A Lei e a Graça - Parte I

É comum ouvir no meio cristão que estamos na Graça e que Lei é coisa do "Velho" Testamento, é p'ra judeu, ficou p'ra trás e que a Lei de Jesus se resumiu em duas: Amarás a D'us sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Criou-se um Novo Pacto, uma Nova Aliança, e o Velho Pacto, a Velha Aliança caducou.

1º) Toda esse conceito se firmou com a teologia da substituição que afastou os cristãos do estudo e prática da Lei de D'us que nos santifica ao apontar o pecado que nos separa de D'us. Esse estudo da Lei de D'us feito aos sábados no Século I, era conhecido como parashá (porção - da Palavra - em hebraico), prática adotada pelo escriba Esdras e o governador Neemias após o retorno a Israel do exílio da Babilônia (445/444 a.C.) quando reorganizaram o povo e prescreveram que a Torá fosse lida em público e as passagens traduzidas e comentadas em aramaico.

2º) Um pacto não anula o outro;

3º) P'ra onde essa Graça resumida nas duas leis (Amar a D'us e ao próximo) nos levou históricamente ficando por um mil e quinhentos anos fazendo e adorarando imagens de escultura, pecado que D'us mais abomina nos Dez Mandamentos e por onde essa mesma Graça está nos levando com o descaminho dos Evangélicos, apesar da Reforma, rumo à teologia da prosperidade e o neopentecostalismo, contrariando o tão propalado e principal lema da Reforma: Sola Scriptura. Está na hora de fazer a Teshuvá (Retorno às origens) desdobrando essas duas Leis (Amar a D'us e ao próximo) nos Dez Mandamentos e estes nos 613 Mitsvot, porque até hoje não entendemos o que é Amar a D'us sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Há de se ficar claro que muitas das Leis de D'us são mandamentos e estatutos perpétuos específicos para o povo judeu, mas há muitas leis que são também para os gentios e que não foram anuladas.

Os Dez Mandamentos

Primeira Tábua

Relacionamento do homem com o seu Criador (lá de cima e cá de baixo).

Amor a D'us

Clique aqui e leia os Dez Mandamentos.

Segunda Tábua

Relacionamento do homem com os seres humanos.


Amor ao próximo

Clique aqui e leia os Dez Mandamentos.

A Lei e a Graça

Sem santificação (separação do pecado) ninguém verá o Senhor. (Heb. 12:14)

Lei (aponta o pecado)

"...Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás." (Rom. 7:7)

"E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." (Rom. 7:12)

"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir." (Mt. 5:17)

"Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;" (1 Cor. 13:9)

Graça (perdoa)

"...Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." (Jo. 1:29)

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça." (1 Jo. 1:9)

Por que no Iº Concílio de Jerusalém (At. 15:20) só citaram quatro Leis para os gentios e não falaram de outros mandamentos como guardar o sábado (mudado para o domingo no Séc. IV), não matar, não roubar, não adulterar, etc.? Porque isso já fazia parte da cultura dos cristãos gentílicos daquela época mesmo porque conviviam com os judeus zeladores da Lei. Se alguém quisesse se aprofundar na Lei de Moisés, tinha em cada cidade quem o pregasse e a cada sábado era lido nas sinagogas." (At. 15: 21).

A qualidade da fé e de vida foi a maior perda de todos os tempos que os cristãos sofreram desde os primórdios do cristianismo já nos primeiros séculos de nossa era por ab-rogarem a Santa Lei de D’us, a Toráh.

Santificação é a essência da Toráh. Após o retorno a Israel do exílio da Babilônia, o escriba Esdras e o governador Nehemias reorganizaram o povo e prescreveram que a Torá fosse lida em público, e as passagens traduzidas e comentadas em aramaico. Esse estudo sistemático da Torá, conhecido como Parashá (פרשה) - porção (da Palavra) em hebraico prosseguiu todos os sábados até o Primeiro Século, período que judeus e gentios congregavam juntos.

Com a destruição do Templo, por volta do ano 70, os judeus se dispersam e a igreja gentílica, gradualmente, começa a distanciar-se de suas raízes judaicas e, por consequência, do ensino da Toráh, facilitando assim a introdução de novos conceitos e idéias estranhas a sua fé original, influenciados por nada menos que os chamados primeiros pais da Igreja que embora fossem sinceros na devoção deles/delas pelo evangelho, adotaram uma atitude sincera de ódio ao mesmo tempo para com os judeus. Os ataques furiosos por parte de “luzes” altamente consideradas como o Mártir de Justiniano, Crisóstomo, Ireneo, Inácio, Orígenes e milhares de outros, foram realmente infames e mal. Por seu turno, os judeus culpavam os cristãos de traidores por não terem participado do levante. Nesse clima instala-se aos poucos o antissemitismo (cristão), que originou a Teologia da Substituição.

