Leis rabínicas

Nota: Yeshua (Jesus) jamais foi contra a Lei de D'us, mas sim contra legalismos, obras da lei(*), leis humanas tidas como de igual ou superior valor à Lei de D'us.

D'US ALERTOU PARA QUE NADA FOSSE ACRESCENTADA OU TIRADA DA SUA PALAVRA (LEI): “Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela” (Deuter. 4:2), E, QUANDO YESHUA (JESUS) PRONUNCIOU AS PALAVRAS DOS VERSOS A SEGUIR, ELE ANULOU A LEI DE D'US OU A TORNOU MAIS RIGOROSA, EXIGENTE, SEM ACRÉSCIMOS HUMANOS E ENTENDIDAS NA REVELAÇÃO?

Mateus

5.17 Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir.

5.18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo seja cumprido.

5.19 Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus.

5.20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus.

5.21 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás ("LEI DE MOISÉS"); mas qualquer que matar será réu de juízo.

5.22 Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão será réu de juízo, e qualquer que chamar a seu irmão de raca será réu do Sinédrio; e qualquer que lhe chamar de louco será réu do fogo do inferno. 5.27 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério ("LEI DE MOISÉS").

5.28 Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela.

 

EXEMPLOS de leis criticadas e rejeitadas por Yeshua (Jesus), ou seja, leis rabínicas ou obras da lei ou leis humanas acrescidas à Lei de D’us

 

Os escribas

Os escribas tinham o trabalho de copiar as Escrituras à mão, tomando um cuidado extremo para assegurar cópias perfeitas do texto. Os sacerdotes e os escribas do tempo de Esdras eram praticamente idênticos. Contudo, no tempo dos Macabeus, dividiam-se em dois grupos distintos. Os sacerdotes passaram a formar o grupo dos Saduceus. Os escribas, que eram chamados os Hassidim no princípio do século II a. C., dividiram-se em dois grupos, sendo um o grupo dos Fariseus.

Os escribas passaram a ser os peritos na Lei e eram conhecidos como advogados e mestres da lei. Chamavam-lhes Rabis, que era um termo de respeito. Eram extremamente zelosos pela Lei e pela sua observância. Era de conhecimento geral que havia 613 mandamentos na Lei ou Torá (os livros escritos por Moisés), embora nem todos fossem muitos específicos. Para ter certeza de que a Lei era seguida corretamente, deram-lhe interpretações e passaram essas interpretações ao povo como tendo tanta importância como as próprias Escrituras. Devido ao zelo que tinham, aplicavam a Lei a todas as situações possíveis e imaginárias, criando assim centenas de regras minúsculas e ridículas, muito difíceis de cumprir. Estas regras criadas pelo homem eram conhecidas como “Lei oral”.

Podemos ter uma idéia de como a Lei oral funcionava se repararmos, por exemplo, na lei que regulava o trabalho do Sábado (dia de descanso). Os escribas formaram leis à volta do Sábado, como se fosse uma vedação para o proteger. Por isso perguntavam: “O que é que constitui trabalho?” Consideravam trabalho andar mais do que 1 quilômetro a partir da povoação em que se vivia, carregar um fardo ou até mesmo acender um lume. Quanto ao carregar um fardo, procuravam determinar o que constitui um fardo. Chegaram à conclusão de que um fardo era comida de peso equivalente a um figo seco ou a tinta necessária para escrever duas letras do alfabeto hebraico.

Mas havia sempre áreas de incerteza. Asssim, passavam horas intermináveis a debater se era permitido, por exemplo, um alfaiate caminhar um pouco com uma agulha espetada na roupa, ou se era permitido usar próteses dentárias, ou se um pai podia pegar no filho ao colo. Curar era também considerado trabalho. Era só permitido se a vida da pessoa estivese em perigo. E, mesmo assim, o tratamento só podia ser para evitar que a pessoa piorasse. (…)

No tempo do ministério de Jesus, a Lei oral acompanhava sempre, obrigatoriamente, a Lei escrita de Moisés e era aceita como tendo a mesma importância da Bíblia; em muitos casos era considerada mais importante do que as Escrituras sagradas. Jesus não aceitava isso.

