas em alguns pontos, ambos poderão ter os mesmos gostos. Entretanto, os hábitos do primeiro esposo, agora, não obrigam mais a esposa. Se ela faz coisas semelhantes às que costumava fazer antes, é porque o segundo esposo está de acordo, e não porque era a vontade do primeiro esposo.

Da mesma maneira, estamos sob a Nova Aliança e não sob a Velha Aliança (incluindo-se os Dez Mandamentos) . As leis são um tanto similares e outro tanto diferentes (veja Hebreus 8:9). Mas nenhuma das exigências da Primeira Aliança tem qualquer poder, hoje. Onde as leis forem diferentes, seguimos a Segunda Aliança, e não a primeira. Onde as leis forem similares, obedecemos, não porque a primeira lei assim dizia, mas porque a Nova Aliança assim ordena.

Nosso dia específico para adoração é o primeiro dia da semana e não o sétimo.

§ Muitos acontecimentos importantes no Novo Testamento ocorreram no primeiro dia da semana.

• Jesus levantou-se dentre os mortos (Marcos 16:9; Mateus 28:1-6).

• As primeiras aparições de Jesus para provar que ele havia ressuscitado (João 20:19; Marcos 16:2,9; Mateus 28:1,6-10).

• No dia em que o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos, o evangelho foi pregado como estando em vigor pela primeira vez, as pessoas obedeceram pela primeira vez e a igreja começou; tudo isto estava no Pentecoste, que foi num primeiro dia da semana (Atos 2; Levítico 23:15,16).

Todos estes acontecimentos importantes ocorreram no primeiro dia da semana. Qual acontecimento importante no Novo Testamento ocorreu no sétimo dia da semana? Nenhum. Não deveria surpreender- nos, portanto, ver um significado especial para o primeiro dia da semana, na igreja do Novo Testamento.

§ No Novo Testamento, os cristãos faziam a coleta e se encontravam para a Ceia do Senhor no primeiro dia da semana.

1 Coríntios 16:1-2 - Foi ordenada, a igreja, fazer a coleta no primeiro dia da semana. Qual passagem diz para a igreja fazer coletas no sétimo dia?

Atos 20:7 - A igreja tinha a Ceia do Senhor regularmente, e eles se reuniam para tomá-la. (Atos 2:42; Hebreus 10:25; 1 Coríntios 11:17,18,20) . Quando eles se reuniam para tomá-la? No primeiro dia da semana. A passagem diz no "primeiro dia da semana", e não é possível que isso seja o mesmo que no "sétimo dia da semana".

Alguns dizem que "partir o pão" pode se referir a uma refeição comum. Mas é uma expressão comum para a Ceia do Senhor (Mateus 26:26; Marcos 14:22; 1 Coríntios 10:16; 11:23,24; Atos 2:42). Sabemos que Atos 20:7 se refere à Ceia do Senhor porque o trecho mostra, claramente, que esta era uma assembléia de adoração. E Paulo, que pregava nesta ocasião, já havia ensinado que somente a Ceia do Senhor, não as refeições comuns, deveria ser tomada na assembléia de adoração (1 Coríntios 11:17-34).

O significado do dia é também mostrado pelo fato que Paulo esperou 7 dias para se encontrar com os discípulos no primeiro dia (v. 6,7). Mas ele estava com pressa (v. 16), tanto que ele partiu ao clarear o dia seguinte, mesmo ele estando acordado toda a noite, com a igreja (v. 11).

Note mais ainda que, se a igreja tivesse se reunido no sétimo dia da semana para partir o pão, Paulo poderia ter poupado todo o seu esforço e partido um dia antes. Se o sétimo dia é o dia especial para a adoração cristã, e o primeiro não tem significado, por que o primeiro dia é mencionado e o sétimo não? E por que Paulo se deu a tanto trabalho para se encontrar com a igreja no primeiro dia?

O único dia autorizado para a igreja do Novo Testamento tomar a Ceia do Senhor e fazer a coleta é o primeiro dia da semana. Nenhuma passagem em qualquer parte da Bíblia autoriza a igreja a fazer estas coisas no sétimo dia.

§ Alguns afirmam que Jesus e Paulo guardaram o sábado.

Jesus viveu sob a velha lei (Gálatas 4:4), então, naturalmente, Ele guardou o sábado (Lucas 4:16; etc.) Como já aprendemos, a lei não foi removida até ele morrer.

Ele também foi circuncidado (Lucas 2:21), teve animais oferecidos por ele (Lucas 2:22-24), ensinou a outros a oferecerem animais (Mateus 8:4; Marcos 1:44; Lucas 2:22; veja Levítico 14:1-32), observou os dias festivos (Lucas 2:41; Mateus 26:17), e mostrou grande zelo pelo templo físico (João 2:13-17). Ele ensinou outros a observarem todas as coisas ensinadas por aqueles que se assentavam na cadeira de Moisés (Mateus 23:2,4). Todos nós temos que fazer todas estas coisas, hoje em dia, por que ele as fez?

Mas não há evidência de que Paulo, ou qualquer outro homem inspirado, observou o sábado como obediência a mandamento divino, depois da morte de Jesus. As passagens usadas para "provar" que ele assim fez são todas referentes a assembléias de judeus não convertidos (Atos 13:14,42 44; 15:20,21; 16:13; 17:1-3; 18:4). Nenhuma destas se refere a uma assembléia de cristãos reunindo-se para observar o sábado religiosamente. Nenhuma passagem diz aos gentios para guardarem o sábado. Mas Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:1,2 se referem a atividades de cristãos no primeiro dia. E as passagens dizem que Paulo entrou nas sinagogas com o propósito de ensinar aos judeus que ali congregavam (Atos 13:5,14,16,42 44; 14:1; 17:1-3; 18:4,5). Os judeus guardavam o sábado, como tinham feito por gerações (Atos 15:20,21) porque eles não acreditavam que nada do Velho Testamento tivesse sido removido. Suas assembléias ofereciam ótimas oportunidades para Paulo ensinar. Mas nenhuma passagem diz que ele compareceu com o propósito de observar o sábado. Já citamos vários versículos de Paulo mostrando que a lei, incluindo-se o sábado, não está em vigor.

Usar uma oportunidade para ensinar não é o mesmo que observar um dia religioso. Os apóstolos ensinaram outras vezes e em outros lugares também (Atos 5:42; 17:17,22; 19:9; 20:7,31). Deveríamos considerar estes lugares e dias para serem guardados religiosamente, porque eles estiveram lá? Do mesmo modo, se as pessoas que guardam o sábado nos permitirem, iremos alegremente comparecer a suas reuniões do sábado, para ensinar-lhes a verdade, mas não estaríamos fazendo isso para observar o sábado.

As pessoas que guardam o sábado, às vezes, desprezam a evidência que dá especial significado ao primeiro dia da semana. Mas, quando alguém observa a "prova" do Novo Testamento, oferecida para a guarda do sétimo dia, ele vê, por comparação, quanto mais evidência há para o primeiro dia. Se as pessoas que guardam o sábado tivessem versículos falando do sétimo dia, como Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:1,2 e outras passagens que falam do primeiro dia, pode estar certo de que elas as considerariam provas muito convincentes.

Não dizemos que o primeiro dia da semana é o "sábado cristão". Um sábado é um dia de descanso e nenhuma passagem do Novo Testamento diz para descansarmos no primeiro dia, ou outro dia em particular. Não há "sábado cristão". Mas o primeiro dia é um dia especial de adoração, no qual fazemos atos de adoração, que não são autorizados em nenhum outro dia Atos 20:7 – No primeiro dia da semana.Este se tornará o dia regular em que os crentes em Jesus se reuniam para adoração, em lembrança da ressurreição de Cristo, que ocorrerá num domingo.


Conclusão

A Bíblia ensina que a Lei do Velho Testamento, inteira, foi removida pelo próprio Deus. Nada dela vigora hoje em dia, como lei ou como autorização para qualquer prática religiosa. Isto inclui os Dez Mandamentos e o sábado.

Agora, vivemos sob o Novo Testamento. Cada prática, para a igreja, tem que ser autorizada pelo evangelho. Se nenhuma autorização puder ser encontrada no Novo Testamento para uma prática, então ela deverá ser abandonada, sem considerar se ela era ou não praticada no Velho Testamento.

A Nova Aliança é um sistema melhor, tendo uma melhor esperança, e construída sobre melhores promessas (Hebreus 7:22; 8:6; 9:23; 7:19). Não se embarasse novamente na servidão da Velha Lei.

