HaDérech (הדרך), O Caminho ✡ Direção segura: a Torá por Yeshua.
Restaurando a Igreja do Século I, poder, identidade e judaicidade da fé cristã.
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Primeira Tábua Relacionamento do homem com o seu Criador (lá de cima e cá de baixo). Amor a D'us |
Segunda Tábua Relacionamento do homem com os seres humanos.
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Sem santificação (separação do pecado) ninguém verá o Senhor. (Heb. 12:14)
Lei (aponta o pecado)
"...Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás." (Rom. 7:7)
"E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." (Rom. 7:12)
"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir." (Mt. 5:17)
"Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;" (1 Cor. 13:9)
Graça (perdoa)
"...Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." (Jo. 1:29)
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça." (1 Jo. 1:9)
Por que no Iº Concílio de Jerusalém (At. 15:20) só citaram quatro Leis para os gentios e não falaram de outros mandamentos como guardar o sábado (mudado para o domingo no Séc. IV), não matar, não roubar, não adulterar, etc.? Porque isso já fazia parte da cultura dos cristãos gentílicos daquela época mesmo porque conviviam com os judeus zeladores da Lei. Se alguém quisesse se aprofundar na Lei de Moisés, tinha em cada cidade quem o pregasse e a cada sábado era lido nas sinagogas." (At. 15: 21).A qualidade da fé e de vida foi a maior perda de todos os tempos que os cristãos sofreram desde os primórdios do cristianismo já nos primeiros séculos de nossa era por ab-rogarem a Santa Lei de D’us, a Toráh.
Santificação é a essência da Toráh. Após o retorno a Israel do exílio da Babilônia, o escriba Esdras e o governador Nehemias reorganizaram o povo e prescreveram que a Torá fosse lida em público, e as passagens traduzidas e comentadas em aramaico. Esse estudo sistemático da Torá, conhecido como Parashá (פרשה) - porção (da Palavra) em hebraico prosseguiu todos os sábados até o Primeiro Século, período que judeus e gentios congregavam juntos.
Com a destruição do Templo, por volta do ano 70, os judeus se dispersam e a igreja gentílica, gradualmente, começa a distanciar-se de suas raízes judaicas e, por consequência, do ensino da Toráh, facilitando assim a introdução de novos conceitos e idéias estranhas a sua fé original, influenciados por nada menos que os chamados primeiros pais da Igreja que embora fossem sinceros na devoção deles/delas pelo evangelho, adotaram uma atitude sincera de ódio ao mesmo tempo para com os judeus. Os ataques furiosos por parte de “luzes” altamente consideradas como o Mártir de Justiniano, Crisóstomo, Ireneo, Inácio, Orígenes e milhares de outros, foram realmente infames e mal. Por seu turno, os judeus culpavam os cristãos de traidores por não terem participado do levante. Nesse clima instala-se aos poucos o antissemitismo (cristão), que originou a Teologia da Substituição.
Substituíram a Lei pela Graça deixando de estudarem a Toráh, a Lei Moral que aponta o pecado, que dava assim chance ao homem de arrependimento e santificação sem a qual ninguém verá o Senhor (Hb. 12:14) e outras leis que não se referem ao pecado como as leis éticas, alimentares, sociais, higiênicas, trabalhistas, etc., mas que visam uma melhor qualidade de vida, esta, portanto, foi a maior perda de todos os tempos da Igreja que por falta da Santa Lei de D'us, enveredou-se por caminhos tortuosos e obscuros do paganismo e da idolatria, passando a fazer e a adorar imagens de escultura, pecado que D'us mais abominou na história do seu povo. Passados mil e quinhentos anos nas trevas, "Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo." Finalmente, a Reforma deu no que deu, heresias e mais heresias sob as mais variadas siglas como neopentecostalismo, por exemplo. Prosseguindo, a Teologia da Substituição mudou o Shabat (sábado) pelo domingo, substituiu as festas bíblicas pelas festas pagãs, sendo o Natal, uma delas; substituiu também as Escrituras Hebraicas pelo Novo Testamento chamando-a de Velho; o clero adotou as vestes, símbolos e ritos judaicos substituíndo o Templo de Jerusalém pela Basílica de São Pedro no Vaticano. Não ficou só nisso não, o pior que o antissemitismo cristão causou foi a morte física de milhões e milhões de judeus nas fogueiras da inquisição, nos pogroms soviético, culminando com o Holocausto. Eis o alto preço pago e a pagar enquanto permanecermos alheios à Santa Lei de D'us que não foi ab-rogada por Yeshua (Jesus) - Mt. 5:17."No início, a igreja era um grupo de homens e mulheres centrados no Cristo vivo. Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou até Roma e tornou- se uma instituição. Em seguida, à Europa, e tornou-se uma cultura. E finalmente, chegou à América,e tornou-se business." Pr. Richardson Halverson, capelão do senado americano. TUDO PELA NÃO OBSERVÂNCIA À LEI DE D'US!