No século 4 d.C. as leis orais foram reunidas numa forma escrita e passaram a formar um documento conhecido como o “Misna”. A este foi acrescentado um comentário conhecido como o “Gemara”. Estes dois volumes têm o nome de “Talmud”.

Certa vez os discípulos sentaram-se para comer sem lavar as mãos, não seguindo a tradição religiosa daquele tempo. Este lavar das mãos era um lavar ritual, de purificação, não era simplesmente por razões de higiene. Os mestres da Lei perguntaram a Jesus porque é que os discípulos não viviam segundo as tradiões dos anciãos. Jesus respondeu o seguinte:

Bem profetizou Isaías (Is. 29:13) acerca de vós, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas, que são mandamentos dos homens.’ Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes as tradições dos homens…” Marcos 7:6-8

Deus não tinha ordenado esta tradição na Lei escrita. Mas, mesmo hoje em dia, quando os Judeus ortodoxos lavam as mãos, pronunciam a seguinte benção: “Bendito és tu, Senhor, rei do universo, que…nos mandaste lavar as mãos.” Por que é assim? Explicam que a Lei oral ordena que se obedeça aos Rab is e, ao obedecer aos Rabis, estamos a obedecer indiretamente a Deus. Portanto a benção que pensam que Deus lhes ordenou para quando lavassem as mãos é, de fato, uma declaração da sua obediência à autoridade que crêem que Deus deu aos Rabis, para decretarem novos mandamentos. Acreditam também que, durante os 40 dias e 40 noites em que Moisés esteve no Monte Sinai, lhe foi dada uma nova lei que era para ser transmitida oralmente, que ficou conhecida como Lei oral. O problema com os decretos rabínicos é que a própria Lei escrita ordena o seguinte: “Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela” (Deuter. 4:2). Os decretos rabínicos, fabicados pelo homem, constituem um acrescentar da lei. Por isso é que Jesus disse aos escribas: “E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus” (Mat. 15:6).

Os escribas diziam que Deus rejeitava todos aqueles que não conseguiam guardar a Lei, tal como eles a entendiam. Raciocinavam que, uma vez que as pessoas comuns não podiam estudar a Lei, tanto na forma escrita, como na forma oral, eram ignorantes daquilo que Deus queria delas e por isso nunca conseguiam agradar a Deus. Consideravam-se a si próprios como os únicos que eram dignos. Devido a isso, tinham tendência a desprezar as pessoas comuns e referindo-se a elas como “os pecadores”.

Os Rabis, que passavam a vida a debater pontos minúsculos da Lei, falavam do “jugo da lei”, que o povo de Deus devia ter orgulho em carregar. Mas esta Lei, como já afirmamos, não era a Lei que Deus tinha dado originalmente através de Moisés, mas era a Lei escrita juntamente com a Lei oral, sendo esta muito mais exigente. Jesus criticou-os com severidade, dizendo:

“Ai de vós, também, doutores da lei, que carregais os homens com cargas difíceis de transportar; e, vós mesmos, nem ainda com um dos vossos dedos tocais essas cargas.” Lucas 11:46

Os escribas tinham tendência a desmoralizar as pessoas. A Lei ficou tão difícil carregar que muitas pessoas desistiram simplesmente de tentar guardá-la. Como devem ter acolhido com alívio Jesus, quando Ele lhes disse:

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde  de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”; Mat. 11:28-30).

Os Rabis esperavam que os outros suportassem esta carga da Lei. Mas eles nem sempre faziam isso. Jesus disse o seguinte acerca deles: “…dizem e não praticam” (Mat. 23:3). Jesus criticou-os:

“Mas, ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que fechais aos homens o reino de Deus; nem vós entrais, nem deixais entrar aos que estão entrando.” Mat. 23:13.

Esdras, que era sacerdote e escriba, não tinha sido assim. Ele mesmo vivera em estreita comunhão com o Senhor e exortara o povo a voltar a Deus (Neem. 8:1-18). A grande tragédia quanto aos escribas era que estavam na letra e não no Espírito. De fato a letra da Lei mata. Tinham deixado de permitir que o Espírito Santo lhes falasse pela Bíblia e tinham imposto as suas próprias tradições como um filtro, pelo qual a liam. Eles próprios não estavam a receber a benção que Deus tinha para eles e, além disso, estavam a impedir que outros a recebessem.