Márcio Melânia

Postado por Carlos R. Cavalcanti em http://ubeblog.ning.com/forum/topics/qual-lei-deveria-submeternos
Só o fato de reconhecermos que ainda há Leis, Mandamentos (esquecidos) que não foram abolidos com o advento do Novo Testamento, Nova Aliança (Graça) e que devem ser observados (cumpridos) ainda hoje, já terá sido um grande passo a caminho da Restauração.
O fato de reconhecermos que ainda há Leis, Mandamentos (esquecidos>apostasia) que não foram abolidos com o advento do Novo Testamento, Nova Aliança (Graça) e, que devem ser observados (cumpridos) ainda hoje conforme artigo a seguir, já terá sido um grande passo a caminho da Restauração.
Algumas pessoas perguntam: "Se os Dez Mandamentos foram removidos, isso não tornaria correto roubar, mentir, assassinar, etc.?" Então, considere o que a Bíblia diz sobre a lei que hoje devemos seguir. Hoje devemos obedecer aos Mandamentos do Novo Testamento. § Jesus não somente removeu o Velho Testamento, ele substituiu pelo Novo Testamento.

A razão pela qual a velha aliança não é necessária agora é que uma lei diferente tomou o seu lugar.

Hebreus 10:9,10 - Jesus removeu o primeiro testamento para que ele pudesse estabelecer o segundo (veja Hebreus 8:6-9; 7:22; 2 Coríntios 3:6).

Romanos 7:4 - Fomos libertados da lei para que pudéssemos nos unir a Cristo.

Gálatas 3:24-27 - Não estamos debaixo do aio (a velha lei), porque a fé do evangelho chegou.

Uma ilustração: Brasil esteve, antigamente, sujeito às Ordenações do Reino de Portugal; depois da Independência, estivemos sob a Constituição do Império, e agora estamos sob a Constituição Republicana. Do mesmo modo, Deus providenciou para o homem, primeiro o regulamento patriarcal, depois as leis do Sinai e, agora, o Evangelho, ou Novo Testamento. Não estamos mais sujeitos nem às leis do Império, nem às do Velho Testamento.

§ Esta mudança ocorreu como resultado da morte de Jesus.

Colossenses 2:14 - Ele cancelou as primeiras ordenanças, encravando-as em sua cruz.

Efésios 2:13-16 - Ele aboliu a velha lei através do seu sangue, derramado na cruz (v. 13,16).

Hebreus 9:16,17 - Como no caso de qualquer testamento, Jesus tinha que morrer para que seu testamento tivesse força. A velha lei esteve em vigor até que Jesus morresse então ela foi substituída pela Nova Aliança (veja Gálatas 3:13; Romanos 7:4).

§ Este Novo Testamento também contém mandamentos e leis que temos de obedecer.

Mateus 28:18-20 - Jesus possui toda a autoridade, então devemos obedecer a todos os seus mandamentos.

1 Coríntios 14:3 - 7 - Os mandamentos escritos no Novo Testamento são os mandamentos do Senhor.

1 Coríntios 9:20,21 - Paulo não estava debaixo da lei dos judeus, mas sob a lei de Cristo.

Tiago 1:18,25O evangelho é a lei perfeita da liberdade, pela qual seremos julgados (João 12:48; 1 Pedro 1:22-25; Romanos 6:17,18; Atos 3:20-23; Isaías 2:1-4).

Deus não removeu a velha lei para que pudéssemos ficar sem lei, mas para que pudéssemos servi-lo nas condições do Novo Testamento. Há mandamentos para obedecermos, mas estes são os mandamentos do Novo Testamento e não aqueles do Velho Testamento.

§ O Novo Testamento jamais será substituído por qualquer outra lei na terra.

Aprendemos que, durante todo o tempo em que o Velho Testamento esteve em vigor, Deus tinha planos para substituí-lo, finalmente. Será o Novo Testamento, do mesmo modo, substituído por outro sistema de mandamentos para os homens, na terra?

2 Coríntios 3:6-11 - A primeira aliança desapareceu para que pudesse ser trocada por aquela que permanece (não desvanece).

Hebreus 12:27,28 (veja v. 18-29) - A lei dada no Sinai foi abalada (removida) para que ela pudesse ser substituída por outra (o Novo Testamento) que jamais será abalada, mas permanecerá.

A razão pela qual o Velho Testamento teve que ser substituído foi que ele tinha sacrifícios que não podiam retirar a culpa permanentemente. Estes sacrifícios foram oferecidos por sacerdotes que, eles próprios, eram pecadores. O Novo Testamento tem o sacrifício de Jesus, que pode tirar todos os pecados, de modo que não sejam mais lembrados. Este sacrifício foi oferecido pelo Sumo Sacerdote, eterno e sem pecado, o próprio Jesus Cristo (Hebreus 10:1-18; 7:11-28; 8:6-9; 9:11-28; Romanos 1:16; Marcos 16:15,16).

Judas 3 - A fé do evangelho foi entregue aos santos uma vez por todas. "Uma vez" é a mesma palavra usada para a morte de Jesus, em contraste com o sacrifício de animais (Hebreus 10:10-14; 7:27; 9:12,25-28).

Os animais tinham de ser oferecidos repetidamente, porque eles não tiravam a culpa permanentemente. Jesus ofereceu o sacrifício perfeito, que não precisa ser substituído por qualquer outra coisa. Do mesmo modo, o evangelho é dado aos homens "uma vez". É a última palavra de Deus ao homem. Ele é tão perfeito que jamais será mudado ou substituído por Deus, enquanto o mundo existir (veja Tiago 1:25; 1 Coríntios 13:8-13).

Alguns mandamentos do Novo Testamento são semelhantes aos do Velho Testamento, mas outros não são.

Nove dos Dez Mandamentos, por exemplo, são repetidos no Novo Testamento

1. Nenhum Deus além de Jeová - 1 Coríntios 8:4; Atos 14:15

2. Nenhuma imagem esculpida - Gálatas 5:19-21; Romanos 1:22,23

3. Não tomar o nome de Deus em vão - Tiago 5:12

4. Lembrar-se do sábado - Este mandamento é o único dos dez que não é repetido em nenhuma parte do Novo Testamento.

5. Honrar seus pais - Efésios 6:2,3

6. Não matar - Romanos 13:8-10

7. Não cometer adultério - Romanos 13:8-10; 1 Coríntios 6:9,10

8. Não roubar - Romanos 13:8-10; Efésios 4:28

9. Não prestar falso testemunho - Apocalipse 21:8; 22:15

10. Não cobiçar - Romanos 13:8-10; Efésios 5:8.

Os mandamentos que são repetidos no Novo Testamento obedecemos, não porque estavam no Velho Testamento, mas porque estão no Novo Testamento.

§ Muitas práticas do Novo Testamento diferem das práticas do Velho Testamento.

VELHO TESTAMENTO

NOVO TESTAMENTO

Sacrifício de animais+Sacrifício de Jesus (Hebreus 10:9-18)

Sumo sacerdote humano+Sacerdócio de Jesus (Hebreus 9:11-14)

Templo físico+Templo espiritual (1 Coríntios 3:16)

Circuncisão carnal+Corações circuncidados (Romanos 2:28-29)

Música instrumental+Canto (Efésios 5:19; Colossenses 3:16)

Dízimo (Hebreus 7:5)+Doações livres (1 Coríntios 16:1-2)

Sábado e dias santos+Primeiro dia da semana (Atos 20:7)

Compare Romanos 7:2-6 - Uma mulher não está sujeita à autoridade de dois maridos a um só tempo. Se seu primeiro esposo morrer, seu segundo esposo pode ter gostos diferentes dos de seu primeiro esposo, mas em alguns pontos, ambos poderão ter os mesmos gostos. Entretanto, os hábitos do primeiro esposo, agora, não obrigam mais a esposa. Se ela faz coisas semelhantes às que costumava fazer antes, é porque o segundo esposo está de acordo, e não porque era a vontade do primeiro esposo.

Da mesma maneira, estamos sob a Nova Aliança e não sob a Velha Aliança (incluindo-se os Dez Mandamentos) . As leis são um tanto similares e outro tanto diferentes (veja Hebreus 8:9). Mas nenhuma das exigências da Primeira Aliança tem qualquer poder, hoje. Onde as leis forem diferentes, seguimos a Segunda Aliança, e não a primeira. Onde as leis forem similares, obedecemos, não porque a primeira lei assim dizia, mas porque a Nova Aliança assim ordena.

