Restaurando Igreja Séc. I: amor, poder, identidade, LEI, dons, governo e projeto
A Teologia da Substituição é um enfoque sistemático enganoso da Bíblia, que não apenas tem desviado milhões de cristãos ao longo dos anos, mas tem também originado o mal nas mais terríveis proporções.
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Se o livro de sua vida fosse fechado hoje, o que lhe caberia?
O tempo dos gentios está acabando?
Teologia da Substituição
O que é a teologia da substituição?
A Teologia da Substituição é um enfoque sistemático enganoso da Bíblia, que não apenas tem desviado milhões de cristãos ao longo dos anos, mas tem também originado o mal nas mais terríveis proporções. Essa teologia teve sua participação na perseguição aos Judeus pela Igreja através dos séculos, incluindo o Holocausto, e foi também o pensamento teológico que pairava por trás do pesadelo do apartheid. A Teologia da Substituição declara que Israel, tendo falhado com D'us, foi substituída pela Igreja. A Igreja é agora a verdadeira Israel de D'us e o destino nacional de Israel está para sempre perdido. A restauração do moderno Estado de Israel é, assim, um acidente, sem nenhuma credencial bíblica. Os cristãos que crêem que tal restauração é um ato de D'us, em fidelidade à sua aliança estabelecida com Abraão cerca de 4000 anos atrás são considerados enganados. Esta é a posição básica dos adeptos dessa teologia. Erros de pensamento:
A) - O método de interpretação alegórico: a Teologia da Substituição efetivamente mina a autoridade da Palavra de D'us pelo fato de que ela repousa sobre o método alegórico de interpretação. Isto é, o leitor da Palavra de D'us decide espiritualizar o texto mesmo que o seu contexto seja literal. Isto efetivamente rouba a Palavra de D'us de sua própria autoridade e o significado do texto fica inteiramente dependente do leitor. A Palavra de D'us pode assim ser manipulada para dizer qualquer coisa! Assim, a Teologia da Substituição apoia-se na falsa base da interpretação bíblica. B) - Entendimento inadequado da Aliança: a Teologia da Substituição é apenas sustentada por aqueles que não entenderam apropriadamente a natureza da aliança abraâmica. Esta aliança é primeiramente mencionada em Gênesis 12:1-4 e depois disso repetidamente asseverada e confirmada aos patriarcas. Essa aliança é a aliança da graça pois ela inclui a intenção de D'us de redimir o mundo todo. D'us diz a Abraão: "Em ti todas as nações do mundo serão benditas." A Aliança Abraâmica é uma aliança com três elementos vitais:
Nos últimas semanas passadas, um antigo problema está gerando uma nova controvérsia nas relações cristãs-judaicas: a doutrina da teologia de substituição. Esta é o ensino de que, desde a época de Jesus, os judeus têm sido substituídos pelos cristãos no favor de Deus, e de que as promissões de Deus aos judeus têm sido herdadas pelos cristãos.
A colunista judaica Melanie Phillips sugeriu que a teologia de substituição, bem como o anti-semitismo, jaz por trás da crítica de Israel. Na semana passada, o Rábi Chefe Jonathan Sacks apontou a crescimento no anti-semitismo no Reino Unido.
Referência à teologia de substituição chegou a ser proeminente por duas razões: primeiro, o colapso do processo de paz israelense-palestinense, a corrente intifada alarmando os judeus, cristãos e moslins e aumentando muito as suas sensibilidades.
Segundo, o 11 de setembro e as suas conseqüências resultaram numa maior consciência do encontro com o Islame e as significantes diferenças entre as três fés abraâmidas.
Um dos vivamente debatidos tópicos no encontro entre as fés abraâmidas é a teologia de substituição, porque alguns teólogos moslins argúem que o Islame substitui a Cristandade (bem como o Judaísmo). Se a Cristandade substituir o Judaísmo, assim anda o argumento, o Islame poderá substituir a Cristandade.