Substituíram a Lei pela Graça deixando de estudarem a Toráh, a Lei Moral que aponta o pecado, que dava assim chance ao homem de arrependimento e santificação sem a qual ninguém verá o Senhor (Hb. 12:14)  e outras leis que não se referem ao pecado como as leis éticas, alimentares, sociais, higiênicas, trabalhistas, etc., mas que visam uma melhor qualidade de vida, esta, portanto, foi a maior perda de todos os tempos da Igreja que por falta da Santa Lei de D'us, enveredou-se por caminhos tortuosos e obscuros do paganismo e da idolatria, passando a fazer e a adorar imagens de escultura, pecado que D'us mais abominou na história do seu povo. Passados mil e quinhentos anos nas trevas, "Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo." Finalmente, a Reforma deu no que deu, heresias e mais heresias sob as mais variadas siglas como neopentecostalismo, por exemplo. Prosseguindo, a Teologia da Substituição mudou o Shabat (sábado) pelo domingo, substituiu as festas bíblicas pelas festas pagãs, sendo o Natal, uma delas; substituiu também as Escrituras Hebraicas pelo Novo Testamento chamando-a de Velho; o clero adotou as vestes, símbolos e ritos judaicos substituíndo o Templo de Jerusalém pela Basílica de São Pedro no Vaticano. Não ficou só nisso não, o pior que o antissemitismo cristão causou foi a morte física de milhões e milhões de judeus nas fogueiras da inquisição, nos pogroms soviético, culminando com o Holocausto. Eis o alto preço pago e a pagar enquanto permanecermos alheios à Santa Lei de D'us que não foi ab-rogada por Yeshua (Jesus) - Mt. 5:17.

"No início, a igreja era um grupo de homens e mulheres centrados no Cristo vivo. Então, a igreja chegou à Grécia e tornou-se uma filosofia. Depois, chegou até Roma e tornou- se uma instituição. Em seguida, à Europa, e tornou-se uma cultura. E finalmente, chegou à América,e tornou-se business." Pr. Richardson Halverson, capelão do senado americano. TUDO PELA NÃO OBSERVÂNCIA À LEI DE D'US!

Judeus vivendo como judeus e gentios como gentios, congregando juntos em um só Corpo (de Cristo), a Igreja.

"...É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás." (Rm. 7: 7)

"E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom." (Rm. 7: 12)

Jesus reforçou a Lei de D'us com mais rigor (Mt. 5: 28) e condenou o legalismo (Mt. 23: 23).

"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;" (Hb. 12: 14)

Bençãos para quem tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.

SALMO 1

1 BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. 2 Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. 3 Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. 4 Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. 5 Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. 6 Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.

Reflexão:

"Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;" (João 5: 39).

"Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus." (Mateus 22: 29)

Que Escrituras são estas que o judeu Yeshua (Jesus) e os apóstolos judeus se referiam?

Estas Escrituras eram senão as Escrituras hebraicas do Antigo Testamento, pois até então não havia sido formado o cânon do Novo Testamento.

“O Novo Testamento sem o Antigo é tão impossível quanto o segundo pavimento de uma casa sem o primeiro, o Antigo sem o Novo sendo tal e qual uma casa sem teto”. (Judeu David Stern). A fé baseada somente no Antigo ou no Novo Testamento não tem sustentação, razão do fracasso da Reforma Protestante.

Jesus condenou veementemente o legalismo dos fariseus (religiosos) e jamais a Lei de D'us, cuja essência é santificação. "Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;" (Hb. 12: 14)

A Lei de Deus Hoje - Afinal, estamos sob a lei, ou sob a graça de Deus?

A Terra Santa que nos deu a Lei e a Graça

O que é não estar debaixo da Lei e estar debaixo da Graça

Reflexão sobre o tema: Lei X Graça

Leis para os gentios (não-judeus)

"Quando estudo o AT, exploro os fundamentos do Novo Testamento." Francolino Gonçalves


Tony Lin Vasconcelos Pasquel
Tony Lin Vasconcelos Pasquel em 11 setembro 2009 at 22:23

Fonte: http://ubeblog.ning.com/xn/detail/2076487:Comment:359343

"NO mundo religioso tem sido ensinada uma doutrina de graça, que não é nada menos que uma doutrina de desgraça. O Salvador tem sido mais apresentado como Alguém que nos livra de guardar os mandamentos de Deus, do que como Aquele que nos salva de os transgredir.

Uma chamada fé dessa espécie tem sido apresentada como substituto da obediência à santa lei de Deus." (1)Afff!

É deveras lamentável que o mundo chamado cristão apresente um tipo de graça que tem mais o sentido de indulgência ou de manto acobertador de certas iniqüidades do que propriamente o dom divino que consiste em amorável oferecimento de salvação aos transgressores da lei moral.

A tecla surradíssima da lei contra a graça (a maior deturpação teológica dos tempos) é insistentemente batida pelo autor do livro. Chama-se a isto dispensacionalismo, que pretende definir duas épocas distintas, uma da lei, outra da graça – idéia que hoje é desprezada pelos mais cultos pesquisadores do Livro Santo.

Só mesma uma irremediável vesguice teológica poderia estabelecer CONTRADIÇÃO entre a lei e a graça, ou entre a lei e o evangelho.

Hoje precisamos considerar o legítimo conceito da graça. Não vamos entrar em terreno especulativo. Não consideraremos, por exemplo, a graça "universal" como a entendia Wesley; nem o conceito restrito de Armínio ou a singular graça "da criação," defendida por Pelágio. Para maior luz no assunto, temos que nos distanciar desses backgrounds teológicos discordes e até rebarbativos. Vamos analisar a deturpação do conceito de graça entre os professos cristãos, como se observa nos dias atuais, para justificarem a não-observância dos mandamentos de Deus. OK??

Que é graça? Responde, com propriedade, o teólogo batista A. H. Strong: "A graça é favor imerecido concedido aos pecadores." (2) É uma atitude de liberalidade divina, generosidade inefável, concedendo-nos a salvação como um dom, já que estávamos irremediavelmente condenados. É uma oportunidade conferida aos pecadores e que tem o sentido de uma dívida perdoada, de um indulto outorgado, de uma libertação sem paga, de um jugo desatado, de uma carga retirada dos ombros. Graça é a mais alta expressão do amor de Deus, que se tornou objetiva no sacrifício oblativo de Jesus em favor dos pecadores, ou seja, dos transgressores da lei divina.