 

Os Fariseus

Os Fariseus eram, ao mesmo tempo, uma seita religiosa e um partido político. No tempo do ministério de Jesus formavam o grupo religioso mais numeroso em Israel, sendo constituído principalmente por Judeus comuns, muitos dos quais eram escribas. No tempo de Jesus tinham uma grande influência dentro e fora do Sinédrio, que era a assembléia que governava os Judeus. De tempos a tempos colidiam com as autoridades romanas, mas, em geral, deixavam nas mãos de Deus a questão de quem devia governá-los. Fariseu significa "separado." Quanto à sua origem iam até ao tempo de Judas Macabeu, quando o partido Hasidim se formou para se opor à posição fraca dos sacerdotes e governantes. O partido Hasidim era conhecido como o partido "devoto". A sua preocupação era a observância rigorosa da lei cerimonial. No século II a.C., o partido Hasidim dividiu-se em dois grupos: os Fariseus e os Essenos (ou Essênios). Os Fariseus eram um grupo religioso fanático que queria obedecer à lei escrita e também à lei oral, dando uma ênfase especial à observância da lei oral. Preocupavam-se especialmente com a limpeza cerimonial. Os Essenos eram ainda mais severos, acreditando que a pureza ritual só podia ser conseguida pelo afastamento e isolamento da sociedade. Não possuíam nada, renunciavam a tudo o que fosse vida normal, incluindo o casamento. Como consequência, eram totalmente alheios à vida política. Além de só comerem a comida que Deus aprovava como "limpa", os Fariseus tomavam precauções meticulosas quanto ao preparo desses alimentos. O preparo de cada refeição era um acontecimento complicado. Depois havia o assunto de lavar as mãos antes de comer. Não era por motivos de higiene, era o lavar cerimonial das mãos. Procedia-se da seguinte maneira: Despiam-se os braços. Levantava-se um braço e deitava-se água pelos dedos estendidos e virados para cima, de modo que a água corria pela mão e pelo braço. Continuava-se a deitar água até chegar a uma determinada linha marcada no antebraço. Esse mesmo braço era então posto com a mão e os dedos virados para baixo. Era deitada água nesse mesmo antebraço começando pelo ponto mesmo antes daquela linha marcada, de modo que a água corria pela mão e saía pelos dedos. Repetia-se o processo com o outro braço. Era a isto que os Fariseus chamavam lavar as mãos antes de comer. Em geral o povo admirava os Fariseus pelo seu zelo. Mas Jesus não nutria essa admiração por eles. Criticou-os asperamente pelos seguintes motivos: Estavam mais preocupados em parecerem boas pessoas do que em obedecer a Deus. Gostavam de ser vistos como homens santos. Procuravam sempre os lugares mais importantes na sinagoga e gostavam que lhes chamassem "Rabi" quando eram cumprimentados no mercado (Lucas 11:43). Gostavam que as suas obras fossem vistas por toda a gente. Faziam um espetáculo da sua oração em público. Quando oravam, certificavam-se de que todos reparavam neles. Jesus chamou-lhes "hipócritas" ou "atores" (Mat. 23:13). Também lhes disse que o que importa verdadeiramente é o que está no interior do homem. Estas foram as Suas palavras: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois limpais o exterior do copo e do prato, mas o interior está cheio de rapina (avidez) e de iniquidade (satisfação dos próprios desejos). Fariseu cego! Limpa primeiro o interior do copo e do prato, para que também o exterior fique limpo." Mat. 23:25,26. Mesmo antes de Jesus já João Batista tinha falado claramente contra eles, quando foram ter com ele para o ouvir no deserto. Disse-lhes: "...Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento e não presumais de vós mesmos, dizendo: Temos por Pai a Abraão, porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. E também, agora, está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo." Mat. 3:7-9. A propósito da palavra "fogo", é interessante notar que, sempre que Jesus falou de inferno, fê-lo quando se dirigia aos dirigentes religiosos (Mat. 23:15). A mensagem DÊle para o povo não era acerca do fogo do inferno mas sim de um Deus de amor e de perdão, que esperava que fossem a Ele, tal como fez o filho pródigo. Os Fariseus também classificavam as pessoas comuns como "pecadoras" por não cumprirem a prática religiosa. Os escribas consideravam as pessoas "pecadoras" porque não conheciam os pormenores da lei oral, ao passo que os Fariseus as consideravam "pecadoras" porque não cumpriam os pormenores dessa lei, o que eles próprios também não faziam. Criticavam-nas e desprezavam-nas. Jesus descreve a maneira normal de os Fariseus orarem, na parábola dos dois homens que subiram ao templo para orar. Contou o seguinte: "O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens - roubadores, injustos e adúlteros...jejuo duas vezes por semana e dou os dízimos de tudo quanto possuo." Lucas 18:11. Mas era injusto classificar as pessoas comuns, de fato, a maioria das pessoas, como "pecadoras" só porque não observavam cada um dos pormenores da lei oral. Tinham simplesmente desistido de guardar a lei de Moisés porque era difícil demais. Tinham que trabalhar para ganhar a vida e não tinham tempo para obedecer às leis religiosas, sofisticadas, que os dirigentes religiosos tinham estabelecido. Jesus compreendeu a situação do povo comum. Não tratou com as pessoas como os Fariseus. Procurou estar com elas. Comeu na companhia de "pecadores". Passou tempo com aqueles que se sentiam excluídos da presença e da benção de Deus. Estavam tão obcecados com o obedecer às interpretações da lei, em cada pormenor (pois entendiam que a salvação vinha da obediência perfeita da lei), que ignoraram a mensagem de graça e misericórdia de Deus. Mas Jesus não era assim. Quando os Fariseus O criticaram por comer com "pecadores, Ele respondeu: "Não necessitam de médico os sãos, mas sim, os doentes. Ide, porém e aprendei o que significa: Misericórdia quero e não sacrifícios. Porque eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento." Mat. 9:12,13. Os Fariseus procuravam agradar a Deus através da atenção rígida que davam ao cumprimento da Lei. Isto constituía um grande sacrifício. No entanto, Jesus disse-lhes que o que era mais importante para Deus era mostrar misericórdia àqueles que não tinham esperança (Mat. 23:23; Lucas 11:42).