Mas a Cristandade ensina a substituição do Judaísmo? Se examinarmos os escritos dos Padres da Igreja, a única resposta possível é que sim. Os Padres argüíam que, porque os judeus rejeitaram Jesus, foram punidos por ter o seu Templo destruído e por ser exilados do país de Israel. Os cristãos permitiam aos judeus sobreviverem num estado empobrecido, assim que a sua posição submissa pudesse testemunhar a verdade da Cristandade. Como resultado, o desprezo pelo Judaísmo chegou a ser central para o ensino cristão e do desenvolvimento da identidade cristã.
Felizmente - para tanto os judeus como os cristãos - há agora um novo despertar da judaicidade da Cristandade, e um reconhecimento de que a formação da identidade cristã depende dum relacionamento positivo com o Judaísmo.
Essa não é uma nova aproximação, mas sim descoberta duma antiga doutrina expressa por Paulo. Na sua carta aos romanos (especialmente nos capítulos 9-11), Paulo discute a validade contínua da aliança de Deus com o seu povo judaico.
Se a Igreja, como o novo Israel, substituiu o Antigo Israel como a herdeira da promissão, Deus, falta na sua palavra? Se Deus fez isso a respeito dos judeus, qual garantia haverá para as Igrejas que faça isso outra vez, desta vez a respeito dos cristãos?
Poder-se-ia argüir contra Paulo dizendo que, se os judeus não se mantinham fiéis com Deus, então Deus tinha o perfeito direito de jogá-los fora. É interessante que os cristãos que argúem desse modo, muitas vezes não tiravam a mesma dedução sobre a fidelidade cristã, esta que não era caraterística notável dos dois milênios passados.
Realmente, Deus parece ter havido uma capacidade notável de manter fidelidade tanto com os cristãos como com os judeus, quando não se mantinham fiéis com Ele, ponto do qual Paulo está profundamente consciente na Romanos 9-11. Ele sai fora do seu caminho para negar reivindicações de que Deus rejeitou o seu povo escolhido, afirmando que o seu tropeçar não leva a sua caída.
Na visão de Paulo, era impossível para Deus eleger o povo judaico deslocando-o depois. No seu pensar, o endurecer tomava lugar, assim que os gentílicos recebessem a oportunidade para juntar-se ao povo de Deus. A eleição da Igreja, portanto, deriva-se daquela de Israel, mas isso não implica que a aliança de Deus com Israel seja quebrada. Antes, permanece inquebrada - irrevogável.
Paulo também oferece advertência de que os cristãos gentílicos não devam ser jactanciosos referente aos judeus não-crentes, muito menos engajar-se na perseguição dos mesmos. Os cristãos usavam as críticas de Paulo contra os judeus, esquecendo o seu amor por eles e pelas tradições deles.
O papa diz que “a aliança permanece com os judeus” (Carta de Páscoa, 1986) e a Conferência de Lambeth “rejeita qualquer visão do Judaísmo que o veja como simplesmente substituído pela Cristandade” (Resoluções, 1988).
No entanto, o problema é que essas visões não representam o entendimento do venerador ordinário do relacionamento entre a Cristandade e o Judaísmo. A evidência anedótica das paróquias sugere que a teologia de substituição está amplamente aceita, embora de modo antes confuso do que anti-semítico.
O que se precisa para o ensino cristão sobre o Judaísmo é infiltrar-se através do banco da igreja. O ensino cristão hoje reflete respeito referente ao Judaísmo, respeito esse que teria sido impensável até faz algumas décadas. A maioria das Igrejas estão cometidas para a luta contra o anti-semitismo e para rejeitar a teologia de substituição.
Talvez o mais importante de tudo é a necessidade de aprender mais sobre o relacionamento judaico-cristão. É uma das poucas peças de boas notícias que possam ser relatadas no mundo de hoje. É, portanto, encourajador que haja um número de organizações dedicadas a melhorar o entendimento entre as fés. Essas incluem [no Reino Unido] o Conselho de Cristãos e Judeus, o Foro das Três Fés (Judaísmo, Cristandade e Islame), bem como a Inter Faith Network.
É também bom ver um crescimento do número das pessoas de caminhadas diferentes de vida, inclusive clero e professores, que estudam aqui no Centro para Relações Judaicas-Cristãs. Muitos compartilham o seu novo conhecimento com as suas paróquias. Por exemplo, um dos nossos estudantes criou recentemente uma exibição que mostra aos cristãos o que a Toráh significa para os judeus.