A lei é exigente. Condena. E justamente porque ela traz condenação e não provê salvação, temos que apelar para a graça.

Definindo a relação entre a lei e a graça, disse Agostinho: "A Lei é dada para que a Graça possa ser exigida; a Graça é concedida para que a Lei passa ser cumprida." (3)

Entende, no entanto, os indoutos que a graça anulou a lei,
repetindo surrado e superado desconchavo teológico.

Mas contra este absurdo levanta-se Strong, o batista, e diz claramente: "A graça, contudo, não deve ser entendida como se ab-rogasse a lei, mas sim como reafirmando-a e estabelecendo-a (Rom. 3:31 'estabelecemos a lei'). Pelo fato de remover o que impede o perdão que Deus concede, e de habilitar o homem a obedecer, a graça a assegura o perfeito cumprimento da lei (Rom. 8:4 'para que a justiça da lei se cumprisse em nós')." (4) Grifos nossos.

Aí está um conceito exato do renomado mestre batista que leva o nosso pleno endosso. E prossegue: "Assim a revelação da graça, conquanto esta compreenda e inclua em si mesma a revelação da lei, acrescenta algo diferente em espécie, a saber, a manifestação do amor pessoal do Legislador. Sem a graça, a lei tem apenas um aspecto exigente. Somente em harmonia com a graça ela se torna 'a lei perfeita da liberdade' (S. Tia. 1:25)." (5) Grifos nossos. E a lei mencionada por Tiago (cap. 2:10-12) é insofismavelmente o decálogo. Um Viva para este verdadeiro servo de Deus!

De fato, como foi dito, se a lei tivesse sido abolida, não haveria transgressão e, necessariamente, não haveria condenação. E não havendo condenaçào, não há necessidade de graça.

Sem lei não há graça. Uma pressupõe a outra. A graça, além de nos salvar da condenação da lei, habilita-nos a vivermos em harmonia com os preceitos celestiais, com o padrão divino. Não há contradição mas uma interdependência entre lei e graça. Elas harmonizam-se e completam-se em suas funções.

O autor do livro – escorado nos frágeis pilares de Canright – defende o dispensacionalismo e crê que, depois de Cristo a graça suplantou a lei, substituiu-a, anulou-a, destruiu-a. Afirma que, com a morte de Cristo, findou-se a jurisdição da lei, iniciando-se a da graça. E é desse jeito que entende ele o "estar debaixo da lei" e o "estar debaixo da graça," realçando que a graça existe da morte de Cristo para cá. Affff! Santa Ignorância!

Se isto fosse verdade, gostaríamos de perguntar como se arrumaram os pecadores dos tempos do Velho Testamento? Como se teriam salvo? Me responda? Nem a toda sua existência você encontraria resposta.

Este ponto não pode ser passado por alto porquanto as Escrituras ensinam claramente que a salvação é obtida unicamente pela graça.

E se a graça não existia antes da cruz, segue-se que os pecadores que viveram nos tempos patriarcais e posteriores não se salvaram.

Viveram antes da graça, para sua perdição. Ou – se como querem alguns "cristãos estudiosos" – os pecadores do Velho Testamento se teriam salvo pelas obras da lei, forçoso é convir que o Céu estará dividido em dois grupos:um grupo a proclamar orgulhosamente ter-se salvo pelos seus méritos e esforços, por terem guardado a lei (e isto seria um insulto a Jesus, um ultraje ao Seu sacrifício e ao Seu sangue), ao passo que o povo que viveu depois da cruz lá estaria a proclamar humildemente os louvares de Cristo, que lhes deu a vida eterna. Seria isto possível? Seria concebível?

Não, não há na Bíblia tal coisa: uma jurisdição da lei e outra da graça, separadas pela cruz. Isto é danosa invencionice humana, ofensa ao plano de Deus.

Tal conceito é blasfemo e deve ser rejeitado.

A verdade é bem outra. Diz a Bíblia que a graça vem de "tempos eternos" (Rom. 16:25). que o "Cordeiro foi morto desde a fundação do mundo" (Apoc. 13:8), e que "a graça nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos." (II Tim. 1:9). Portanto, os pecadores sob o Velho Testamento também se salvaram pela graça.

Como afirma que veio depois da cruz?

Abraão foi salvo pela graça. Gál. 3:8; Rom. 4:3.
Davi não se salvou pelos próprios méritos, mas pela fé em Cristo. Rom. 4:6.
A graça está estendida a TODOS os homens. Tito 2:11; Rom. 5:18. Estava planejada antes mesmo da queda e começou a vigorar desde Gên. 3:15, mas um dia será retirada. Apoc. 10:11-13. Cessará então de vigorar. Em matéria de salvação todos os homens, em todos os tempos estiveram debaixo da graça. Em Heb. 11 se alinham os vultos exponenciais do Velho Testamento que agiram, viveram e se salvaram pela fé.

Os sacrifícios de cordeiros e oferendas que o Israel fazia na antigüidade, simbolizava a sua fé no futuro Messias – verdadeiro "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo." Era a maneira de expressar a fé em Cristo. Não expressava obras, mas fé.

No Céu só haverá uma classe de pessoas: a dos salvos pelo Cordeiro. Eis a descrição dos remidos, na bela antevisão joanina. "E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o Teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação." Apoc. 5:9. Portanto, a graça abrange TODOS os períodos da História.

Pré-Cruz ou Pós-Cruz

Mas – ai vem a objeção kkkkk – Paulo não disse claramente aos romanos, que não estavam mais "debaixo da lei" mas "debaixo da graça"?