 

Os Saduceus

Os Saduceus eram também uma seita religiosa e um partido político. Juntamente com os Fariseus, formavam os dois principais partidos políticos do tempo de Jesus. Mencionamos brevemente os Essenos, que eram um dos partidos menores. Havia um outro partido de minoria que eram os Zelotes. Estes acreditavam que Deus queria que os Judeus se insurgissem através de uma ação militar contra as forças romanas ocupantes. Por isso pregavam a violência e a revolta. Tinham como modelo Finéias, que agiu com zelo no tempo de Moisés e que matou, com uma lança, duas pessoas não cumpridoras da lei. O nome "Saduceu" vem de "Zadoque", que foi um dos sacerdotes mais notáveis que viveu no tempo de Davi e de Salomão. Os Saduceus surgiram no tempo dos Macabeus, vindo dum grupo helenístico, que era a favor da introdução da cultura grega na sociedade israelita. A maioria deles era constituída por membros das famílias de sacerdotes, muito poderosas, que governavam em Israel naquele tempo. De fato, os sacerdotes desta família tinham desempenhado o papel de reis até que os Romanos deram esta posição a Herodes. No tempo de Jesus, os Saduceus ainda tinham um grande poder político, exercido através do Sinédrio, onde eram a força dominante e cujo presidente era o sumo-sacerdote que, como é obvio, era um deles. O Sinédrio era composto de 70 membros. Os Saduceus e os Fariseus, em número igual, constituíam a maioria dos membros. O resto dos lugares era ocupado por escribas e anciãos. Os Saduceus estavam muitas vezes dispostos a comprometer os seus valores na maneira como tratavam com os Romanos e com outros, para manterem o seu "status" e as suas posições de influência. Colaboravam plenamente com os Romanos para evitarem revoltas armadas. Os sumo-sacerdotes contavam-se entre eles. Como grupo, criam na lei de Moisés e na pureza levítica, mas não aceitavam a palavra dos profetas. Não acreditavam em anjos, nem em espíritos malignos. Também não acreditavam na ressurreição. Eram um grupo tradicional que se baseava na razão e não na revelação. Em relação à Palavra escrita, podemos dizer que a diferença fundamental entre os escribas e os Fariseus, por um lado, e os Saduceus, por outro, era que os primeiros acrescentavam a tradição à Palavra, ao passo que os últimos tiravam partes da Palavra, rejeitando a palavra dos Profetas. Jesus advertiu os discípulos para que tivessem cuidado com o fermento dos Fariseus e dos Saduceus (Mat. 16:5-12). Isto aconteceu depois de ter alimentado 5.000 pessoas, com cinco pães, e 4.000 pessoas, com sete pães. Os discípulos pensavam que Jesus estava a criticá-los por não terem levado pão com eles. Por isso explicou-lhes que estava, de fato, a falar dos ensinamentos dos Fariseus e dos Saduceus, comparando-os ao fermento. O fermento é farinha misturada com água, que, quando deixada durante algum tempo, começa a fermentar e a azedar. Quando se misturam farinha e água de novo, o fermento afeta toda a mistura. Ao cozê-la, a massa cresce, produzindo pão com bom aspecto. Mas o pão sem fermento é feito com massa nova. É raso e sem grande aspecto, mas é mais nutritivo. A palavra de Deus é comparada ao pão, nas Escirturas. "O homem não viverá só de pão, mas de tudo que sai da boca do Senhor viverá o homem." Deut. 8:3. A palavra de Deus alimenta-nos espiritualmente. O problema é que os homens, muitas vezes, pensam que podem melhorá-la e fazê-la mais atraente. Jesus avisou acerca do fermento dos dirigentes religiosos, isto é, acerca do ensinamento que acrescentavam as suas interpretações e tradições. Jesus disse aos Fariseus que eles invalidavam a palavra de Deus pela sua tradição (Mat. 15:6).