Judeus vivendo como judeus e gentios como gentios, congregando juntos em um só Corpo (de Cristo), a Igreja."...É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás." (Rm. 7: 7)
"E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." (Rm. 7: 12)
Jesus reforçou a Lei de D'us com mais rigor (Mt. 5: 28) e condenou o legalismo (Mt. 23: 23).
"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;" (Hb. 12: 14)
Bençãos para quem tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.SALMO 1
1 BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. 2 Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. 3 Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. 4 Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. 5 Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. 6 Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.
Reflexão:
"Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;" (João 5: 39).
"Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus." (Mateus 22: 29)
Que Escrituras são estas que o judeu Yeshua (Jesus) e os apóstolos judeus se referiam?
Estas Escrituras eram senão as Escrituras hebraicas do Antigo Testamento, pois até então não havia sido formado o cânon do Novo Testamento.
“O Novo Testamento sem o Antigo é tão impossível quanto o segundo pavimento de uma casa sem o primeiro, o Antigo sem o Novo sendo tal e qual uma casa sem teto”. (Judeu David Stern). A fé baseada somente no Antigo ou no Novo Testamento não tem sustentação, razão do fracasso da Reforma Protestante.
Jesus condenou veementemente o legalismo dos fariseus (religiosos) e jamais a Lei de D'us, cuja essência é santificação. "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;" (Hb. 12: 14)
A Lei de Deus Hoje - Afinal, estamos sob a lei, ou sob a graça de Deus?
A Terra Santa que nos deu a Lei e a Graça
O que é não estar debaixo da Lei e estar debaixo da Graça
Reflexão sobre o tema: Lei X Graça
Leis para os gentios (não-judeus)
"Quando estudo o AT, exploro os fundamentos do Novo Testamento." Francolino Gonçalves
Fonte: http://ubeblog.ning.com/xn/detail/2076487:Comment:359343
"NO mundo religioso tem sido ensinada
uma doutrina de graça, que não é nada menos que uma doutrina de
desgraça. O Salvador tem sido mais
apresentado como Alguém que nos livra de guardar os mandamentos de
Deus, do que como Aquele que nos salva de os
transgredir.
Uma chamada fé dessa espécie tem sido
apresentada como substituto da obediência à santa lei de Deus."
(1)Afff!
É deveras lamentável que o mundo chamado
cristão apresente um tipo de graça que tem mais o sentido de
indulgência ou de manto acobertador de certas iniqüidades do que
propriamente o dom divino que consiste em amorável oferecimento de
salvação aos transgressores da lei moral.
A tecla surradíssima da lei contra a graça (a maior deturpação
teológica dos tempos) é insistentemente batida pelo autor do livro.
Chama-se a isto dispensacionalismo, que pretende definir duas
épocas distintas, uma da lei, outra da graça – idéia que hoje é
desprezada pelos mais cultos pesquisadores do Livro
Santo.
Só mesma uma irremediável vesguice
teológica poderia estabelecer CONTRADIÇÃO entre a lei e a graça, ou
entre a lei e o evangelho.
Hoje precisamos considerar o legítimo conceito da graça. Não vamos
entrar em terreno especulativo. Não consideraremos, por exemplo, a
graça "universal" como a entendia Wesley; nem o conceito restrito
de Armínio ou a singular graça "da criação," defendida por Pelágio.
Para maior luz no assunto, temos que nos distanciar desses
backgrounds teológicos discordes e até rebarbativos. Vamos analisar
a deturpação do conceito de graça entre os professos cristãos, como
se observa nos dias atuais, para justificarem a não-observância dos
mandamentos de Deus. OK??