Sim, disse. Mas com tais expressões quereria ele acaso dizer que não necessitamos guardar os mandamentos contra o adultério, a idolatria, o homicídio, o roubo, a mentira etc., enfim o conteúdo do Decálogo?


De modo nenhum, pois os argumentos expendidos na mesma epístola são contrários a essa desastrosa conclusão.


Leiam-se, por exemplo, os cap. 7:12,14 e 22; 3:31 e outras passagens.

Analisemos, com muita atenção, o verdadeiro sentido da expressão paulina.

Qual o assunto que Paulo tinha em mente ao escrever aos crentes de Roma?

Estaria ele querendo diferenciar a lei do Velho Testamento e a lei do Novo Testamento?


Não! Queria ele estabelecer conflito ou contradição entre lei e graça? Também não!


Estaria indicando várias maneiras de salvação? Não!! (Rom. 3:31).

Então, a que se referia o apóstolo, ao dizer "debaixo da lei" e "debaixo da graça?"


Referia-se à mudança que ocorre no indivíduo por ocasião de sua conversão, mudança do "velho homem" para o "novo homem," do pecado para a santidade, da condenação fatal para a graça libertadora.

Paulo está se dirigindo a homens crentes, a cristãos batizados, a homens convertidos
. Não a ímpios, pagãos ou a transgressores da lei divina. Leiam-se os versos 2 e 4. Diz o verso 6: "sabendo isto, que o nosso homem velho foi com Ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não mais sirvamos ao pecado." Claro como a luz que o capítulo se refere à conversão e não à mudança de dispensações. Notemos cuidadosamente que ele diz: "assim também considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor." (v. 11).

A respeito de quem se afirma isso?

Somente a respeito do homem convertido – membros da igreja de Roma, que não mais transgrediam a lei, pois viviam em harmonia com ela. Paulo os exorta a não mais volverem ao pecado. "Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal..." (v. 12).

Pecado – como o define a Palavra de Deus – é transgressão da lei. I S. João 3:4.

Paulo está exortando os romanos a não se deixarem arrastar pelas paixões carnais, voltando assim a transgredir a lei de Vens. E no v. 14: "Porque o pecado não terá domínio sobre vós...

" Por quê? Porque a lei foi abolida?


Não.

Mas porque já tinham abandonado o pecado, cessaram de transgredir a lei. O próprio argumento paulino mostra, de modo inequívoco, que era precisamente isto que ele queria dizer. "... o pecado não terá domínio sobre vós, PORQUE não estais debaixo da lei (não mais a transgredis, não estais mais sujeitos à sua condenação, não vos colocais debaixo dela como antes) mas debaixo da graça (do favor imerecido que Deus vos concedeu de serdes redimidos por Cristo.)

Sim, é a CONVERSÃO o grande tema vertente de Paulo.

O sentido exato e completo do v. 14 é este: "tendo abandonado os vossos pecados, tendo cessado de quebrar a lei, tendo crido em Cristo e sendo batizados, vós agora não sois mais governados pelo pecado ou pelas paixões, nem sois condenados pela lei, porque achastes graça à vista de Deus, que vos concedeu este favor imerecido, e os vossos pecados foram perdoados."

Claríssimo! Portanto, não estar DEBAIXO DA LEI, é não estar sob sua condenação. Não há conflito entre lei e graça.

"Pois quê? Pecaremos (isto é, transgrediremos a lei) porque não estamos debaixo da lei (da sua condenação) mas debaixo da graça (do favor divino)?

De modo nenhum. Portanto, a própria conclusão paulina destrói inteiramente a tese de um suposto conflito entre lei e graça.


Mesmo porque se "não estar debaixo da lei" significa que não devemos obedecer-Lhe, segue-se então que podemos transgredi-la à vontade. O que te impede de trair tua mulher? A Lei foi anulada! Vá e viva como bem aprover!

Porém Paulo faz sustar imediatamente esta idéia blasfema com um categórico "De modo nenhum."

Credenciada autoridade evangélica sentenciou, com relação a Rom. 6:14: "A graça não importa em liberdade para pecar, mas numa mudança de senhores, e numa nova obediência e serviço. A graça não anula a santa lei de Deus, mas unicamente a falsa relação do homem para com ela." (6)

Outra passagem – muito do gosto dos anominianostambém muito citada e torcida, é Gál. 5:18: "... se sois guiados pelo Espírito não estais debaixo da lei.

" Também neste caso, quais os que não estão debaixo da lei? Somente os que são guiados pelo Espírito, ou seja, os convertidos, os fiéis, os crentes, os que não seguem as concupiscências, os que não transgridem a lei de Deus – em suma – os que não cometem pecado. Os ímpios, os pecadores NÃO são guiados pelo Espírito, portanto eles estão debaixo da lei, da sua condenação, porque a transgridem.

Não há aí a mais leve alusão à abolição da lei de Deus.

Só uma exegese obtusa conduziria a tal conclusão. Que absurdo!

Consideremos agora a absurda posição dos oponentes.

Dizem que pela expressão "não estamos debaixo da lei" Paulo quis dizer que a lei fui abolida e, portanto, não precisamos mais cumprir os seus preceitos. Passou a lei, sua época e sua função – segundo dizem.

Ora, se isto é verdade, então NINGUÉM está debaixo da lei, quer seja ou não guiado pelo Espírito.

Se ela passou, não atinge mais a quem quer que seja. Daqui não há fugir.

Mas Paulo profliga este erro, declarando explicitamente que a fim de não estarmos debaixo da lei, temos que ser guiados pelo Espírito.

Como se destrói por si a conclusão errônea dos anominianos!