Nosso dia específico para adoração é o primeiro dia da semana e não o sétimo.

§ Muitos acontecimentos importantes no Novo Testamento ocorreram no primeiro dia da semana.

• Jesus levantou-se dentre os mortos (Marcos 16:9; Mateus 28:1-6).

• As primeiras aparições de Jesus para provar que ele havia ressuscitado (João 20:19; Marcos 16:2,9; Mateus 28:1,6-10).

• No dia em que o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos, o evangelho foi pregado como estando em vigor pela primeira vez, as pessoas obedeceram pela primeira vez e a igreja começou; tudo isto estava no Pentecoste, que foi num primeiro dia da semana (Atos 2; Levítico 23:15,16).

Todos estes acontecimentos importantes ocorreram no primeiro dia da semana. Qual acontecimento importante no Novo Testamento ocorreu no sétimo dia da semana? Nenhum. Não deveria surpreender- nos, portanto, ver um significado especial para o primeiro dia da semana, na igreja do Novo Testamento.

§ No Novo Testamento, os cristãos faziam a coleta e se encontravam para a Ceia do Senhor no primeiro dia da semana.

1 Coríntios 16:1-2 - Foi ordenada, a igreja, fazer a coleta no primeiro dia da semana. Qual passagem diz para a igreja fazer coletas no sétimo dia?

Atos 20:7 - A igreja tinha a Ceia do Senhor regularmente, e eles se reuniam para tomá-la. (Atos 2:42; Hebreus 10:25; 1 Coríntios 11:17,18,20) . Quando eles se reuniam para tomá-la? No primeiro dia da semana. A passagem diz no "primeiro dia da semana", e não é possível que isso seja o mesmo que no "sétimo dia da semana".

Alguns dizem que "partir o pão" pode se referir a uma refeição comum. Mas é uma expressão comum para a Ceia do Senhor (Mateus 26:26; Marcos 14:22; 1 Coríntios 10:16; 11:23,24; Atos 2:42). Sabemos que Atos 20:7 se refere à Ceia do Senhor porque o trecho mostra, claramente, que esta era uma assembléia de adoração. E Paulo, que pregava nesta ocasião, já havia ensinado que somente a Ceia do Senhor, não as refeições comuns, deveria ser tomada na assembléia de adoração (1 Coríntios 11:17-34).

O significado do dia é também mostrado pelo fato que Paulo esperou 7 dias para se encontrar com os discípulos no primeiro dia (v. 6,7). Mas ele estava com pressa (v. 16), tanto que ele partiu ao clarear o dia seguinte, mesmo ele estando acordado toda a noite, com a igreja (v. 11).

Note mais ainda que, se a igreja tivesse se reunido no sétimo dia da semana para partir o pão, Paulo poderia ter poupado todo o seu esforço e partido um dia antes. Se o sétimo dia é o dia especial para a adoração cristã, e o primeiro não tem significado, por que o primeiro dia é mencionado e o sétimo não? E por que Paulo se deu a tanto trabalho para se encontrar com a igreja no primeiro dia?

O único dia autorizado para a igreja do Novo Testamento tomar a Ceia do Senhor e fazer a coleta é o primeiro dia da semana. Nenhuma passagem em qualquer parte da Bíblia autoriza a igreja a fazer estas coisas no sétimo dia.

§ Alguns afirmam que Jesus e Paulo guardaram o sábado.

Jesus viveu sob a velha lei (Gálatas 4:4), então, naturalmente, Ele guardou o sábado (Lucas 4:16; etc.) Como já aprendemos, a lei não foi removida até ele morrer.

Ele também foi circuncidado (Lucas 2:21), teve animais oferecidos por ele (Lucas 2:22-24), ensinou a outros a oferecerem animais (Mateus 8:4; Marcos 1:44; Lucas 2:22; veja Levítico 14:1-32), observou os dias festivos (Lucas 2:41; Mateus 26:17), e mostrou grande zelo pelo templo físico (João 2:13-17). Ele ensinou outros a observarem todas as coisas ensinadas por aqueles que se assentavam na cadeira de Moisés (Mateus 23:2,4). Todos nós temos que fazer todas estas coisas, hoje em dia, por que ele as fez?

Mas não há evidência de que Paulo, ou qualquer outro homem inspirado, observou o sábado como obediência a mandamento divino, depois da morte de Jesus. As passagens usadas para "provar" que ele assim fez são todas referentes a assembléias de judeus não convertidos (Atos 13:14,42 44; 15:20,21; 16:13; 17:1-3; 18:4). Nenhuma destas se refere a uma assembléia de cristãos reunindo-se para observar o sábado religiosamente. Nenhuma passagem diz aos gentios para guardarem o sábado. Mas Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:1,2 se referem a atividades de cristãos no primeiro dia. E as passagens dizem que Paulo entrou nas sinagogas com o propósito de ensinar aos judeus que ali congregavam (Atos 13:5,14,16,42 44; 14:1; 17:1-3; 18:4,5). Os judeus guardavam o sábado, como tinham feito por gerações (Atos 15:20,21) porque eles não acreditavam que nada do Velho Testamento tivesse sido removido. Suas assembléias ofereciam ótimas oportunidades para Paulo ensinar. Mas nenhuma passagem diz que ele compareceu com o propósito de observar o sábado. Já citamos vários versículos de Paulo mostrando que a lei, incluindo-se o sábado, não está em vigor.

Usar uma oportunidade para ensinar não é o mesmo que observar um dia religioso. Os apóstolos ensinaram outras vezes e em outros lugares também (Atos 5:42; 17:17,22; 19:9; 20:7,31). Deveríamos considerar estes lugares e dias para serem guardados religiosamente, porque eles estiveram lá? Do mesmo modo, se as pessoas que guardam o sábado nos permitirem, iremos alegremente comparecer a suas reuniões do sábado, para ensinar-lhes a verdade, mas não estaríamos fazendo isso para observar o sábado.

As pessoas que guardam o sábado, às vezes, desprezam a evidência que dá especial significado ao primeiro dia da semana. Mas, quando alguém observa a "prova" do Novo Testamento, oferecida para a guarda do sétimo dia, ele vê, por comparação, quanto mais evidência há para o primeiro dia. Se as pessoas que guardam o sábado tivessem versículos falando do sétimo dia, como Atos 20:7 e 1 Coríntios 16:1,2 e outras passagens que falam do primeiro dia, pode estar certo de que elas as considerariam provas muito convincentes.

Não dizemos que o primeiro dia da semana é o "sábado cristão". Um sábado é um dia de descanso e nenhuma passagem do Novo Testamento diz para descansarmos no primeiro dia, ou outro dia em particular. Não há "sábado cristão". Mas o primeiro dia é um dia especial de adoração, no qual fazemos atos de adoração, que não são autorizados em nenhum outro dia Atos 20:7 – No primeiro dia da semana.Este se tornará o dia regular em que os crentes em Jesus se reuniam para adoração, em lembrança da ressurreição de Cristo, que ocorrerá num domingo.


Conclusão

A Bíblia ensina que a Lei do Velho Testamento, inteira, foi removida pelo próprio Deus. Nada dela vigora hoje em dia, como lei ou como autorização para qualquer prática religiosa. Isto inclui os Dez Mandamentos e o sábado.

Agora, vivemos sob o Novo Testamento. Cada prática, para a igreja, tem que ser autorizada pelo evangelho. Se nenhuma autorização puder ser encontrada no Novo Testamento para uma prática, então ela deverá ser abandonada, sem considerar se ela era ou não praticada no Velho Testamento.

A Nova Aliança é um sistema melhor, tendo uma melhor esperança, e construída sobre melhores promessas (Hebreus 7:22; 8:6; 9:23; 7:19). Não se embarasse novamente na servidão da Velha Lei.

Márcio Melânia

Postado por Carlos R. Cavalcanti em http://ubeblog.ning.com/forum/topics/qual-lei-deveria-submeternos
Alderi Souza de Matos

A reforma tem a ver com o resgate das convicções básicas da fé cristã e o reavivamento, com o aprofundamento da vida cristã. Sem avivamento, a reforma pode tornar-se fria, formal e árida, reduzindo-se a uma mera preocupação com a ortodoxia. Sem reforma, o avivamento pode descambar para o emocionalismo superficial e efêmero. Os dois fenômenos nem sempre caminham juntos, mas deveriam caminhar.