Que é graça? Responde, com
propriedade, o teólogo batista A. H.
Strong: "A graça é favor imerecido
concedido aos pecadores." (2) É uma atitude de liberalidade divina,
generosidade inefável, concedendo-nos a salvação como um dom, já
que estávamos irremediavelmente condenados. É uma oportunidade
conferida aos pecadores e que tem o sentido de uma dívida perdoada,
de um indulto outorgado, de uma libertação sem paga, de um jugo
desatado, de uma carga retirada dos ombros. Graça é a mais alta
expressão do amor de Deus, que se tornou objetiva no sacrifício
oblativo de Jesus em favor dos pecadores, ou seja, dos
transgressores da lei divina.
A lei é exigente. Condena. E justamente
porque ela traz condenação e não provê salvação, temos que apelar
para a graça.
Definindo a relação entre a lei e a
graça, disse Agostinho: "A Lei é dada
para que a Graça possa ser exigida; a Graça é concedida para que a
Lei passa ser cumprida." (3)
Entende, no entanto, os indoutos que a graça anulou a lei,
repetindo surrado e superado desconchavo teológico.
Mas contra este absurdo levanta-se Strong, o batista, e diz claramente: "A graça, contudo, não deve ser entendida como se
ab-rogasse a lei, mas sim como reafirmando-a e estabelecendo-a
(Rom. 3:31 'estabelecemos a lei'). Pelo fato de remover o que
impede o perdão que Deus concede, e de habilitar o homem a
obedecer, a graça a assegura o perfeito cumprimento da lei (Rom.
8:4 'para que a justiça da lei se cumprisse em nós')." (4) Grifos
nossos.
Aí está um conceito exato do renomado
mestre batista que leva o nosso pleno endosso. E prossegue:
"Assim a revelação da graça, conquanto
esta compreenda e inclua em si mesma a revelação da lei, acrescenta
algo diferente em espécie, a saber, a manifestação do amor pessoal
do Legislador. Sem a graça, a lei tem apenas um aspecto exigente.
Somente em harmonia com a graça ela se torna 'a lei perfeita da
liberdade' (S. Tia. 1:25)." (5) Grifos nossos. E a lei mencionada
por Tiago (cap. 2:10-12) é insofismavelmente o decálogo.
Um Viva para este verdadeiro servo de
Deus!
De fato, como
foi dito, se a lei tivesse sido abolida, não haveria transgressão
e, necessariamente, não haveria condenação. E não havendo
condenaçào, não há necessidade de graça.
Sem lei não há graça. Uma pressupõe a
outra. A graça, além de nos salvar da condenação da lei,
habilita-nos a vivermos em harmonia com os preceitos celestiais,
com o padrão divino. Não há contradição mas uma interdependência
entre lei e graça. Elas harmonizam-se e completam-se em suas
funções.
O autor do livro – escorado nos frágeis pilares de Canright –
defende o dispensacionalismo e crê
que, depois de Cristo a graça suplantou a
lei, substituiu-a, anulou-a, destruiu-a. Afirma que, com a
morte de Cristo, findou-se a jurisdição
da lei, iniciando-se a da graça. E é desse jeito que entende ele o
"estar debaixo da lei" e o "estar debaixo da graça," realçando que
a graça existe da morte de Cristo para cá. Affff! Santa Ignorância!
Se isto fosse verdade, gostaríamos de perguntar como se arrumaram os
pecadores dos tempos do Velho Testamento? Como se teriam
salvo? Me responda? Nem a toda sua existência você
encontraria resposta.
Este ponto não pode ser passado por alto
porquanto as Escrituras ensinam claramente que a salvação é obtida
unicamente pela graça.
E se a graça
não existia antes da cruz, segue-se que os pecadores que viveram
nos tempos patriarcais e posteriores não se
salvaram.
Viveram antes da graça, para sua perdição. Ou – se como querem
alguns "cristãos estudiosos" – os pecadores do Velho Testamento se
teriam salvo pelas obras da lei, forçoso é convir que o
Céu estará dividido em dois grupos:um grupo a proclamar
orgulhosamente ter-se salvo pelos seus méritos e esforços, por
terem guardado a lei (e isto seria um insulto a Jesus, um ultraje
ao Seu sacrifício e ao Seu sangue), ao passo que o povo que viveu
depois da cruz lá estaria a proclamar humildemente os louvares de
Cristo, que lhes deu a vida eterna. Seria isto possível? Seria
concebível?