A idéia de se estar "livre da lei" e, portanto, não sujeito à sua obediência, não é nova
.

Ela surgiu pela primeira vez, em 608 A. C. aproximadamente, nos tempos do profeta Jeremias.

Naquele tempo, este argumento indigno foi empregado pelo rebelde povo de Judá a fim de justificar a sua transgressão da lei de Deus. Consulte-se, de preferência nas versões Brasileira ou Trinitária, a repreensão de Deus ao Seu Povo, em Jer. 7:8-10: "Eis que vós confiais... furtareis, matareis, adulterareis... e direis: fomos livrados a fim de fazer todas estas coisas."

Um fato inegável: os cristãos de qualquer denominação crêem que eles não devem jurar, matar furtar, mentir, cobiçar etc.

Em outras palavras, crêem que devem guardar os mandamentos
. kkkkk, que contraditório! kkkkk

Os adventistas crêem o mesmo, com a diferença que o fazem em relação a todo o decálogo, incluindo necessariamente o quarto mandamento. Ora se nós os Adventistas do Sétima Dia estamos "debaixo da lei"porque cremos na guarda dos dez mandamentos, então os demais cristãos estão nove décimos (ou noventa por cento) debaixo da lei, pelo fato de guardarem nove preceitos do decálogo. "Coerência, és uma jóia!"

Outro fato de suma gravidade: costuma-se usar a expressão "não estar debaixo da lei" mas "debaixo da graça"UNICAMENTE para se justificar a desobediência ao quarto mandamento.

Ninguém a emprega para justificar a quebra de outros mandamentos do decálogo.

Creio honestamente que aqueles que a usam para fugir à guarda do sábado, não sentem nenhum desejo de roubar, matar ou adulterar.

Sei que estas coisas lhes cansam horror.

Mas, com tal atitude, apenas provam que não é o mandamento de Deus que os inibe de adulterar, matar, cobiçar etc., mas sim a educação que receberam, a vigilância social e a opinião pública.

Se a prática desses horríveis pecados fosse coisa aceita (como o eram em alguns ritos bárbaros), então não titubeariam em dizer que praticariam tais coisas porque "não estão debaixo da lei, mas debaixo da graça." A tal extremo conduziria o anominianismo, servindo-se de suas bases capciosas de argumentação.

Note-se que há índios e nativos antropófagos que matam impiedosamente e a sua consciência não os acusa. Erro crasso é supor que a guarda dos mandamentos é questão de consciência.

Religião cristã não se baseia na consciência mas é uma religião revelada.

Está escrito o que devemos fazer e o que devemos evitar de fazer e isto é cumprido quando o Espírito nos toca o coração.

A consciência, muitas vezes, mesmo crendo estar sendo dirigida por Deus, acomoda-se.

A consciência não é um guia seguro.


O seguro está na revelação. Vamos cumpri-la. A Escritura tem muito que dizer sobre a consciência, como base precária e enganosa.

Você tem mania de falar em "consciência cauterizada" (I Tim. 4:2) consciência "fraca" (I Cor. 8:7).

Somente a revelação divina não se cauteriza nem se enfraquece.

É inalterável porque o seu elemento é só divino.

Tremenda contradição sua: diz e reitera, em várias lugares, que a lei foi abolida por Jesus.

Mas em face do insofismável argumento dos Adventistas do Sétimo Dia de que se foi abolida, não está em vigor e, portanto, é lícito matar, furtar, etc. replica – em desespero de causa – que nove dos mandamentos foram revigorados, reafirmados no Novo Testamento. Affff! Segura, peão!

Ora, se isto é verdade, então qual foi o papel de Cristo?

Aboliu, com Sua divina autoridade, uma lei que, após a Sua morte seria reeditada em noventa por cento?Aguenta!!! Eita Brasil!

Como poderia Ele, o Mestre dos mestres, ser desautorado desta maneira?

Se Ele derrogou a lei, qualquer que, posteriormente, a restaurasse seria um Seu oponente, estaria virtualmente contra uma medida anulativa de Jesus.

Note que absurdo! Note que posição comprometedora!

Vejam a que reduzem a autoridade de Cristo: torna nulo um código e, tempos depois de Sua morte, os Seus seguidores revogam a anulação e reeditam o mesmo código.

Haverá coisa mais disparatada?

Medite seriamente neste fato as mentes equilibradas.

Nós cremos, no entanto, que todos os mandamentos se reafirmam no Novo Testamento. Por preceito ou por exemplo. Há, nele, alusões inequívocas à guarda do sábado por motivo de ser o sábado. S. Luc. 4:16; Atos 16:13. S. Luc. 23:56 etc.

Não se tratava de "agradar" judeus, mas de guardar o quarto mandamento. Entendido?

E se não é citado litera ad litera o mandamento é porque tal era o rigor de sua guarda, que não havia mister citá-lo. Era ponto pacífico. Ninguém iria contestar a legitimidade de sua guarda. Está Claro?

A propósito, o mui ilustre batista Alvah Hovey, emérito bacharel em teologia, referindo-se aos apologistas, em um conhecido trabalho sobre o cânon do Novo Testamento, em 1881, endossa a declaração de Lightfoot de que o silêncio de que o silêncio de um determinado assunto constitui uma evidência a favor do mesmo.

E conclui: "Era supérfluo apresentar provas a favor daquilo de que ninguém duvidava."

Seria admitir que "o silêncio dos servos de Deus no Novo Testamento, no vale a Judéia, é de mais peso que os trovões do próprio Deus no monte Sinai."