Fonte: O Filho Amado de Thomas Black Wilson.

(*)As obras da lei

Entre 1947 e 1956, centenas de manuscritos antigos – incluindo cópias de quase todos os livros do Antigo Testamento – foram descobertos, dentro de grandes vasos de barro, escondidos em 11 cavernas, nas montanhas do lado oeste do Mar Morto. Ao analisar sua escrita e submetê-los a testes radiométricos, os arqueólogos ficaram pasmos ao constatar que esses documentos tinham cerca de 2 mil anos de idade! Alguns haviam sido escritos nos dias de Jesus e outros até dois séculos antes!

Quem teria escrito os famosos Manuscritos do Mar Morto? Por que teriam sido escondidos nas cavernas do remoto e inóspito Deserto da Judéia? Que segredos eles escondem? Essas perguntas continuam sendo debatidas até hoje por arqueólogos, historiadores, filólogos e teólogos. Mas algumas respostas surpreendentes já foram encontradas.

Uma dessas surpresas ocorre num manuscrito conhecido como MMT (abreviatura da expressão hebraica Miqsat Ma-ase ha-Torah = importantes obras da lei). Esse é o único escrito, fora da Bíblia, que usa a expressão “obras da lei”. Antes de sua descoberta, essa expressão só aparecia nos escritos do Apóstolo Paulo, onde severas críticas são feitas às “obras da lei”. Paulo ensina, por exemplo, que “o homem não é salvo pelas obras da lei” (Gálatas 2:16) e que “todos aqueles que são das obras da lei estão debaixo da maldição” (Gálatas 3:10).

O que Paulo queria dizer por “obras da lei”? Alguns acharam que ele estava se referindo à obediência à Lei de Deus e concluíram, muito apressadamente, que os cristãos não precisavam mais obedecer aos Dez Mandamentos. O MMT, contudo, aponta para um significado totalmente diferente.