Este é o veredicto do historiador Alderi Souza de Matos, 52 anos, do Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo.

Com graduação em direito e filosofia, mestrado em teologia e doutorado em história, Alderi considera-se seguidor de Jesus Cristo desde pequeno. A vocação ministerial despontou em 1969, quando ele participou de um retiro no Acampamento Palavra da Vida. No ano seguinte, aos 17 anos, já era aluno do Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas, SP.


Qual teria sido o primeiro movimento na história da igreja cristã que pode receber o nome de reforma?

Em um certo sentido, o movimento monástico. É interessante que, já no segundo século, os documentos cristãos atestam a ocorrência de um declínio no nível espiritual e ético da igreja. Por isso, os chamados “pais apostólicos” (textos da primeira metade daquele século) revelam uma preocupação quase obsessiva com a moralidade como o aspecto mais importante e decisivo da vida cristã. O cristianismo passou a ser entendido prioritariamente em termos de obediência a preceitos, em contraste com a ênfase na graça encontrada nos escritos do Novo Testamento. No terceiro século, muitos cristãos concluíram que não era possível viver a vida normal em sociedade e serem fiéis discípulos de Cristo. Inspirados pelas palavras do Mestre ao jovem rico (“Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me” – Mt 19.21), eles começam a retirar-se das cidades a fim de, na solidão e no isolamento, poderem se dedicar mais plenamente a Deus. Os dois mais famosos dentre esses “pais do deserto” foram Antão, no Egito, e Simeão Estilita, na Síria. Mais tarde, os monges deixaram de viver sós e passaram a reunir-se em comunidades – os cenóbios ou mosteiros. O monasticismo foi, durante muitos séculos, a principal fonte de renovação e reforma na vida da igreja.


Quem cunhou a célebre frase Ecclesia reformata et semper reformanda est? Ela é oportuna?

Não se sabe exatamente quando nem quem cunhou essa conhecida frase. Provavelmente ela surgiu após o período da Reforma, tendo se popularizado no século 19. Existem algumas versões da expressão: Ecclesia reformata et semper reformanda est (A igreja reformada está sempre se reformando) e Ecclesia reformata sed semper reformanda (A igreja é reformada, mas está sempre se reformando ou carecendo de reforma). Esse lema é inteiramente oportuno porque traduz a necessidade constante de reforma, ou seja, de retorno aos fundamentos bíblicos e cristãos que devem caracterizar a igreja. A frase ficou especialmente ligada à Segunda Reforma, ou Reforma Suíça, iniciada por Ulrico Zuínglio e João Calvino, que desde o século 16 ficou conhecida como Igreja Reformada ou Tradição Reformada. Uma ironia do protestantismo é que o mesmo surgiu com uma proposta contestadora, revolucionária e libertadora, mas constantemente corre o risco de tornar-se rígido, estático e conservador. Daí a necessidade contínua de reforma. Portanto, a frase é muito oportuna: ainda que não tenha sido usada pelos reformadores, eles certamente concordariam com o seu espírito.


Quando se fala em reforma, o que está em jogo: a questão teológica, a questão ética ou a questão litúrgica?

Todas as três. O aspecto mais básico é o teológico, ou seja, as verdades divinas que devem nortear a fé e a vida dos cristãos. Se a teologia não for correta, isso fatalmente terá conseqüências negativas para a ética e para o culto. Por exemplo, se uma teologia dá mais ênfase ao ser humano, suas necessidades, desejos e escolhas, do que a Deus e sua vontade, a ética e o culto daí resultantes também serão antropocêntricos, e não teocêntricos. Isso explica grande parte da crise de valores experimentada por tantos cristãos nos dias atuais. A boa teologia, por mais que não se aprecie essa expressão, é fundamental para a saúde moral e espiritual dos cristãos. E uma boa teologia significa uma teologia bíblica, equilibrada e consistente; uma teologia que resulta de uma saudável interpretação das Escrituras, que leva em conta “todo o conselho de Deus” e não apenas alguns aspectos do mesmo; uma teologia que não é individualista e subjetiva, mas que considera o legado de reflexão bíblica cuidadosa e reverente que recebemos do passado.


Reforma religiosa sempre provoca cisão na igreja?

Essa é uma ocorrência freqüente, em virtude das resistências que sempre se manifestam contra os movimentos reformadores por parte daqueles que desejam a manutenção do status quo, inclusive político-eclesiástico. Por outro lado, a maior parte das cisões que têm ocorrido entre os cristãos, especialmente protestantes, não decorre de anseios legítimos de reforma, mas de outros fatores, alguns muito pouco recomendáveis (personalismos, conflitos de liderança, ensinos questionáveis). Historicamente, a Igreja Católica tem demonstrado maior capacidade de absorver tentativas de reforma sem permitir divisões. Todavia, desde uma ótica protestante, as reformas católicas têm sido pouco radicais, limitando-se, na maioria das vezes, a questões administrativas. A chamada “Reforma Católica” do século 16, realizada pelo Concílio de Trento (1545-1563), foi uma reação contra o protestantismo e preocupou-se antes de tudo em reforçar, não em reconsiderar, os pontos que eram questionados pelos reformados.


Reforma religiosa e unidade da igreja — uma é mais importante que a outra?

O Novo Testamento nunca coloca a unidade da igreja como um bem supremo, como um valor que deve ser mantido a qualquer preço. É evidente que a unidade é importante, como expressão do desejo do próprio Jesus manifesto em sua oração sacerdotal (Jo 17) e como conseqüência do conceito paulino da igreja como corpo de Cristo. A questão central é o que se entende por “igreja”: seria a instituição visível ou o conjunto dos cristãos, estejam onde estiverem? Por exemplo: dois grupos podem estar dentro da mesma instituição e ainda assim estarem profundamente separados um do outro, sem nenhuma comunhão entre si. É o que acontece, por exemplo, com os integrantes da TFP e os partidários da Teologia da Libertação. Por outro lado, no meio evangélico membros de diferentes igrejas se tratam como irmãos e participam de projetos comuns. Onde está havendo mais unidade? Os cristãos devem se preocupar tanto com a pureza quanto com a unidade da igreja, sem sacrificar uma por causa da outra.


A reforma religiosa sob o ponto de vista da história costuma ser um processo vagaroso ou um acontecimento abrupto?

Nem uma coisa nem outra. A maior parte das reformas verificadas no cristianismo não ocorreram de modo muito rápido nem muito prolongado. Um bom exemplo é o pietismo alemão, o famoso movimento revitalizador do luteranismo no final do século 17 e início do século 18. O movimento surgiu e produziu os seus melhores frutos dentro de algumas décadas, sob a direção de dois líderes notáveis: Phillip Jacob Spener e August Hermann Francke. Outro exemplo relevante é o puritanismo inglês, um movimento de grande impacto renovador nas áreas da teologia, da espiritualidade e da pregação, que em poucas décadas afetou profundamente toda uma nação.


Por que a Reforma Protestante e a Reforma Tridentina não deram o mesmo resultado?

Por causa dos objetivos radicalmente diferentes das duas reformas. A reforma protestante foi um movimento contestador, restaurador, de retorno ao que os reformadores entendiam serem os fundamentos bíblicos dos quais a igreja romana havia se afastado. Por sua vez, a reforma católica foi um esforço de preservação da tradição e da identidade católica frente à contestação protestante.


Qual a diferença entre reforma e reavivamento? Os dois eventos caminham juntos?

A reforma tem a ver com a restauração da verdade bíblica, com o resgate das convicções básicas da fé cristã, em suma, com o aspecto teológico, doutrinário. O reavivamento está mais ligado à vida prática, à espiritualidade, à comunhão com Deus, ao aprofundamento da vida cristã. Sem avivamento, a reforma pode tornar-se fria, formal e árida, reduzindo-se a uma mera preocupação com a ortodoxia. Por outro lado, sem reforma, o avivamento pode descambar para o emocionalismo superficial e efêmero, para o individualismo que busca experiências arrebatadoras, mas sem um compromisso profundo com Deus e com a igreja. Os dois fenômenos nem sempre caminham juntos, mas deveriam caminhar. O apóstolo Paulo apresenta a fórmula ideal ao exortar os efésios: “Seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é o cabeça, Cristo” (Ef 4.15).


Houve algum desvio significativo na história recente da igreja (século 20) que justificaria uma reforma hoje?