Com a ajuda de várias Igrejas, inclusive a Igreja da Inglaterra, bem como a comunidade judaica, criamos cursos de dez semanas para o clero e para leigos, exigindo só três ou quatro horas de estudo por semana.
Essas são todas tentativas para garantir que os cristãos e judeus ordinários estejam conscientes da transformação nas relações nos anos recentes e, nas palavras da Conferência de Lambeth de 1988, que os judeus e os cristãos compartilhem em “uma missão comum no mundo para que o nome de Deus seja honrado”.
Tradução: Pedro von Werden SJ
Fonte: http://www.jcrelations.net/pt/?item=1262
Iniciado por ivonil ferreira de carvalho 20 Nov, 2011. 0 Respostas 0 Promoções
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Iniciado por Sola Scriptura. Última resposta de Sola Scriptura 18 Dez, 2008. 1 Resposta 0 Promoções
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Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora. 1 João 4.1
"EXAMINAI TUDO. RETENDE O BEM." 1 Ts 5.21
Não há crime e nem pecado sem lei.
Se não há lei, não há pecado; se não há pecado, anula-se a graça; se anula a graça, Cristo morreu em vão; se Cristo morreu em vão, p'ra que Evangelho? Se não há Evangelho, p'ra que Igreja? Então, se a Lei foi abolida, vale tudo?
Mais uma Reforma ou Restauração?
Passados mil e quinhentos anos nas trevas, "Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo."
Não há dúvida de que a Reforma foi uma grande benção de D’us, teve o seu papel, conclamou o povo a voltar-se para a Bíblia, mas, infelizmente, não foi capaz de restaurar as raízes judaicas da fé cristã, a Igreja como era no primeiro século, zelosos da Lei que não salva mas aponta o que é pecado(At. 21.20), razão do seu fracasso como pode ser visto por aí sob as mais variadas siglas.
Abraão teve fé e guardou a Lei
Gênesis
15.6 Ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça.
26.3 habita nela, e serei contigo e te abençoarei; porque a ti e a tua descendência darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a Abraão, teu pai.
26.4 Multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e lhe darei todas estas terras. Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra;
26.5 porque Abraão obedeceu à minha palavra e guardou os meus mandados, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis.
Yeshúa (Jesus) não veio anular a Lei de D'us, mas, cumpri-la e ordenou que a cumpríssemos também.
"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir." Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus." Mateus 5.17, 19
"...de graça recebestes, de graça dai." Mt. 10.8
CRER E FAZER DISCÍPULOS! "...Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura."; "ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado;..." (Mc.16.15; Mt. 28.20)
Por um mundo melhor! For a better world!
Direitos Humanos não alinhados à Lei (Toráh = Instrução) do Eterno (D'us, Hashem) é o caos em todos os sentidos. Fonte: A Toráh.
Not aligned to the Human Rights Law (Torah = Instruction) of the Eternal (Gd, Gd) is chaos in all directions. Source: The Torah.
"Ponde-vos em ordem de batalha em redor contra Babilônia (Bavel), todos vós que manejais o arco; atirai-lhe, não poupeis as flechas; porque ela pecou contra o SENHOR." Jeremias 50.14
"NÃO ADIANTA SÓ SAIR DA BABÍLÔNIA, É PRECISO TIRAR A BABILÔNIA DE DENTRO DE SI MESMO. Saiam da babilônia, rompendo com o domingo, com a trindade, com o natal e voltando-se para o Shabat, para a fé no D'us Uno e único, para a aceitação de Yeshua (Jesus) como Messias, estudando a Torah diligentemente e festejando as festas bíblicas, as únicas que o Eterno estabeleceu."