Seis cópias fragmentárias do MMT foram descobertas nas cavernas do Mar Morto, indicando que, provavelmente, muitas outras cópias foram feitas e distribuídas. O MMT é uma carta, com mais de 130 linhas, que tenta convencer seus leitores a praticar as “importantes obras da lei” e, para nossa grata surpresa, ele faz uma lista de cerca de 20 dessas práticas religiosas, consideradas extremamente importantes pelo autor do MMT. Entre elas está: (1) não usar tecidos em que se mistura lã e linho; (2) não colocar debaixo do mesmo jugo animais de espécies diferentes; (3) não semear grãos de espécies diferentes no mesmo campo; (4) não lavar utensílios em água corrente – pois poderiam se contaminar com o que tivesse sido lavado corrente acima; etc. O MMT, evidentemente, interpreta e amplifica, de maneira extremada e distorcida, os ensinamentos do Antigo Testamento. Sua preocupação é com a preservação da pureza, em não misturar o puro com o impuro, em não incorrer no erro do “jugo desigual”. O MMT considera tais práticas como essenciais para a religião.

O apóstolo Paulo se posiciona firmemente contra esse ensinamento que, como nos mostra o MMT, parece ter sido bastante difundido naquela época. O MMT comete o erro de achar que impureza é uma questão externa, ritualística, e não moral, do íntimo do coração. Para Paulo, uma religião meramente exterior e ritualística não têm qualquer virtude, porque todos somos “justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei, porque pelas obras da lei ninguém será justificado” (Gálatas 2:16). A Lei de Deus, porém, continua sendo “santa, e o mandamento santo, justo e bom” (Romanos 7:12).

Jorge Fabbro é arqueólogo e presidente da Associação de Amparo à Criança e ao Adolescente (Educriança)

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Maranata! O Senhor Yeshúa (Jesus) Vem!

 

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Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora.   1 João 4.1 

 

"EXAMINAI TUDO. RETENDE O BEM." 1 Ts 5.21

 

Não há crime e nem pecado sem lei.

Se não há lei, não há pecado; se não há pecado, anula-se a graça; se anula a graça, Cristo morreu em vão; se Cristo morreu em vão, p'ra que Evangelho? Se não há Evangelho, p'ra que Igreja? Então, se a Lei foi abolida, vale tudo?

 

Mais uma Reforma ou Restauração?

 

Passados mil e quinhentos anos nas trevas, "Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo."

Não há dúvida de que a Reforma foi uma grande benção de D’us, teve o seu papel, conclamou o povo a voltar-se para a Bíblia, mas, infelizmente, não foi capaz de restaurar as raízes judaicas da fé cristã, a Igreja como era no primeiro século, zelosos da Lei que não salva mas aponta o que é pecado(At. 21.20), razão do seu fracasso como pode ser visto por aí sob as mais variadas siglas. 

 

Abraão teve fé e guardou a Lei 

 

Gênesis

15.6  Ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça.

26.3 habita nela, e serei contigo e te abençoarei; porque a ti e a tua descendência darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a Abraão, teu pai.
26.4 Multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e lhe darei todas estas terras. Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra;
 26.5 porque Abraão obedeceu à minha palavra e guardou os meus mandados, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis.

 

Yeshúa (Jesus) não veio anular  a Lei de D'us, mas, cumpri-la e ordenou que a cumpríssemos também.

 

"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir." Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus." Mateus 5.17, 19

 

"...de graça recebestes, de graça dai." Mt. 10.8

 

 CRER E FAZER DISCÍPULOS! "...Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura."; "ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado;..." (Mc.16.15; Mt. 28.20)


Por um mundo melhor! For a better world!

 

Direitos Humanos não alinhados à Lei (Toráh = Instrução) do Eterno (D'us, Hashem) é o caos em todos os sentidos. Fonte: A Toráh.

 

Not aligned to the Human Rights Law (Torah = Instruction) of the Eternal (Gd, Gd) is chaos in all directions. Source: The Torah.


"Ponde-vos em ordem de batalha em redor contra Babilônia (Bavel), todos vós que manejais o arco; atirai-lhe, não poupeis as flechas; porque ela pecou contra o SENHOR." Jeremias 50.14

 

"NÃO ADIANTA SÓ SAIR DA BABÍLÔNIA, É PRECISO TIRAR A BABILÔNIA DE DENTRO DE SI MESMO. Saiam da babilônia, rompendo com o domingo, com a trindade, com o natal e voltando-se para o Shabat, para a fé no D'us Uno e único, para a aceitação de Yeshua (Jesus) como Messias, estudando a Torah diligentemente e festejando as festas bíblicas, as únicas que o Eterno estabeleceu."