A Igreja Católica demonstrou alguns elementos muito positivos ao longo do século 20, principalmente o despertamento para o clamor dos sofredores, a luta em prol da justiça social, a defesa da dignidade da vida humana. Outros eventos auspiciosos foram a renovação litúrgica e a abertura para o diálogo interconfessional em conseqüência do Concílio Vaticano II. Todavia, desde uma ótica protestante, essa grande e antiga igreja continua a carecer de reforma no âmbito teológico, em virtude da manutenção de convicções e práticas que não encontram respaldo escriturístico e que nunca foram aceitas pela igreja apostólica. O maior exemplo é o culto prestado a Maria e aos santos, que obscurece e relativiza a devoção plena e exclusiva que os cristãos devem à Trindade (“Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto” – Mt 4.10). No meio evangélico, por outro lado, ocorreram alguns desdobramentos preocupantes durante o século 20. Um deles foi o progressivo abandono das grandes verdades proclamadas pelos reformadores e seus herdeiros, as chamadas “doutrinas da graça”, em prol de uma teologia centralizada no ser humano, nas suas necessidades e nos seus desejos. Uma das principais áreas em que isso se reflete é o culto. Outro problema é a crescente assimilação, por parte dos evangélicos, dos valores da sociedade de consumo, mediante o discurso pretensamente bíblico da teologia da prosperidade e do sucesso. O resultado é uma espiritualidade imatura, egocêntrica e alienada dos problemas sociais.


Em 1989, o padre belga José Comblin, numa palestra pronunciada no seminário sobre Evangelização e Modernidade, promovido pela CNBB, em Brasília, disse que “a Igreja Católica vai ter que morrer para começar a falar em reforma”. Qual das três vertentes cristãs (católica romana, ortodoxa e protestante) é mais aberta a uma possível reforma?

Depende da natureza dessa reforma. Os católicos são mais abertos para reformas nas áreas administrativa (direito canônico), litúrgica e devocional, mas fortemente avessos a reconsiderações de suas posições no aspecto doutrinal. Os protestantes, por causa da sua própria história e mentalidade, têm maior abertura para mudanças nos aspectos teológico e comportamental. A igreja ortodoxa é a mais conservadora das grandes tradições cristãs.


Como situar o fenômeno pentecostal e carismático do início do século passado e, sobretudo, o fenômeno neopentecostal, bem mais recente? Essas igrejas são filhas da Reforma Protestante?

O fenômeno pentecostal surgiu nos primeiros anos do século 20, mas foi fruto de eventos que ocorreram no protestantismo americano ao longo de todo o século anterior, a partir do Segundo Grande Despertamento (1800-1830). Esse avivamento resultou em um grande crescimento da Igreja Metodista, com sua tradicional ênfase na santidade, no ativismo e no “perfeccionismo cristão”. Posteriormente, na segunda metade daquele século, surgiu dentro do metodismo o movimento de santidade (“holiness”), do qual, por sua vez, derivou o pentecostalismo. Os estudiosos dizem que o movimento holiness do século 19 já possuía todos os elementos do futuro pentecostalismo, exceto o falar em línguas como evidência do batismo com o Espírito Santo. Não deixa de ser significativo que o pentecostalismo teve grande aceitação em segmentos marginalizados da sociedade americana, como os negros e os imigrantes. Num segundo momento, a partir da década de 50, surgiu o movimento carismático, que foi a ocorrência de fenômenos e ênfases pentecostais na Igreja Católica e nas denominações protestantes históricas, também nos Estados Unidos. Já o neopentecostalismo, ou “pentecostalismo autônomo”, consiste em um fenômeno das últimas décadas do século 20. Num certo sentido, trata-se do pentecostalismo clássico levado às suas últimas implicações. Esse movimento mais recente mantém algumas características históricas do seu antecessor, mas ao mesmo tempo afasta-se dele em alguns aspectos importantes. O pentecostalismo clássico é conservador nos aspectos doutrinário e litúrgico, e estabelece forte dicotomia entre a igreja e a sociedade. O neopentecostalismo é inovador, está aberto para novas experimentações e não hesita em abraçar certos valores da cultura circundante. No Brasil, a Igreja Universal do Reino de Deus se coloca numa categoria à parte, mesmo entre os neopentecostais, por causa da sua ousadia quanto ao significado dos bens materiais, do uso de técnicas de marketing e das contínuas adaptações a elementos da religiosidade brasileira. Essas igrejas ainda podem ser consideradas filhas (ou netas) da Reforma Protestante, por manterem certos elementos básicos da mesma (justificação pela fé, ênfase nas Escrituras, sacramentos bíblicos etc.). Ao mesmo tempo, determinados grupos, especialmente neopentecostais, têm se afastado perigosamente de algumas ênfases centrais da Reforma ao darem destaque excessivo a experiências subjetivas e revelações especiais como norma de fé. Ou seja, praticam uma interpretação bíblica alegorizante e tendenciosa, ao dão aos seus líderes um papel crescente como mediadores das bênçãos divinas e especialmente privilegiam um entendimento pouco saudável da vida cristã em termos de uma transação com Deus, e não como uma dádiva graciosa do seu amor imerecido.


Na presente conjuntura histórica, o que você aconselha aos jovens que nasceram e cresceram na pós-modernidade?

Em primeiro lugar, a mentalidade pós-moderna é caracterizada pelo individualismo e o subjetivismo. O indivíduo se torna o centro de todas as coisas, e seus desejos, preferências e satisfação pessoal passam a ser os alvos supremos. Os jovens devem resistir a isso, procurando ir além dos projetos meramente individuais e cultivando o idealismo, a solidariedade, o envolvimento com os desafios e as oportunidades da vida comunitária. Isso pode ser desafiador, e exigir disciplina e algumas renúncias, mas é uma experiência que enriquece e aprofunda a vida. Outra característica negativa da pós-modernidade é o relativismo, a falta de referenciais seguros, de valores sólidos pelos quais vale a pena viver e morrer. Diante disso, os jovens cristãos devem cultivar uma identidade clara quanto à sua fé e procurar ter convicções firmes e consistentes, tanto doutrinárias quanto éticas. Por último, o pós-modernismo tem a tendência de supervalorizar as conquistas do presente e desprezar o passado. Os jovens moldados pela cultura pós-moderna precisam saber que o mundo não começou com eles, e que existe beleza e relevância em muitas coisas legadas pelas gerações anteriores.
IGREJA UM LUGAR EM TRANSFORMAÇÃO