O versículo abaixo está se cumprindo de forma plena nos nossos dias. O Eterno esconde a verdade daqueles que não querem viver segundo os Seus princípios, mas revela aqueles que se submetem a Ele. Algumas pessoas querem servir ao Eterno, como os ímpios servem os seus deuses, e esta é a fonte de toda religião falsa. A Fé Genuína reconhece que o Eterno é UM, que a Torah é o padrão imutável do que é certo e errado, do que agrada a D'us, e que Yeshua é o Messias, o Ungido que foi enviado pelo Eterno. Alguém disse que a Torah é o manual do fabricante do ser humano, e digo que Yeshua certamente é o nosso fiador, e o seu testemunho a garantia de vivermos eternamente com o Fabricante. A trindade, a unicidade na perspectiva evangélica, a anulação da lei e etc., provém da falsa religião, que tem como fonte a rebelião de Ninrode. Quando uma mãe dá banho no seu bebê, ao final joga fora a água suja, mas tira o bebê primeiro. Nenhuma mãe jogaria fora a água com o bebê. Existem muitas pessoas nas igrejas evangélicas que são como este bebê, imersas numa água que está contaminada, e é preciso que clamem, chorem e peçam ao Eterno para tirarem desta "banheira" a fim de que possam banhar-se em águas limpas. Lenham os versículos abaixo, meditem neles e repassem esta mensagem para outros. "Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão. Daniel 12:10 "Acaso, não vos basta a boa pastagem? Haveis de pisar aos pés o resto do vosso pasto? E não vos basta o terdes bebido as águas claras? Haveis de turvar o resto com os pés ? Quanto às minhas ovelhas, elas pastam o que haveis pisado com os pés e bebem o que haveis turvado com os pés. Ezequiel 34:18,19. Ro'sh Marcos Andrade Abrão
IMPLANTAÇÃO DE UMA CONGREGAÇÃO JUDAICO-MESSIÂNICA EM SUA CIDADE
O Judaísmo Messiânico da Unidade surge no Brasil com o objetivo de praticar um judaísmo messiânico genuíno, sem misturas, mas com convicção e com um compromisso real com a Torah, com o Tanach, com a B'rit Chadashá, com Israel (como povo e nação) e com Yeshua, o Messias. No Judaísmo Messiânico da Unidade só existe um D'us: O Eterno, um padrão estabelecido: A Torah, um Messias: Yeshua e uma congregação: que é composta de judeus circuncisos na carne e no coração e de gentios que se convertaram ao Eterno e são circuncisos no coração. A CONGREGAÇÃO DO ETERNO COMEÇA COM ABRAÃO, TEM COMO ROSH (CABEÇA) O MASHIACH YESHUA, E ADORA APENAS O ETERNO, O D'US UNO E TODO PODEROSO. A CONGREGAÇÃO DO ETERNO É COMPOSTA PELA SEMENTE DE ABRAÃO (O POVO JUDEU), MAIS ESPECIFICAMENTE AQUELES QUE SÃO CIRCUNCISOS NA CARNE E NO CORAÇÃO, E POR UMA PORÇÃO DAS NAÇÕES, QUE SÃO OS GENTIOS QUE ACEITARAM O TESTEMUNHO DO MESSIAS YESHUA E FORAM CIRCUNCISOS NO CORAÇÃO. A Congregação Adonai Shamah (D'us está ali) recebeu a incubência de ser uma voz no Judaísmo Messiânico da Unidade, que é um cumprimento de um propósito Divino. Não ousamos denominarmos fundadores, por esta idéia não é nossa, mas do Eterno, e apenas obedecemos a Sua instrução. Estamos aqui para servir a Congregação do Eterno e contribuir na medida do possível com os planos Divinos que o Eterno tem para a Sua congregação. A verdade é a nossa bandeira, não gostamos de misturas, e temos como referencial a instrução que o Eterno deu a Jeremias e também as palavras do Messias Yeshua: Jeremias 15:19 "Diz o Eterno: se fizeres Teshuvá (retorno, arrependimento) retornarás (voltar para o Eterno), e estarás em pé diante de Mim. Se separas o precioso do vil (sem misturas), serás a Minha boca. Eles restornaram a ti, mas tu não retornarás a eles" Yeshua disse: "Porque apertada é a porta e estreito o caminho que conduz a vida, e são poucos os que encontram" Mateus 7:14 e "Assim, porque és morno, nem és quente nem frio. Estou preste a vomitar-te da minha boca" Apocalipse 3:16. Verdade, é verdade no começo, é verdade no meio e é verdade no fim, e toda mistura abre a porta para o espírito da babilônia. O ETERNO REINA, YESHUA VIVE, ISRAEL VIVE, A CONGREGAÇÃO DO ETERNO VIVE. Shalom para todos.