Não, não há na Bíblia tal coisa: uma
jurisdição da lei e outra da graça, separadas pela cruz.
Isto é danosa invencionice humana, ofensa
ao plano de Deus.
Tal conceito é blasfemo e deve ser
rejeitado.
A verdade é bem
outra. Diz a Bíblia que a graça vem de "tempos eternos" (Rom.
16:25). que o "Cordeiro foi morto desde a fundação do
mundo" (Apoc. 13:8), e que "a graça nos
foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos." (II
Tim. 1:9). Portanto, os pecadores sob o Velho Testamento também se
salvaram pela graça.
Como afirma que veio depois da
cruz?
Abraão foi salvo pela graça. Gál. 3:8; Rom. 4:3.
Davi não se salvou pelos próprios méritos, mas pela fé em Cristo.
Rom. 4:6.
A graça está estendida a TODOS os
homens. Tito 2:11; Rom. 5:18. Estava planejada antes mesmo da queda
e começou a vigorar desde Gên. 3:15, mas um dia será retirada.
Apoc. 10:11-13. Cessará então de vigorar. Em matéria de salvação
todos os homens, em todos os tempos estiveram debaixo da graça. Em
Heb. 11 se alinham os vultos exponenciais do Velho Testamento que
agiram, viveram e se salvaram pela fé.
Os sacrifícios
de cordeiros e oferendas que o Israel fazia na antigüidade,
simbolizava a sua fé no futuro Messias – verdadeiro "Cordeiro de
Deus que tira o pecado do mundo." Era a maneira de expressar a fé
em Cristo. Não expressava obras, mas fé.
No Céu só
haverá uma classe de pessoas: a dos salvos pelo Cordeiro. Eis a
descrição dos remidos, na bela antevisão joanina. "E cantavam um
novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir os seus
selos; porque foste morto, e com o Teu sangue compraste para Deus
homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação." Apoc. 5:9.
Portanto, a graça abrange TODOS os períodos da
História.
Pré-Cruz ou Pós-Cruz
Mas – ai vem a objeção kkkkk –
Paulo não disse
claramente aos romanos, que não estavam mais "debaixo da lei" mas
"debaixo da graça"?
Sim, disse. Mas com tais expressões quereria ele acaso dizer que
não necessitamos guardar os mandamentos contra o adultério, a
idolatria, o homicídio, o roubo, a mentira etc., enfim o conteúdo
do Decálogo?
De modo nenhum, pois os argumentos expendidos na mesma epístola são
contrários a essa desastrosa conclusão.
Leiam-se, por
exemplo, os cap. 7:12,14 e 22; 3:31 e outras
passagens.
Analisemos, com
muita atenção, o verdadeiro sentido da expressão
paulina.
Qual o assunto que Paulo tinha em mente
ao escrever aos crentes de Roma?
Estaria ele querendo diferenciar a lei do Velho Testamento e a lei
do Novo Testamento?
Não! Queria ele estabelecer conflito ou contradição entre lei e
graça? Também não!
Estaria indicando várias maneiras de
salvação? Não!! (Rom. 3:31).
Então, a que se referia o apóstolo, ao dizer "debaixo da lei" e
"debaixo da graça?"
Referia-se à
mudança que ocorre no indivíduo por ocasião de sua conversão,
mudança do "velho homem" para o "novo homem," do pecado para a
santidade, da condenação fatal para a graça
libertadora.
Paulo está se dirigindo a homens crentes, a cristãos batizados, a
homens convertidos. Não a ímpios,
pagãos ou a transgressores da lei divina. Leiam-se os versos 2 e 4.
Diz o verso 6: "sabendo isto, que o nosso homem velho foi com Ele
crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não
mais sirvamos ao pecado." Claro como a luz que o capítulo se refere
à conversão e não à mudança de dispensações. Notemos cuidadosamente
que ele diz: "assim também considerai-vos como mortos para o
pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor." (v.