Efésios 4.7-13; 5.27

Há alguns dias eu estive folheando as “Institutas da Religião Cristã”, um livro escrito por João Calvino no século dezesseis. João Calvino alertava os cristãos sobre alguns ensinamentos errados que existiam dentro da igreja do seu tempo. Naquela época, havia algumas pessoas imaginando que a igreja era um lugar formado por homens e mulheres perfeitos; gente pensando que o pecado não existia dentro da igreja, que os cristãos jamais erravam, que a santidade era plena em todos os crentes, que todos os cristãos já estavam completos e coisas do tipo.
Esse tipo de pensamento, que existia no século XVI, de alguma maneira continua existindo nos dias de hoje. Há muitos crentes imaginando que a igreja é um lugar perfeito, formado por pessoas perfeitas. Ignoram o fato de que a igreja é um lugar em transformação, constituída por pecadores que estão sendo, dia após dia, santificados pelo Espírito Santo, purificados pelo lavar da água mediante a Palavra, expressando os seus dons e ministérios específicos a fim de que sejam apresentados diante de Deus sem mancha nem ruga.
O apóstolo Paulo, escrevendo a sua carta aos Efésios, comentou sobre isso: “E a cada um de nós foi concedida a graça, conforme a medida repartida por Cristo. Por isso é que foi dito: Quando ele subiu em triunfo às alturas, levou cativos muitos prisioneiros, e deu dons aos homens. (Que significa "ele subiu", senão que também havia descido às profundezas da terra? Aquele que desceu é o mesmo que subiu acima de todos os céus, a fim de encher todas as coisas.) E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.” (Efésios 4.7-13)
Segundo Paulo, a igreja é uma comunidade dinâmica, em transformação. O corpo de Cristo ainda está sendo edificado (Efésios 4.12). Por isso, todos nós precisamos ser suporte uns para os outros, ajudar e respeitar uns aos outros. Jamais devemos ser impacientes com o outro que tem um ministério diferente do nosso ou não tem tanto conhecimento como nós. Antes, devemos ser suporte para todas as pessoas até que todos cheguemos à maturidade.
A Igreja é uma comunidade com dons diferentes
As pessoas, por causa da natureza pecaminosa, ainda têm a tendência de serem desequilibradas, ou melhor, de caminhar pelos extremos. Tal situação também acontece dentro da igreja. O cristão costuma imaginar que os dons ou ministérios que possui são sempre os mais importantes – por exemplo, se ele tem o ministério pastoral, ele imagina que todas as pessoas devem possuir esse mesmo ministério. Ele conclama as pessoas a atuarem da maneira como ele atua e, inconscientemente, produz uma situação de desequilíbrio dentro da igreja. Se todos forem pastores, onde estarão os evangelistas, os mestres? Se todos exercerem apenas um único dom ou ministério, onde estará o equilíbrio?
Quando escreve a sua carta à igreja de Éfeso, Paulo tem por objetivo chamar os cristãos ao equilíbrio. Ele mostra que a igreja está em transformação. Ela é dinâmica e, por isso, possui vários dons e ministérios diferentes. Na verdade, escreve Paulo: “Quando ele [Cristo] subiu em triunfo às alturas, levou cativos muitos prisioneiros, e deu dons aos homens [...]. E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres.” (Efésios 4.8,11)
Os dons e ministérios existem porque a igreja ainda não é perfeita. Eles existem para que a igreja seja edificada com equilíbrio, desenvolvendo todos os ministérios Cada um dos dons e ministérios são necessários para o crescimento e saúde da igreja. Portanto, os cristãos devem aprender a respeitarem-se mutuamente. Dessa maneira, enquanto cada um desenvolve o seu ministério e dom determinado, a igreja em transformação caminha para a maturidade.
A Igreja é uma comunidade com pessoas diferentes
Contudo, também devemos ser suporte uns para os outros, porque a igreja é uma comunidade com pessoas diferentes. Da mesma maneira como existem dons e ministérios diferentes, existem pessoas diferentes dentro da igreja. Tal fato é simples de ser verificado até mesmo no nosso mundo natural. Basta observarmos uma família formada por um casal e quatro filhos gêmeos. Apesar dos quatro filhos possuírem o mesmo DNA, eles são completamente diferentes entre si, com gostos, aptidões, temperamentos e capacidade intelectual diferentes.
A realidade dessa família é também a realidade da igreja: as pessoas, apesar de terem nascido de novo, são diferentes: umas têm maior fé, outras têm menor conhecimento e ainda outras têm mais tempo de caminhada cristã. Paulo escreve sobre isso ao mostrar que Jesus deu os dons e ministérios à igreja “com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.” (Efésios 4.12-13)
O propósito de Deus é que haja “a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus”. Porém, dentro da igreja isso ainda não existe. Há graus diferentes de fé e de conhecimento do Filho de Deus. Há pessoas que possuem uma compreensão mais profunda disso, e elas jamais devem desprezar outros cristãos. Ninguém deve ser rejeitado, menosprezado ou ridicularizado dentro da igreja por possuir uma compreensão mais rasa da fé e do conhecimento de Cristo.
Da mesma maneira, há dentro da igreja pessoas mais e menos maduras. Há cristãos com anos de caminhada cristã e outros que estão começando a sua carreira com Cristo. De fato, o propósito de Deus é que toda a igreja seja madura. Contudo, a igreja ainda está caminhando rumo a essa maturidade. Por isso, cada cristão deve ser suporte para o outro, entendendo que há diferenças entre pessoas dentro da igreja. Você não deve rejeitar ninguém por saber menos que você ou por não viver da maneira como você vive a vida cristã. Antes, você deve ser um suporte para o outro. A igreja está sendo edificada. Ela está em transformação. E à medida que cada pessoa cumprir o seu chamado dentro do corpo, a igreja irá caminhar para a maturidade.
Conclusão
A igreja está caminhando para ser apresentada a Cristo “como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável.” (Efésios 5.27) Por isso, você deve aprender a respeitar e a honrar o seu irmão, apesar dele ser diferente de você em alguns aspectos. As diferenças são um sinal claro de que a igreja é uma comunidade dinâmica; ela está em transformação. Todos nós, que somos a igreja, estamos sendo transformados dia após dia. Não somos perfeitos. Não fomos transformados em anjos. Você precisa do outro. Portanto, que você e cada um de nós aprendamos a ser suporte para o outro. Somente desta maneira vamos atingir a medida da plenitude de Cristo.

Fonte: http://ubeblog.ning.com/profiles/blogs/igreja-um-lugar-em
O futuro da igreja.

Estou apavorado com o futuro da igreja, aqui na terra.

Tenho a oportunidade de visitar varias igrejas, tanto no estado do Paraná quanto no vasto solo brasileiro, e uma coisa me chama sempre a atenção, o esvaziamento de nossos templos e a desmotivação de alguns lideres.
Penso que uma coisa é conseqüência da outra, por falta de animo, motivação e interesse de alguns lideres, estamos vendo nossos templos se esvaziarem e nossos cultos se tornarem um ritual, quando deveria ser uma celebração de adoração e gratidão a Deus.
Quero citar alguns exemplos: em uma igreja (gostaria até de citar o local e o nome do líder, mas dizem que não se deve quebrar a ética), fui convidado para ministrar em um congresso e contei a presença de 32 pessoas no culto, vale salientar que o templo tem capacidade para 400 pessoas sentadas, não me contive e ao questionar o líder ele simplesmente me disse: “meu irmão, as portas da igreja estão abertas quem quiser vir que venha, não estamos preocupados com quantidade e sim com qualidade. (Puxa que empolgação, e onde está o Ide de Jesus.)
Em outro caso, fui procurado por um membro de certa igreja que chorando me contou o triste fato: Ele novo convertido, com todo o desejo de ganhar almas e poder se sentir útil na obra de Deus, com desejo de contar aos outros a grande transformação que Jesus fez em sua vida, procurou seu líder e se dispôs em trabalhar para ajudar no crescimento da igreja e recebeu a seguinte resposta de seu líder: moço você quer fazer aquilo que eu não fiz em meus 25 anos como líder dessa igreja, se você cuidar mais da sua vida será bem melhor.
Se fosse citar todos os fatos dariam pra escrever uma série de livros e tenho até o nome desta série “Os derrotados da fé”.
Deus me deu a oportunidade de liderar uma igreja durante 20 anos e sempre me preocupei com o crescimento da igreja, tanto em quantidade como em qualidade, me preocupei em ser, não um Eli em final de carreira, mas sim um Samuel em começo de ministério, vivíamos naquela igreja a tônica de preparar a igreja para dias melhores e de comunhão com Deus.
Sempre ouço alguém dizer que está orando para que Deus mande um reavivamento sobre as igrejas, sei que é pesado o que vou citar, mas, porque não, orar pedindo a Deus que recolha os Eli em final de carreira e nos de mais Samuel, dispostos a ouvir a voz de Deus e agir.
Não seria esse um real reavivamento?

Pastor José Wilson da Silva
Secretário do campo ministerial de Pinhais.
Diretor de Ensino.
Igreja Evangélica Assembléia de Deus, ministério de Pinhais-Pr.
Membro da CIEADEP e da CGADB,

Fonte: http://ubeblog.ning.com/profiles/blogs/o-futuro-da-igreja
Quantos de nós O seguiríamos se...