Caso haja um grupo interessado em uma Congregação Judaico Messiânica da Unidade numa cidade do Brasil ou em outro país, enviem um email para:
judaismomessianicoemcidade@gmail.com
Lembrando que quando abrimos uma congregação designamos um líder que foi formado na nossa sede no Rio de Janeiro, e que está devidadamente capacitado para esta função. Não só judeus, mas pessoas que não tem descendência judaica podem se tornar membros da congregação na medida que se convertem ao Eterno, aceitam o testemunho de Yeshua e observam a Torah. Porém, quanto a função de Ro'sh (líder) reservamos para judeus já que a congregação é JUDAICO MESSIÂNICA.
Fonte: http://www.judaismomessianicobrasil.com.br/
Os judeus messiânicos estão crescendo no Brasil porque muitos cristãos sérios em contato com a teologia das raízes judaica da fé cristã no contexto linguístico, sócio-histórico-cultural do Século I, descobriram as máscaras por trás da teologia sistemática milenar pagã greco-romano-genébrica, que por mais que a defendam, fica cada vez mais patente a sua fragilidade.
Quem quer conhecer mais em profundidade sobre os erros de traduções, interpretações e desvios do cristianismo em relação a Igreja do Século I, que originou a teologia da substituição e, consequentemente, o antissemitismo, causa das cruzadas, inquisições, pogroms e que culminou com o holocausto, sugiro assistirem centenas de vídeos no canal do YouTube do Rosh Marcos Andrade Abrão no link http://www.youtube.com/user/MarcosAndradeAbrao ou no Facebook https://www.facebook.com/profile.php?id=100000237643180
HaDérech (הדרך), O Caminho ✡ Direção segura: a Torá por Yeshua.
Restaurando a Igreja do Primeiro Século: amor, poder, identidade, LEI, dons, governo e projeto.
WebTV Judaico-Messiânica do Beit Ha'azinu
(Para ver em tela cheia, após a propaganda, páre o ponteiro do mouse no vídeo e clique em Full, e para parar o vídeo, clique em Pause.)
Descubra os segredos escondidos em seu próprio sobrenome
Inquisição em Portugal e no Brasil
O 1º Museu da História da Inquisição no Brasil
Associação Brasileira dos Descendentes de Judeus da Inquisição (ABRADJIN)
A Abradjin pugna pelo resgate dos anussim, descendentes de judeus forçados ao catolicismo no período da Inquisição e que resguardam a fé em Cristo. Sabendo-se que o judaísmo é identificado pelo comportamento, como vê a barbárie cometida pela Igreja Católica na Inquisição contra os judeus, espoliando-os de seus bens e queimando-os vivos em praça pública?