 

O versículo abaixo está se cumprindo de forma plena nos nossos dias. O Eterno esconde a verdade daqueles que não querem viver segundo os Seus princípios, mas revela aqueles que se submetem a Ele. Algumas pessoas querem servir ao Eterno, como os ímpios servem os seus deuses, e esta é a fonte de toda religião falsa. A Fé Genuína reconhece que o Eterno é UM, que a Torah é o padrão imutável do que é certo e errado, do que agrada a D'us, e que Yeshua é o Messias, o Ungido que foi enviado pelo Eterno. Alguém disse que a Torah é o manual do fabricante do ser humano, e digo que Yeshua certamente é o nosso fiador, e o seu testemunho a garantia de vivermos eternamente com o Fabricante. A trindade, a unicidade na perspectiva evangélica, a anulação da lei e etc., provém da falsa religião, que tem como fonte a rebelião de Ninrode. Quando uma mãe dá banho no seu bebê, ao final joga fora a água suja, mas tira o bebê primeiro. Nenhuma mãe jogaria fora a água com o bebê. Existem muitas pessoas nas igrejas evangélicas que são como este bebê, imersas numa água que está contaminada, e é preciso que clamem, chorem e peçam ao Eterno para tirarem desta "banheira" a fim de que possam banhar-se em águas limpas. Lenham os versículos abaixo, meditem neles e repassem esta mensagem para outros. "Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão. Daniel 12:10 "Acaso, não vos basta a boa pastagem? Haveis de pisar aos pés o resto do vosso pasto? E não vos basta o terdes bebido as águas claras? Haveis de turvar o resto com os pés ? Quanto às minhas ovelhas, elas pastam o que haveis pisado com os pés e bebem o que haveis turvado com os pés. Ezequiel 34:18,19. Ro'sh Marcos Andrade Abrão

 

 

 

 

 

 

 

IMPLANTAÇÃO DE UMA CONGREGAÇÃO JUDAICO-MESSIÂNICA EM SUA CIDADE

 

O Judaísmo Messiânico da Unidade surge no Brasil com o objetivo de praticar um judaísmo messiânico genuíno, sem misturas, mas com convicção e com um compromisso real com a Torah, com o Tanach, com a B'rit Chadashá, com Israel (como povo e nação) e com Yeshua, o Messias. No Judaísmo Messiânico da Unidade só existe um D'us: O Eterno, um padrão estabelecido: A Torah, um Messias: Yeshua e uma congregação: que é composta de judeus circuncisos na carne e no coração e de gentios que se convertaram ao Eterno e são circuncisos no coração. A CONGREGAÇÃO DO ETERNO COMEÇA COM ABRAÃO, TEM COMO ROSH (CABEÇA) O MASHIACH YESHUA, E ADORA APENAS O ETERNO, O D'US UNO E TODO PODEROSO. A CONGREGAÇÃO DO ETERNO É COMPOSTA PELA SEMENTE DE ABRAÃO (O POVO JUDEU), MAIS ESPECIFICAMENTE AQUELES QUE SÃO CIRCUNCISOS NA CARNE E NO CORAÇÃO, E POR UMA PORÇÃO DAS NAÇÕES, QUE SÃO OS GENTIOS QUE ACEITARAM O TESTEMUNHO DO MESSIAS YESHUA E FORAM CIRCUNCISOS NO CORAÇÃO. A Congregação Adonai Shamah (D'us está ali) recebeu a incubência de ser uma voz no Judaísmo Messiânico da Unidade, que é um cumprimento de um propósito Divino. Não ousamos denominarmos fundadores, por esta idéia não é nossa, mas do Eterno, e apenas obedecemos a Sua instrução. Estamos aqui para servir a Congregação do Eterno e contribuir na medida do possível com os planos Divinos que o Eterno tem para a Sua congregação. A verdade é a nossa bandeira, não gostamos de misturas, e temos como referencial a instrução que o Eterno deu a Jeremias e também as palavras do Messias Yeshua: Jeremias 15:19 "Diz o Eterno: se fizeres Teshuvá (retorno, arrependimento) retornarás (voltar para o Eterno), e estarás em pé diante de Mim. Se separas o precioso do vil (sem misturas), serás a Minha boca. Eles restornaram a ti, mas tu não retornarás a eles" Yeshua disse: "Porque apertada é a porta e estreito o caminho que conduz a vida, e são poucos os que encontram" Mateus 7:14 e "Assim, porque és morno, nem és quente nem frio. Estou preste a vomitar-te da minha boca" Apocalipse 3:16. Verdade, é verdade no começo, é verdade no meio e é verdade no fim, e toda mistura abre a porta para o espírito da babilônia. O ETERNO REINA, YESHUA VIVE, ISRAEL VIVE, A CONGREGAÇÃO DO ETERNO VIVE. Shalom para todos. 