Começo este PENSADOR com as solenes perguntas de Dave Wilkerson: "Quantos de nós O serviríamos se Ele não oferecesse nada além de Si mesmo? Nenhuma cura. Nenhum sucesso. Nenhuma prosperidade. Nenhuma benção material. Nenhum milagre, nem sinais, nem maravilhas. O que aconteceria se - uma vez mais, tivéssemos que aceitar com alegria a pilhagem de nossos bens?...
O que aconteceria se - em vez de uma vida indolor, sofrêssemos zombaria cruel, apedrejamento, derramamento de sangue, sermos serrados ao meio?
O que aconteceria se - em lugar de nossos belos carros e casas, tivéssemos que andar pelos desertos vestidos de peles de ovelhas, escondendo-nos em covas e em cavernas?
O que aconteceria se - ao invés de prosperidade, estivéssemos empobrecidos, aflitos e atormentados? Se a única coisa boa oferecida a nós fosse Cristo?"
Este é um bom diagnóstico para usarmos quanto a nossa fé. Quais são nossas reais motivações quanto a salvação? São as bençãos? Sãos os dons? Os benefícios pelos quais esta geração convida as pessoas a freqüentarem as igrejas? E quanto a nossa relação com Cristo? É uma relação de gratidão? De um comprador com o funcionário de entregas? O que é o evangelho para a Igreja atual? E como estamos fazendo o mundo compreender a verdadeira mensagem do evangelho!
A fé demonstrada por Paulo era uma fé que não baseava-se em nenhuma aquisição de bençãos materiais, nem ao menos de benefícios adquiridos. Será que o modo como Paulo vivia e ensinava o evangelho não era o próprio cerne de toda a mensagem cristã?
Paulo pregou o evangelho conforme recebeu! Não pregava o evangelho para receber bençãos materiais, nem ao menos pensou em tais usufrutos. Antes, ao lembrar-se de como deveria pregar o evangelho, silenciosamente, refletia: "Ai de mim se não pregar o evangelho".
Paulo pregava o evangelho por uma motivação que nem de longe conhecemos, algo esquecido, ou ainda, desconhecido para a nossa geração consumista e egoísta.
Quantos de nós agimos mais em benefício dos familiares e dos irmãos, abrindo mão de nosso tempo livre para estar com Cristo, com os familiares, com os irmãos e amigos, antes de buscarmos benfeitorias para si próprio?
Quantos de nós temos tamanho amor a obra de Deus que conseguimos agendar um tempo semanal para trabalhar em prol do evangelho e não para exaltação própria, não em algo que vai gerar reconhecimento, nem ao menos pensando em buscar tal coisa?
Quantos de nós estamos realmente livres de pensarmos de si mesmos mais do que convém por aquilo que fazemos?
As probabilidades de erro são pequenas e por isso me arrisco a errar. Penso que nenhum de nós está livre deste fariseu que existe dentro de nós e que procura exaltar as pequenas coisas que fazemos ao invés de reverenciar aquEle que deve ser reverenciado. Este pequeno fariseu que encontra-se escondido atrás de nossa face de piedade e de compromisso com Cristo, nos levando a fazer as coisas não pela graça de termos sido alcançados por Cristo, mas por querermos adquirir maiores bençãos. Este pequeno fariseu nos corrompe de tal modo que, sinceramente, é dificil responder, prematuramente, as perguntas acima se refletirmos lembrando desta face que se esconde por entre nossos melhores sentimentos em prol do evangelho de Cristo!
Este pequeno fariseu pode nos corromper a tal ponto que somente trabalharemos nas coisas de Cristo que gerarem reconhecimento imediato, instantâneo, e ainda, eficaz.
Tudo porque gostamos mais dos holofotes e dos elogios do que os sofrimentos e as perseguições.
Gostamos mais do reconhecimento e das exaltações humanas do que sermos tratados através do descaso com que esta geração olha para àqueles que trabalham fielmente para Deus, e, “aparentemente”, nada recebem em troca.
Mas ainda fica a pergunta: “Quantos de nós o serviríamos se nada recebêssemos em troca, além dEle mesmo?”.

Postado por Ricardo Inacio Dondoni em 27 janeiro 2009 às 10:00 em http://ubeblog.ning.com/profiles/blogs/quantos-de-nos-o-seguiriamos

Restaurando a Igreja do Primeiro Século, nosso referencial inconteste!


Como era, qual o contexto em que estava inserida e o que praticava.


Simples: judeus vivendo como judeus zelosos da Lei de D'us e gentios como gentios sem serem judaizados. Mas isto é bíblico? Sim. Veja a seguir o que diz a Bíblia Sagrada a respeito.

ATOS 21

(Palavras ditas pelos anciãos da Igreja de Jerusalém na recepção de Paulo na casa de Tiago.)

20 E, ouvindo-o (Paulo) eles (anciãos), glorificaram ao Senhor, e disseram-lhe: Bem vês, irmão, quantos milhares de judeus há que crêem, e todos são zeladores da lei.

25 Todavia, quanto aos que crêem dos gentios, já nós havemos escrito, e achado por bem, que nada disto observem; mas que só se guardem do que se sacrifica aos ídolos, e do sangue, e do sufocado e da prostituição.

Por que no I Concílio de Jerusalém (At. 15) só citaram as quatro leis do verso 25 acima para os gentios e não falaram de outros mandamentos como guardar o sábado (mudado para o domingo no Séc. IV), não matar, não roubar, não adulterar, etc.? Porque isso já fazia parte da cultura dos cristãos gentílicos naquela época.


Pesquisando poderemos descobrir mais e mais sobre a Igreja do Século I, específicamente até a destruição do Templo em Jerusalém.


Caminhos tortuosos e de trevas que o cristianismo tomou após o afastamento de Jerusalém ou seja de suas raízes judaicas da fé:


Após a destruição do Segundo Templo e, sobretudo, a partir do Século II, teve início, possivelmente por zelo e até inconscientemente, o anti-semitismo cristão pela maioria dos chamados pais da Igreja com consequencias cruéis e desastrosas tanto para cristãos como para judeus. Para os cristãos: morte espiritual ao deixarem Jerusalém ou seja suas raízes judaicas da fé e indo para as trevas (Roma), enveredando-se por caminhos obscuros do paganismo e da idolatria, passando a fazer e a adorar imagens de escultura, pecado que D'us mais abominou na história do seu povo. Para os judeus: morte física. Milhões e milhões de judeus mortos nas fogueiras da inquisição, nos pogroms soviético, culminando com o Holocausto.


Os cristãos ao se afastarem de suas raízes judaicas da fé, deixaram de estudarem e praticarem a Lei de D'us conforme tradição estabelecida após o retorno a Israel do exílio da Babilônia quando o escriba Esdras e o governador Nehemias reorganizaram o povo e prescreveram que a Torá fosse lida em público, e as passagens traduzidas e comentadas em aramaico. Este estudo semanal da Torá ficou conhecido como parashá (porções em hebraico). Assim a bendita Lei que aponta o pecado que nos separa de D'us estava sempre em evidência e conhecida por todos trazendo temor e tremor aos corações, por fim a santificação do povo, razão de ser da Lei. Isto foi o que de mais precioso os cristãos perderam com o anti-semitismo feroz ou seja a base e fundamento da fé. “O Novo Testamento sem o Antigo é tão impossível quanto o segundo pavimento de uma casa sem o primeiro, o Antigo sem o Novo sendo tal e qual uma casa sem teto”. (Judeu David Stern).


Passados mil e quinhentos anos nas trevas, "Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo." Finalmente, a Reforma deu no que deu, heresias e mais heresias sob a sigla Neopentecostalismo.


"No início, a igreja era um grupo de homens e mulheres centrados no Cristo vivo. Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou até Roma e tornou- se uma instituição. Em seguida, à Europa, e tornou-se uma cultura. E finalmente, chegou à América,e tornou-se business." Pr. Richardson Halverson, capelão do senado americano.

Judeus vivendo como judeus e gentios como gentios em um só Corpo, a Igreja.


"...É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás." (Rm. 7: 7)


"E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." (Rm. 7: 12)


Jesus reforçou a Lei de D'us com mais rigor (Mt. 5: 28) e condenou o legalismo (Mt. 23: 23).


"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;" (Hb. 12: 14)


Voltando à Igreja do 1º Século


Judaizar? O que é isso?


O Novo Testamento Judaico por David Stern

Mais que uma obra sobre judeus, este é um livro judaico feito por judeus, para judeus e gentios. Sua personagem central, o Messias Yeshua (Jesus), era e é um judeu. A expiação vicária, a salvaçaõ, a imersão (batismo), a nova aliança e o verdadeiro conceito de Messias são todos temas judaicos. Em suma, o Novo Testamento tem como alicerce e ao mesmo tempo completa as escrituras hebraicas. Clique aqui para adquirí-lo.













Comentário Judaico do Novo Testamento por David Stern

944 páginas

Finalmente no Brasil e em português, o famoso comentário, versículo por versículo, do Novo Testamento no contexto JUDAICO, elaborado por David Stern. Nesta obra memorável e já conhecida mundialmente, o autor oferece aos estudiosos da Bíblia uma visão completa da cultura, da teologia e da geografia de Israel dos dias de Yeshua. Foram necessárias décadas de estudo e pesquisas nas línguas hebraica, grega e aramaica para proporcionar o máximo de entendimento dos textos originais.