11).
A respeito de
quem se afirma isso?
Somente a
respeito do homem convertido – membros da igreja de Roma, que não
mais transgrediam a lei, pois viviam em harmonia com ela. Paulo os
exorta a não mais volverem ao pecado. "Não reine, portanto, o
pecado em vosso corpo mortal..." (v. 12).
Pecado – como o
define a Palavra de Deus – é transgressão da lei. I S. João
3:4.
Paulo está exortando os romanos a não se deixarem arrastar pelas
paixões carnais, voltando assim a transgredir a lei de Vens. E no
v. 14: "Porque o pecado não terá domínio sobre vós...
" Por quê? Porque a lei foi abolida?
Não.
Mas porque já tinham abandonado o pecado, cessaram de transgredir a
lei. O próprio argumento paulino mostra, de modo inequívoco, que
era precisamente isto que ele queria dizer. "... o pecado não terá
domínio sobre vós, PORQUE não estais debaixo da lei (não mais a
transgredis, não estais mais sujeitos à sua condenação, não vos
colocais debaixo dela como antes) mas debaixo da graça (do favor
imerecido que Deus vos concedeu de serdes redimidos por
Cristo.)
Sim, é a CONVERSÃO o grande tema vertente
de Paulo.
O sentido exato e completo do v. 14 é
este: "tendo abandonado os vossos pecados, tendo cessado de quebrar
a lei, tendo crido em Cristo e sendo batizados, vós agora não sois
mais governados pelo pecado ou pelas paixões, nem sois condenados
pela lei, porque achastes graça à vista de Deus, que vos concedeu
este favor imerecido, e os vossos pecados foram
perdoados."
Claríssimo! Portanto, não estar
DEBAIXO DA LEI, é não estar sob sua
condenação. Não há conflito entre lei e
graça.
"Pois quê?
Pecaremos (isto é, transgrediremos a lei) porque não estamos
debaixo da lei (da sua condenação) mas debaixo da graça (do favor
divino)?
De modo nenhum. Portanto, a própria conclusão paulina destrói
inteiramente a tese de um suposto conflito entre lei e
graça.
Mesmo porque se
"não estar debaixo da lei" significa que não devemos obedecer-Lhe,
segue-se então que podemos transgredi-la à vontade.
O que te impede
de trair tua mulher? A Lei foi anulada! Vá e viva como bem
aprover!
Porém Paulo faz sustar imediatamente esta idéia blasfema com um
categórico "De modo
nenhum."
Credenciada autoridade evangélica sentenciou, com relação a
Rom. 6:14: "A
graça não importa em liberdade para pecar, mas numa mudança de
senhores, e numa nova obediência e serviço. A graça não anula a
santa lei de Deus, mas unicamente a falsa relação do homem para com
ela." (6)
Outra passagem – muito do gosto dos anominianos – também muito citada e
torcida, é Gál. 5:18: "... se sois guiados pelo Espírito
não estais debaixo da lei.
" Também neste
caso, quais os que não estão debaixo da lei? Somente os que são
guiados pelo Espírito, ou seja, os convertidos, os fiéis, os
crentes, os que não seguem as concupiscências, os que não
transgridem a lei de Deus – em suma – os que não cometem pecado. Os
ímpios, os pecadores NÃO são guiados pelo Espírito, portanto eles
estão debaixo da lei, da sua condenação, porque a
transgridem.
Não há aí a mais leve alusão à abolição
da lei de Deus.
Só uma exegese
obtusa conduziria a tal conclusão. Que absurdo!
Consideremos agora a absurda posição dos
oponentes.
Dizem que pela expressão "não estamos
debaixo da lei" Paulo quis dizer que
a lei fui abolida e, portanto, não precisamos mais cumprir os seus preceitos. Passou a lei, sua época e sua função – segundo
dizem.
Ora, se isto é verdade, então NINGUÉM está debaixo
da lei, quer seja ou não guiado pelo
Espírito.
Se ela passou, não atinge mais a quem quer que
seja. Daqui não há fugir.
Mas Paulo profliga este erro,
declarando explicitamente que a fim de não estarmos debaixo da lei,
temos que ser guiados pelo
Espírito.
Como se destrói por si a conclusão
errônea dos anominianos!