É pena que haja espíritos que sejam incapazes de ouvir a voz de Deus, por causa do silêncio dos apóstolos.

Um grande abraço e Fica com Deus.

Referências:

(1) O Que Vale Mais do que o Dinheiro, série V. A., pág. 1.
(2) A. H. Strong, Systematic Theology, pág. 779.
(3) Citado em Paul and the Law, Charles D. Utt.
(4) A. H. Strong, op. cit., pág. 548.
(5) Idem, pág. 549.
(6) Vincent. Word Studies, vol. 3, pág. 11.

Concordar com a forma bastante didática de expor A Lei e a Graça nos próximos vídeos pela IASD, não implica em aceitar todos os dogmas da Igreja em questão.

A LEI E A GRAÇA - PARTE II

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"EXAMINAI TUDO. RETENDE O BEM." 1 Ts 5.21

 

Não há crime e nem pecado sem lei.

Se não há lei, não há pecado; se não há pecado, anula-se a graça; se anula a graça, Cristo morreu em vão; se Cristo morreu em vão, p'ra que Evangelho? Se não há Evangelho, p'ra que Igreja? Então, se a Lei foi abolida, vale tudo?

 

Mais uma Reforma ou Restauração?

 

Passados mil e quinhentos anos nas trevas, "Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo."

Não há dúvida de que a Reforma foi uma grande benção de D’us, teve o seu papel, conclamou o povo a voltar-se para a Bíblia, mas, infelizmente, não foi capaz de restaurar as raízes judaicas da fé cristã, a Igreja como era no primeiro século, zelosos da Lei que não salva mas aponta o que é pecado(At. 21.20), razão do seu fracasso como pode ser visto por aí sob as mais variadas siglas. 

 

Abraão teve fé e guardou a Lei 

 

Gênesis

15.6  Ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça.

26.3 habita nela, e serei contigo e te abençoarei; porque a ti e a tua descendência darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a Abraão, teu pai.
26.4 Multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e lhe darei todas estas terras. Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra;
 26.5 porque Abraão obedeceu à minha palavra e guardou os meus mandados, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis.

 

Yeshúa (Jesus) não veio anular  a Lei de D'us, mas, cumpri-la e ordenou que a cumpríssemos também.

 

"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir." Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus." Mateus 5.17, 19

 

"...de graça recebestes, de graça dai." Mt. 10.8

 

 CRER E FAZER DISCÍPULOS! "...Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura."; "ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado;..." (Mc.16.15; Mt. 28.20)


Por um mundo melhor! For a better world!

 

Direitos Humanos não alinhados à Lei (Toráh = Instrução) do Eterno (D'us, Hashem) é o caos em todos os sentidos. Fonte: A Toráh.

 

Not aligned to the Human Rights Law (Torah = Instruction) of the Eternal (Gd, Gd) is chaos in all directions. Source: The Torah.


"Ponde-vos em ordem de batalha em redor contra Babilônia (Bavel), todos vós que manejais o arco; atirai-lhe, não poupeis as flechas; porque ela pecou contra o SENHOR." Jeremias 50.14

 

"NÃO ADIANTA SÓ SAIR DA BABÍLÔNIA, É PRECISO TIRAR A BABILÔNIA DE DENTRO DE SI MESMO. Saiam da babilônia, rompendo com o domingo, com a trindade, com o natal e voltando-se para o Shabat, para a fé no D'us Uno e único, para a aceitação de Yeshua (Jesus) como Messias, estudando a Torah diligentemente e festejando as festas bíblicas, as únicas que o Eterno estabeleceu."

 

O versículo abaixo está se cumprindo de forma plena nos nossos dias. O Eterno esconde a verdade daqueles que não querem viver segundo os Seus princípios, mas revela aqueles que se submetem a Ele. Algumas pessoas querem servir ao Eterno, como os ímpios servem os seus deuses, e esta é a fonte de toda religião falsa. A Fé Genuína reconhece que o Eterno é UM, que a Torah é o padrão imutável do que é certo e errado, do que agrada a D'us, e que Yeshua é o Messias, o Ungido que foi enviado pelo Eterno. Alguém disse que a Torah é o manual do fabricante do ser humano, e digo que Yeshua certamente é o nosso fiador, e o seu testemunho a garantia de vivermos eternamente com o Fabricante. A trindade, a unicidade na perspectiva evangélica, a anulação da lei e etc., provém da falsa religião, que tem como fonte a rebelião de Ninrode. Quando uma mãe dá banho no seu bebê, ao final joga fora a água suja, mas tira o bebê primeiro. Nenhuma mãe jogaria fora a água com o bebê. Existem muitas pessoas nas igrejas evangélicas que são como este bebê, imersas numa água que está contaminada, e é preciso que clamem, chorem e peçam ao Eterno para tirarem desta "banheira" a fim de que possam banhar-se em águas limpas. Lenham os versículos abaixo, meditem neles e repassem esta mensagem para outros. "Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão. Daniel 12:10 "Acaso, não vos basta a boa pastagem? Haveis de pisar aos pés o resto do vosso pasto? E não vos basta o terdes bebido as águas claras? Haveis de turvar o resto com os pés ? Quanto às minhas ovelhas, elas pastam o que haveis pisado com os pés e bebem o que haveis turvado com os pés. Ezequiel 34:18,19. Ro'sh Marcos Andrade Abrão

 

 

 

 

 

 

 

IMPLANTAÇÃO DE UMA CONGREGAÇÃO JUDAICO-MESSIÂNICA EM SUA CIDADE

 