Entenda as difíceis passagens do Novo Testamento em seu contexto original, restaurando o verdadeiro conhecimento bíblico dos apóstolos. Adquira este compêndio teológico e restaure as raízes bíblicas e judaicas da verdadeira fé cristã. Clique aqui para adquirir.




A Igreja do Primeiro Século era também a Obra do Espírito Santo


"E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo." (Mt. 3: 11)


"Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel: E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos terão sonhos; E também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar." (At. 2: 16 a 18, 39)


"Em sua eterna sabedoria e graça, Deus decidiu conceder à Igreja todos os instrumentos espirituais necessários à Sua edificação: os 9 dons espirituais (I Cor. 12: 8 - 11) – palavra de sabedoria, palavra de conhecimento, fé, dons de curar, operações de milagres, profecia, discernimento de espíritos, variedade de línguas e interpretação de línguas - e os 5 ministérios (Ef. 4: 11)- apóstolo, profeta, evangelista, pastor e mestre." Saiba mais.



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Você concorda que os judeus crentes em Yeshua (Jesus) deveriam estar mais presentes nas mídias (escrita, radiofônica e televisiva) para contrapor a tudo isso que aí está (heresias, distorções da Palavra do Eterno, fruto da teologia da substituição), com a visão do primeiro século, para não deixar as pessoas no engano, cumprindo assim a sua missão de "...luz dos gentios" (Is. 42:6)?

Maranata! O Senhor Yeshua (Jesus) Vem!


Bênção Sacerdotal

Por: Hesedh

Yevarechechá Adonai veishmerêcha. Iaêr Adonai panáv elêcha vichunêka. Issá Adonai, panáv elêcha veiassêm lechá Shalom.


O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti. O Senhor sobre ti levante o Seu rosto e ponha em ti a Shalom.


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Maranata!!!

Vencendo vem Yeshua HaMashiach (Jesus, O Messias)!

A Quarta Trombeta!

Se o livro de sua vida fosse fechado hoje, o que lhe caberia?

O tempo dos gentios está acabando?

O Senhor Jesus voltará para encontrar-se com uma Igreja que vive como um Corpo, guiada pelo Cabeça, o Senhor Jesus Cristo, por meio do Espírito Santo - A IGREJA FIEL, invisível! Saiba mais.

"Deixo-vos a paz... Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." (Jo. 14: 27)

!שָׁלוֹם - Shalom!

Saudações aos ilustres visitantes e futuros membros.

Participe ativamente, usando todos os recursos da rede!

Saindo de Roma e Genebra e voltando a Jerusalém, a Igreja do Primeiro Século, aos princípios vividos e promulgados pelo judeu Yeshua (Jesus) e seus apóstolos judeus. Retornando ao caminho de onde jamais deveríamos ter saído e retomando, imediatamente, o estudo da LEI de D'us (Heb. 12:14; Rm. 7:7) adotado por Esdras e Neemias na visão de Yeshua, prática ab-rogada pelos cristãos no início de nossa Era, fruto da teologia da substituição, com consequências desastrosas para a qualidade da nossa fé e de vida, razão do fracasso histórico (levando o povo a fazer e adorar imagens, pecado que D'us mais abomina - Êxodo 20: 4 e 5) e pós-Reforma com o descaminho dos Evangélicos rumo a teologia da prosperidade e neopentecostalismo, contrariando o tão propalado e principal lema da Reforma: Sola Scriptura. Continue...

"...faze-me saber o caminho que devo seguir...".

"Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus." (Sl. 143 : 8, 10)

"...assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus..." (I Tes. 2: 4)

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Unidade e Avivamento!

A Quarta Trombeta!

A Igreja do Primeiro Século restaurada, os milagres acontecem!

Para que haja milagres:

D'us fez milagres só até o Século I? Não! D'us faz milagres hoje sim. Façamos a vontade de D'us que D'us faz a nossa vontade.

"...buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas (incluíndo milagres) vos serão acrescentadas." (Mt. 6:33)

"Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração." (Sl. 37:4)

"Ele cumprirá o desejo dos que o temem; ouvirá o seu clamor, e os salvará." (Sl. 145:19)

A Igreja do Primeiro Século é o melhor exemplo a ser seguido pois enquanto estava sob o governo dos apóstolos, não saiu definitivamente dos trilhos, o que se deu a partir do Século II. A Igreja era composta de milhares de judeus vivendo como judeus, zeladores da lei (Atos 21: 20) conforme chamado irrevogável, e, gentios (não judeus) vivendo como gentios (Atos 15: 20), formando um só Corpo, tendo Yeshua (Jesus) como Cabeça! É notório que não foi todo o povo judeu que foi contra Yeshua (Jesus) para o prender e entregá-lo as autoridades romanos para ser cruscificado, mas sim um pequeno grupo da elite religiosa do seu tempo que formou um complô contra o Mestre.

"Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam." (Rm. 10:12)

Nem anti-semitismo cristão, nem anticristianismo judaico!

Restaurando as raízes judaicas da fé cristã, a Igreja do Primeiro Século, nosso referencial! Os crentes de Beréia foram mais nobres porque confrontavam os ensinos com as Escrituras (At.17:11).

::: Mais que Palavras :::

Estudos Bíblicos

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Judaísmo Messiânico (Fórum)

Judaísmo Nazareno (Artigos)

Hebraico

Bíblicamente, quem são os judeus messiânicos?


Judaísmo que não reconhece o seu Messias é incompleto!

Judaism does not recognize that the Messiah is incomplete!

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O Batismo com/no o Espírito Santo, os 9 dons espirituais e os 5 Ministérios

(Igreja, Corpo de Cristo; Jesus, Cabeça da Igreja - O Preparo da Igreja para a volta de Jesus)

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"Eu, o SENHOR, te chamei (...) para luz dos gentios." (Is. 42:6)

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Mundo tem 1 bilhão de famintos - Uma em cada seis pessoas não tem o que comer


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Brasil ainda não vê educação como prioridade


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Sincretismo religioso, relativismo, heresias e apostasia dos últimos tempos

E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; (Mateus 24: 4)

"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;" (1 Timóteo 4:1-2)

ABRAÇE A IGREJA CUJA MENSAGEM CENTRAL É:

  • Yeshua (Jesus) Senhor Salvador, único caminho que leva o homem a D'us;
  • Vida Eterna (Mt. 19: 16; Jo. 10: 10);
  • Santificação  - A essência da Lei é santificação pois mostra o que é pecado (Hb. 12: 14, Rm. 7: 7, 12);
  • A volta de Yeshua (Jesus) (Mt. 24: 42; 25);

As promessas de D'us para esta vida? A Palavra de D'us nos diz: "Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão."  (Salmos 37: 25). Bençãos como curas, milagres, expulsa de demônios, entre outras, são frutos de uma vida santificada (At. 19: 13).

E FUJA DAS IGREJAS QUE VIVEM PREGANDO:

  • Felicidades para esta vida (prosperidade, sucesso financeiro, sucesso no casamento, etc.);
  • Libertações, correntes (macumba, maus olhares, feitiçaria, demônios, onde os espíritos malignos vivem se manifestando - quem tem que manifestar na igreja é o Espírito Santo conf. Mt. 3: 11 e I Cor. 12), etc.);
  • Unção disso e daquilo, cair no espírito, etc. (O Espírito Santo manifesta na Igreja conforme Mt. 3: 11 e I Cor. 12). " Saiba mais.

"No início, a igreja era um grupo de homens e mulheres centrados no Cristo vivo. Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou até Roma e tornou- se uma instituição. Em seguida, à Europa, e tornou-se uma cultura. E finalmente, chegou à América,e tornou-se business." Pr. Richardson Halverson, capelão do senado americano.

"Examinai tudo. Retende o bem." (ITes. 5:21)

O evangelho dos Evangélicos!


Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se não me lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria." (Sl. 137: 5 - 6).

Jerusalém.

Mais sobre o Holocausto.

Israel nunca deixará de existir

"Assim diz o Senhor, que dá o sol para a luz do dia, e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; o SENHOR dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o SENHOR, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. Assim diz o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR." (Jr. 31: 35 - 37

Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? (Is. 66:8)


Recado para Obama.



HEBRAICO

Tradução:

Serviço de Tradução de Hebraico


Tutoriais, glossários, dicionários e sites relacionados à Língua Hebraica:


. Unidade e Avivamento - O Preparo da Igreja para a Volta de Jesus


. Cafetorah


. Notícias de Israel


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