-Não podemos cometer os mesmos erros da Inquisição, forçando os anussim à conversão ao Judaísmo Ortodoxo ou a quaisquer outras ramificações do judaísmo e nem tão pouco convertê-los ao cristianismo em suas inúmeras denominações. A fé do Anussim precisa ser respeitada, bem como o seu direito de crença em um Messias. Há judeus, por exemplo, que creem atualmente que o falecido Rabino Menachem Schneerson é o messias esperado de Israel. Há outros que creram que o Rabino Shabatai Tzvi era o messias, mesmo após este ter se convertido ao islamismo e nem por isso seus seguidores deixaram de ser considerados judeus e nem foram excluídos de suas comunidades judaicas. Hoje há milhares de judeus em Israel e no mundo que creem em um judeu chamado Yeshua (Jesus) que viveu de modo zeloso com a Torá e com seus costumes. Muitos judeus creem que Yeshua é o Messias prometido e que voltará para a realização da grande redenção de Israel e do mundo, o esperado Tikun Olam. Apesar da desastrosa história do cristianismo em relação a Israel e ao povo Judeu, deve-se deixar claro que o Anussim Messiânico (como judeu que é) tem como autoridade para a sua vida apenas a Bíblia (livro 100% judaico), e não os dogmas, credos e encíclicas cristãs romanas, alemãs ou doutrinas americanas etc. O Judeu seguidor de Yeshua não compactua e nem concorda com os erros históricos do cristianismo. Também interpreta a Yeshua (Jesus), os apóstolos e os evangelhos em seu contexto Judaico original, como elementos zelosos da Torá e amantes de seu próprio povo, o povo de Israel. O opróbrio do percurso da história cristã em relação a Israel não pode ser colocado sobre os ombros de qualquer judeu que seja discípulo do rabino de Nazaré, nem pode ser utilizado para separar tal judeu de seu povo. O Judeu messiânico tem seu vínculo em Israel e em seu Messias, e não em qualquer sistema religioso. Ele, como qualquer outro judeu, tem o direito de ser judeu (independentemente de quem ele considere ser o Messias de Israel. (Rabino Marcelo Miranda Guimarães). Saiba mais.
Instituto Histórico Israelita Mineiro
Comunidade de judeus e seus descendentes
O Escudo — ou Estrela — de Davi (em hebraico: מגן דוד, transl. Magen David) constante da bandeira de Israel tem origem no Antigo Testamento (Gn 15.1. Sl 18.2, etc.). Ele se assemelha a uma estrela de seis pontas porque foi criado a partir da letra hebraica dalet, a qual possui formato de triângulo e aparece duas vezes no nome do rei Davi (hb. David). O símbolo israelense nada tem a ver com pirâmides maçônicas ou com a imagem de um ser demoníaco da Idade Média parecido com um bode, em cuja cabeça há uma estrela de cinco pontas, e não seis. Fonte: http://migre.me/5E7yr
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Saudações aos ilustres visitantes e futuros membros.
A Bíblia Sagrada é o registro de experiências que algumas dezenas de pessoas tiveram com D’us, dentre outras incontáveis que não deixaram registro, para nos transmitir a Salvação que se dá somente por meio do sangue de Yeshúa (Jesus) e o cumprimento da Torá interpretada pelo mesmo sob a forma de de mandamentos, estatutos, ordenanças, leis e instruções, para santificação de todo aquele que nÊle crê e for batizado, sem a qual ninguém verá o Senhor.
A Bíblia Judaica Completa (AT e NT) editada pelo judeu David Stern e indicada por judeus messiânicos.
Atenção!!! A Bíblia Hebraica do Antigo Testamento em português vendida pela Editora judaica Sêfer cujos autores são: David Gorodovits e Jairo Fridlin, tem alterações textuais que impedem a percepção de Yeshua como o Messias. Saiba mais aqui.
Leis no Antigo Testamento (AT)
Para mais detalhes sobre as Leis do AT, clique aqui.Em construção!
Há dois tipos de mitsvot (mandamentos em hebraico) mencionados na Torá (Pentateuco - lei, instrução): as Positivas e as Negativas. A Mitsvá Positiva diz: "Faça isso!": faça caridade, coma matsá, devolva um objeto perdido. A Mitsvá Negativa diz: "Não faça isso!": não mate, não roube.
Dos 613 Mitsvot (Mandamentos) do Antigo Testamento, há leis que não se aplicam mais pela inexistência do Templo e outras que são mandamentos, estatutos e ordenanças perpétuos, específicos para o povo judeu (Atos 21.20) e Instituições de Israel. Há leis, por exemplo, alimentares que visa a saúde e santificação, leis específicas para os homens, leis para as mulheres, leis para os Reis, leis para os Sumos Sacerdotes, leis para os cohens, leis para os levitas, leis para os Juízes, leis relacionadas aos Tribunais, aos leprosos, a nazirenos, a escravos, etc., e, há leis que são universais, isto é, são válidas para todas as pessoas, judeus e não judeus, portanto, há muitas leis aplicáveis aos gentios.
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"Onde tem Coca-Cola, Correios e Bradesco, tem Assembléia de Deus”
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