O Judaísmo Messiânico da Unidade surge no Brasil com o objetivo de praticar um judaísmo messiânico genuíno, sem misturas, mas com convicção e com um compromisso real com a Torah, com o Tanach, com a B'rit Chadashá, com Israel (como povo e nação) e com Yeshua, o Messias. No Judaísmo Messiânico da Unidade só existe um D'us: O Eterno, um padrão estabelecido: A Torah, um Messias: Yeshua e uma congregação: que é composta de judeus circuncisos na carne e no coração e de gentios que se convertaram ao Eterno e são circuncisos no coração. A CONGREGAÇÃO DO ETERNO COMEÇA COM ABRAÃO, TEM COMO ROSH (CABEÇA) O MASHIACH YESHUA, E ADORA APENAS O ETERNO, O D'US UNO E TODO PODEROSO. A CONGREGAÇÃO DO ETERNO É COMPOSTA PELA SEMENTE DE ABRAÃO (O POVO JUDEU), MAIS ESPECIFICAMENTE AQUELES QUE SÃO CIRCUNCISOS NA CARNE E NO CORAÇÃO, E POR UMA PORÇÃO DAS NAÇÕES, QUE SÃO OS GENTIOS QUE ACEITARAM O TESTEMUNHO DO MESSIAS YESHUA E FORAM CIRCUNCISOS NO CORAÇÃO. A Congregação Adonai Shamah (D'us está ali) recebeu a incubência de ser uma voz no Judaísmo Messiânico da Unidade, que é um cumprimento de um propósito Divino. Não ousamos denominarmos fundadores, por esta idéia não é nossa, mas do Eterno, e apenas obedecemos a Sua instrução. Estamos aqui para servir a Congregação do Eterno e contribuir na medida do possível com os planos Divinos que o Eterno tem para a Sua congregação. A verdade é a nossa bandeira, não gostamos de misturas, e temos como referencial a instrução que o Eterno deu a Jeremias e também as palavras do Messias Yeshua: Jeremias 15:19 "Diz o Eterno: se fizeres Teshuvá (retorno, arrependimento) retornarás (voltar para o Eterno), e estarás em pé diante de Mim. Se separas o precioso do vil (sem misturas), serás a Minha boca. Eles restornaram a ti, mas tu não retornarás a eles" Yeshua disse: "Porque apertada é a porta e estreito o caminho que conduz a vida, e são poucos os que encontram" Mateus 7:14 e "Assim, porque és morno, nem és quente nem frio. Estou preste a vomitar-te da minha boca" Apocalipse 3:16. Verdade, é verdade no começo, é verdade no meio e é verdade no fim, e toda mistura abre a porta para o espírito da babilônia. O ETERNO REINA, YESHUA VIVE, ISRAEL VIVE, A CONGREGAÇÃO DO ETERNO VIVE. Shalom para todos. 

 

Caso haja um grupo interessado em uma Congregação Judaico Messiânica da Unidade numa cidade do Brasil ou em outro país, enviem um email para:
judaismomessianicoemcidade@gmail.com

Lembrando que quando abrimos uma congregação designamos um líder que foi formado na nossa sede no Rio de Janeiro, e que está devidadamente capacitado para esta função. Não só judeus, mas pessoas que não tem descendência judaica podem se tornar membros da congregação na medida que se convertem ao Eterno, aceitam o testemunho de Yeshua e observam a Torah. Porém, quanto a função de Ro'sh (líder) reservamos para judeus já que a congregação é JUDAICO MESSIÂNICA.
Fonte: http://www.judaismomessianicobrasil.com.br/

Os judeus messiânicos estão crescendo no Brasil porque muitos cristãos sérios em contato com a teologia das raízes judaica da fé cristã no contexto linguístico, sócio-histórico-cultural do Século I, descobriram as máscaras por trás da teologia sistemática milenar pagã greco-romano-genébrica, que por mais que a defendam, fica cada vez mais patente a sua fragilidade.

 Quem quer conhecer mais em profundidade sobre os erros de traduções, interpretações e desvios do cristianismo em relação a Igreja do Século I, que originou a teologia da substituição e, consequentemente, o antissemitismo, causa das cruzadas, inquisições, pogroms e que culminou com o holocausto, sugiro assistirem centenas de vídeos no canal do YouTube do Rosh Marcos Andrade Abrão no link http://www.youtube.com/user/MarcosAndradeAbrao ou no Facebook https://www.facebook.com/profile.php?id=100000237643180

 


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Restaurando a Igreja do Primeiro Século: amor, poder, identidade, LEI, dons, governo e projeto.


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WebTV Judaico-Messiânica do Beit Ha'azinu

(Para ver em tela cheia, após a propaganda, páre o ponteiro do mouse no vídeo e clique em Full, e para parar o vídeo, clique em Pause.)

 Descubra os segredos escondidos em seu próprio sobrenome

Inquisição em Portugal e no Brasil

O 1º Museu da História da Inquisição no Brasil

 

Associação Brasileira dos Descendentes de Judeus da Inquisição (ABRADJIN)

 

A Abradjin pugna pelo resgate dos anussim, descendentes de judeus forçados ao catolicismo no período da Inquisição e que resguardam a fé em Cristo. Sabendo-se que o judaísmo é identificado pelo comportamento, como vê a barbárie cometida pela Igreja Católica na Inquisição contra os judeus, espoliando-os de seus bens e queimando-os vivos em praça pública?