A idéia de se estar "livre da lei" e, portanto, não sujeito à sua
obediência, não é nova.
Ela surgiu pela primeira vez, em 608 A. C. aproximadamente, nos
tempos do profeta Jeremias.
Naquele tempo, este argumento indigno foi empregado pelo rebelde
povo de Judá a fim de justificar a sua transgressão da lei de Deus.
Consulte-se, de preferência nas versões Brasileira ou Trinitária, a
repreensão de Deus ao Seu Povo, em Jer. 7:8-10: "Eis que vós confiais...
furtareis, matareis, adulterareis... e direis: fomos livrados a fim
de fazer todas estas coisas."
Um fato inegável: os cristãos
de qualquer denominação crêem que eles não devem jurar, matar furtar,
mentir, cobiçar etc.
Em outras palavras, crêem que devem guardar os mandamentos.
kkkkk, que contraditório! kkkkk
Os adventistas crêem o mesmo, com a diferença que o fazem em
relação a todo o decálogo, incluindo
necessariamente o quarto mandamento. Ora se nós os Adventistas
do Sétima Dia estamos "debaixo da
lei"porque cremos na guarda dos dez
mandamentos, então os demais cristãos estão nove décimos (ou
noventa por cento) debaixo da lei, pelo fato de guardarem nove
preceitos do decálogo. "Coerência, és uma jóia!"
Outro fato de suma gravidade:
costuma-se usar a expressão "não estar debaixo da lei" mas "debaixo da
graça"UNICAMENTE para
se justificar a desobediência ao quarto mandamento.
Ninguém a emprega para justificar a
quebra de outros mandamentos do decálogo.
Creio
honestamente que aqueles que a usam para fugir à guarda do sábado,
não sentem nenhum desejo de roubar, matar ou
adulterar.
Sei que estas coisas lhes cansam
horror.
Mas, com tal
atitude, apenas provam que não é o mandamento de Deus que os inibe
de adulterar, matar, cobiçar etc., mas sim a educação que
receberam, a vigilância social e a opinião
pública.
Se a prática desses horríveis pecados
fosse coisa aceita (como o eram em alguns ritos bárbaros), então
não titubeariam em dizer que praticariam tais coisas porque "não
estão debaixo da lei, mas debaixo da graça." A tal extremo
conduziria o anominianismo, servindo-se de suas bases capciosas de
argumentação.
Note-se que há índios e nativos
antropófagos que matam impiedosamente e a sua consciência não os acusa. Erro crasso é
supor que a guarda dos mandamentos é questão de
consciência.
Religião cristã
não se baseia na consciência mas é uma religião
revelada.
Está escrito o que devemos fazer e o
que devemos evitar de fazer e isto é cumprido quando o
Espírito nos toca o coração.
A consciência, muitas vezes, mesmo crendo
estar sendo dirigida por Deus, acomoda-se.
A consciência não é um guia seguro.
O seguro está
na revelação. Vamos cumpri-la. A Escritura tem muito que dizer
sobre a consciência, como base precária e
enganosa.
Você tem mania
de falar em "consciência cauterizada" (I Tim. 4:2) consciência
"fraca" (I Cor. 8:7).
Somente a revelação divina não se
cauteriza nem se enfraquece.
É inalterável porque o seu elemento é só
divino.
Tremenda contradição sua: diz e reitera, em várias
lugares, que a lei foi abolida por Jesus.
Mas em face do insofismável argumento dos
Adventistas do Sétimo Dia de que se foi abolida, não está em vigor
e, portanto, é lícito matar, furtar, etc. replica – em desespero de
causa – que nove dos mandamentos foram revigorados, reafirmados no
Novo Testamento. Affff! Segura,
peão!
Ora, se isto é
verdade, então qual foi o papel de Cristo?
Aboliu, com Sua
divina autoridade, uma lei que, após a Sua morte seria reeditada em
noventa por cento?Aguenta!!! Eita Brasil!
Como poderia Ele, o Mestre dos mestres, ser desautorado
desta maneira?
Se Ele derrogou
a lei, qualquer que, posteriormente, a restaurasse seria um Seu
oponente, estaria virtualmente contra uma medida anulativa de
Jesus.
Note que absurdo! Note que posição
comprometedora!