 

-Não podemos cometer os mesmos erros da Inquisição, forçando os anussim à conversão ao Judaísmo Ortodoxo ou a quaisquer outras ramificações do judaísmo e nem tão pouco convertê-los ao cristianismo em suas inúmeras denominações. A fé do Anussim precisa ser respeitada, bem como o seu direito de crença em um Messias. Há judeus, por exemplo,  que creem atualmente que o falecido Rabino Menachem Schneerson é o messias esperado de Israel. Há outros que creram que o Rabino Shabatai Tzvi era o messias, mesmo após este ter se convertido ao islamismo e nem por isso seus seguidores deixaram de ser considerados judeus e nem foram excluídos de suas comunidades judaicas. Hoje há milhares de judeus em Israel e no mundo que creem em um judeu chamado Yeshua (Jesus) que viveu de modo zeloso com a Torá e com seus costumes. Muitos judeus creem que Yeshua é o Messias prometido e que voltará para a realização da grande redenção de Israel e do mundo, o esperado Tikun Olam.  Apesar da desastrosa história do cristianismo em relação a Israel e ao povo Judeu, deve-se deixar claro que o Anussim Messiânico (como judeu que é) tem como autoridade para a sua vida apenas a Bíblia (livro 100% judaico), e não os dogmas, credos e encíclicas cristãs romanas, alemãs ou doutrinas americanas etc. O Judeu seguidor de Yeshua  não compactua e nem concorda com os erros históricos do cristianismo. Também interpreta a Yeshua (Jesus), os apóstolos e os evangelhos em seu contexto Judaico original, como elementos zelosos da Torá e amantes de seu próprio povo, o povo de Israel. O opróbrio do percurso da história cristã em relação a Israel não pode ser colocado sobre os ombros de qualquer judeu que seja discípulo do rabino de Nazaré, nem pode ser utilizado para separar tal judeu de seu povo. O Judeu messiânico tem seu vínculo em Israel e em seu Messias, e não em qualquer sistema religioso. Ele, como qualquer outro judeu, tem o direito de ser judeu (independentemente de quem ele considere ser o Messias de Israel. (Rabino Marcelo Miranda Guimarães). Saiba mais.

 

Memorial Brasil Sefarad

Instituto Histórico Israelita Mineiro

Holocausto e Anti-Semitismo

Comunidade de judeus e seus  descendentes

 

O Escudo — ou Estrela — de Davi (em hebraico: מגן דוד, transl. Magen David) constante da bandeira de Israel tem origem no Antigo Testamento (Gn 15.1. Sl 18.2, etc.). Ele se assemelha a uma estrela de seis pontas porque foi criado a partir da letra hebraica dalet, a qual possui formato de triângulo e aparece duas vezes no nome do rei Davi (hb. David). O símbolo israelense nada tem a ver com pirâmides maçônicas ou com a imagem de um ser demoníaco da Idade Média parecido com um bode, em cuja cabeça há uma estrela de cinco pontas, e não seis. Fonte: http://migre.me/5E7yr


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Pesquise nas Escrituras
[ Ex.: graça | Ex.: Gn 1:1-10 ]

 

A Bíblia Sagrada é o registro de experiências que algumas dezenas de pessoas tiveram com D’us, dentre outras incontáveis que não deixaram registro, para nos transmitir a Salvação que se dá somente por meio do sangue de Yeshúa  (Jesus) e o cumprimento da Torá interpretada pelo mesmo sob a forma de de mandamentos, estatutos, ordenanças, leis e instruções, para santificação de todo aquele que nÊle crê e for batizado, sem a qual ninguém verá o Senhor.

Bíblia Judaica Completa (AT e NT) editada pelo judeu David Stern e indicada por judeus messiânicos.

Atenção!!! A Bíblia Hebraica do Antigo Testamento em português vendida pela Editora judaica Sêfer cujos autores são: David Gorodovits e Jairo Fridlin, tem alterações textuais que impedem a percepção de Yeshua como o Messias. Saiba mais aqui.

 

Leis no Antigo Testamento (AT)

Para mais detalhes sobre as Leis do AT, clique aqui.

 

Leis no Novo Testamento (NT)

Em construção!

 

Há dois tipos de mitsvot (mandamentos em hebraico) mencionados na Torá (Pentateuco - lei, instrução): as Positivas e as Negativas. A Mitsvá Positiva diz: "Faça isso!": faça caridade, coma matsá, devolva um objeto perdido. A Mitsvá Negativa diz: "Não faça isso!": não mate, não roube.

 

Dos 613 Mitsvot (Mandamentos) do Antigo Testamento, há leis que não se aplicam mais pela inexistência do Templo e outras que são mandamentos, estatutos e ordenanças perpétuos, específicos para o povo judeu (Atos 21.20) e Instituições de Israel. Há leis, por exemplo, alimentares que visa a saúde e santificação, leis específicas para os homens, leis para as mulheres, leis para os  Reis, leis para os Sumos Sacerdotes, leis para os cohens, leis para os levitas, leis para os Juízes, leis relacionadas aos Tribunais, aos leprosos, a nazirenos, a escravos, etc., e, há leis que são universais, isto é, são válidas para todas as pessoas, judeus e não judeus, portanto, há muitas leis aplicáveis aos gentios.

 

✡ DÚVIDAS TEOLÓGICAS Judaico-Messiânicas

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Caso você se depare com algum comentário explicitamente antissemita, não perca tempo respondendo ao autor. Qualquer tipo de manifestação pública de racismo, incluindo antissemitismo, é considerado crime no Brasil. Além disso, é proibido pela maioria dos sites noticiosos. Então, a primeira coisa a fazer é denunciar este comentário aos moderadores do site. Muitos têm botões específicos para este fim. Depois, veja se o comentário foi retirado. Caso não seja, envie o link da página para a Confederação Israelita do Brasil, que possui uma estrutura jurídica para lidar com estes casos. Saiba mais.


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