Vejam a que reduzem a autoridade de
Cristo: torna nulo um código e, tempos depois de Sua morte, os Seus
seguidores revogam a anulação e reeditam o mesmo
código.
Haverá coisa mais
disparatada?
Medite
seriamente neste fato as mentes equilibradas.
Nós cremos, no entanto, que todos os mandamentos se reafirmam no
Novo Testamento. Por preceito ou por exemplo. Há, nele, alusões
inequívocas à guarda do sábado por motivo de ser o sábado. S. Luc.
4:16; Atos 16:13. S. Luc. 23:56 etc.
Não se tratava
de "agradar" judeus, mas de guardar o quarto mandamento.
Entendido?
E se não é
citado litera ad litera o mandamento é porque tal era o rigor de
sua guarda, que não havia mister citá-lo. Era ponto pacífico.
Ninguém iria contestar a legitimidade de sua guarda.
Está
Claro?
A propósito, o mui ilustre batista Alvah
Hovey, emérito bacharel em teologia, referindo-se aos apologistas, em um conhecido
trabalho sobre o cânon do Novo Testamento, em 1881, endossa a
declaração de Lightfoot de que o silêncio de que o silêncio de um
determinado assunto constitui uma evidência a favor do
mesmo.
E conclui: "Era
supérfluo apresentar provas a favor daquilo de que ninguém
duvidava."
Seria admitir
que "o silêncio dos servos de Deus no Novo Testamento, no vale a
Judéia, é de mais peso que os trovões do próprio Deus no monte
Sinai."
É pena que haja espíritos que sejam
incapazes de ouvir a voz de Deus, por causa do silêncio dos
apóstolos.
Um grande abraço e Fica com
Deus.
Referências:
(1) O Que Vale Mais do que o Dinheiro, série V. A., pág.
1.
(2) A. H. Strong, Systematic Theology, pág. 779.
(3) Citado em Paul and the Law, Charles D. Utt.
(4) A. H. Strong, op. cit., pág. 548.
(5) Idem, pág. 549.
(6) Vincent. Word Studies, vol. 3, pág. 11.
Concordar com a forma bastante didática de expor A Lei e a Graça nesse vídeo, não implica em aceitar todos os dogmas da Igreja em questão.
Bem-vindo a
HaDérech (הדרך), O Caminho ✡ Direção segura: a Torá por Yeshua.
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Você concorda que os judeus crentes em Yeshua (Jesus) deveriam estar mais presentes nas mídias (escrita, radiofônica e televisiva) para contrapor a tudo isso que aí está (heresias, distorções da Palavra do Eterno, fruto da teologia da substituição), com a visão do primeiro século, para não deixar as pessoas no engano, cumprindo assim a sua missão de "...luz dos gentios" (Is. 42:6)?
Bênção Sacerdotal
Por: Hesedh
Yevarechechá Adonai veishmerêcha. Iaêr Adonai panáv elêcha vichunêka. Issá Adonai, panáv elêcha veiassêm lechá Shalom.
O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti. O Senhor sobre ti levante o Seu rosto e ponha em ti a Shalom.
Ouça Mais Que Palavras às 2h, 6h, 10h, 14h, 18h e 22h
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Vencendo vem Jesus!
"Deixo-vos a paz... Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." (Jo. 14: 27)
!שָׁלוֹם - Shalom!
Saudações aos ilustres visitantes e futuros membros!
"...faze-me saber o caminho que devo seguir...".
"Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus." (Sl. 143 : 8, 10)
"...assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus..." (I Tes. 2: 4)
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De volta a Igreja do Primeiro Século!
A Igreja do Primeiro Século restaurada, os milagres acontecem!
A Igreja do Primeiro Século é o melhor exemplo a ser seguido pois enquanto estava sob o governo dos apóstolos, não saiu definitivamente dos trilhos, o que se deu a partir do Século II. A Igreja era composta de milhares de judeus vivendo como judeus, zeladores da lei (Atos 21: 20) conforme chamado irrevogável, e, gentios (não judeus) vivendo como gentios (Atos 15: 20), formando um só Corpo, tendo Yeshua (Jesus) como Cabeça! É notório que não foi todo o povo judeu que foi contra Yeshua (Jesus) para o prender e entregá-lo as autoridades romanos para ser cruscificado, mas sim um pequeno grupo da elite religiosa do seu tempo que formou um complô contra o Mestre.
"Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam." (Rm. 10:12)
Nem anti-semitismo cristão, nem anticristianismo judaico!
Para que haja milagres:
"...buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas (incluíndo milagres) vos serão acrescentadas." (Mt. 6:33)
"Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração." (Sl. 37:4)
"Ele cumprirá o desejo dos que o temem; ouvirá o seu clamor, e os salvará." (Sl. 145:19)
A Igreja Evangélica Brasileira em crise: uma resposta judaico-cristã.
Por Igor Miguel, Diretor do Centro Avançado de Teologia – Ensinando de Sião (CATES)
Serviço da Torá - Parashiot (פרשה)
Restaurando essa prática essencial que existiu na Igreja do Primeiro Século.
O que é o Serviço da Torá - Parashá? Clique aqui e saiba.
Judaísmo que não reconhece o seu Messias é incompleto!
Judaism does not recognize that the Messiah is incomplete!
O Batismo com/no o Espírito Santo, os 9 dons espirituais e os 5 Ministérios
(Igreja, Corpo de Cristo; Jesus, Cabeça da Igreja - O Preparo da Igreja para a volta de Jesus)
Aos judeus:
"Eu, o SENHOR, te chamei (...) para luz dos gentios." (Is. 42:6)
Direitos Autorais e Reservados?
Versículo do dia:Se o livro de sua vida fosse fechado hoje, o que lhe caberia?
Ao Centenário das Assembléias de Deus
O consumismo e os problemas ambientais e sociais.
De quem é a culpa pela criminalidade?
Windows Home Server - Tutorial para montar um servidor caseiro
Mundo tem 1 bilhão de famintos - Uma em cada seis pessoas não tem o que comer
Brasil ainda não vê educação como prioridade
Sincretismo religioso, relativismo, heresias e apostasia dos últimos tempos
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; (Mateus 24: 4)
"Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;" (1 Timóteo 4:1-2)
ABRAÇE A IGREJA CUJA MENSAGEM CENTRAL É:
As promessas de D'us para esta vida? A Palavra de D'us nos diz: "Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão." (Salmos 37: 25). Bençãos como curas, milagres, expulsa de demônios, entre outras, são frutos de uma vida santificada (At. 19: 13).
E FUJA DAS IGREJAS QUE VIVEM PREGANDO:
"No início, a igreja era um grupo de homens e mulheres centrados no Cristo vivo. Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou até Roma e tornou- se uma instituição. Em seguida, à Europa, e tornou-se uma cultura. E finalmente, chegou à América,e tornou-se business." Pr. Richardson Halverson, capelão do senado americano.
Sincretismo Reteté
"Examinai tudo. Retende o bem." (ITes. 5:21)
De volta à Igreja do Primeiro Século!
Serviço da Torá - Parashiot (פרשה)
Restaurando essa prática essencial que existiu na Igreja do Primeiro Século.
O que é o Serviço da Torá - Parashá? Clique aqui e saiba.
Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se não me lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria." (Sl. 137: 5 - 6).
Jerusalém.
Templo de Salomão.
Israel nunca deixará de existir
"Assim diz o Senhor, que dá o sol para a luz do dia, e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; o SENHOR dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o SENHOR, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. Assim diz o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR." (Jr. 31: 35 - 37
Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? (Is. 66:8)
Estude teologia a distância pelo
O MJBI (Instituto Bíblico Judaico-Messiânico), é uma escola aberta a judeus e gentios (não-judeus) que crêem em Yeshua (Jesus) como o Messias ou aos que desejam se aprofundar a respeito dEle em uma abordagem judaica no contexto histórico e lingüístico dos originais.
HEBRAICO
Tradução:
Serviço de Tradução de Hebraico
Tutoriais, glossários, dicionários e sites relacionados à Língua Hebraica:
. Unidade e Avivamento - O Preparo da Igreja para a Volta de Jesus
. Ministério Ensinando de Sião
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Parashá (פרשה) ao vivo, sábado, às 10h (horário de Brasília).
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Serviço da Torah ao vivo, sábado, às 10h (GMT -3:00 Brasília).
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