 

Caso haja um grupo interessado em uma Congregação Judaico Messiânica da Unidade numa cidade do Brasil ou em outro país, enviem um email para:
judaismomessianicoemcidade@gmail.com

Lembrando que quando abrimos uma congregação designamos um líder que foi formado na nossa sede no Rio de Janeiro, e que está devidadamente capacitado para esta função. Não só judeus, mas pessoas que não tem descendência judaica podem se tornar membros da congregação na medida que se convertem ao Eterno, aceitam o testemunho de Yeshua e observam a Torah. Porém, quanto a função de Ro'sh (líder) reservamos para judeus já que a congregação é JUDAICO MESSIÂNICA.
Fonte: http://www.judaismomessianicobrasil.com.br/

Os judeus messiânicos estão crescendo no Brasil porque muitos cristãos sérios em contato com a teologia das raízes judaica da fé cristã no contexto linguístico, sócio-histórico-cultural do Século I, descobriram as máscaras por trás da teologia sistemática milenar pagã greco-romano-genébrica, que por mais que a defendam, fica cada vez mais patente a sua fragilidade.

 Quem quer conhecer mais em profundidade sobre os erros de traduções, interpretações e desvios do cristianismo em relação a Igreja do Século I, que originou a teologia da substituição e, consequentemente, o antissemitismo, causa das cruzadas, inquisições, pogroms e que culminou com o holocausto, sugiro assistirem centenas de vídeos no canal do YouTube do Rosh Marcos Andrade Abrão no link http://www.youtube.com/user/MarcosAndradeAbrao ou no Facebook https://www.facebook.com/profile.php?id=100000237643180

 


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Inquisição em Portugal e no Brasil

O 1º Museu da História da Inquisição no Brasil

 

Associação Brasileira dos Descendentes de Judeus da Inquisição (ABRADJIN)

 

A Abradjin pugna pelo resgate dos anussim, descendentes de judeus forçados ao catolicismo no período da Inquisição e que resguardam a fé em Cristo. Sabendo-se que o judaísmo é identificado pelo comportamento, como vê a barbárie cometida pela Igreja Católica na Inquisição contra os judeus, espoliando-os de seus bens e queimando-os vivos em praça pública?

 

-Não podemos cometer os mesmos erros da Inquisição, forçando os anussim à conversão ao Judaísmo Ortodoxo ou a quaisquer outras ramificações do judaísmo e nem tão pouco convertê-los ao cristianismo em suas inúmeras denominações. A fé do Anussim precisa ser respeitada, bem como o seu direito de crença em um Messias. Há judeus, por exemplo,  que creem atualmente que o falecido Rabino Menachem Schneerson é o messias esperado de Israel. Há outros que creram que o Rabino Shabatai Tzvi era o messias, mesmo após este ter se convertido ao islamismo e nem por isso seus seguidores deixaram de ser considerados judeus e nem foram excluídos de suas comunidades judaicas. Hoje há milhares de judeus em Israel e no mundo que creem em um judeu chamado Yeshua (Jesus) que viveu de modo zeloso com a Torá e com seus costumes. Muitos judeus creem que Yeshua é o Messias prometido e que voltará para a realização da grande redenção de Israel e do mundo, o esperado Tikun Olam.  Apesar da desastrosa história do cristianismo em relação a Israel e ao povo Judeu, deve-se deixar claro que o Anussim Messiânico (como judeu que é) tem como autoridade para a sua vida apenas a Bíblia (livro 100% judaico), e não os dogmas, credos e encíclicas cristãs romanas, alemãs ou doutrinas americanas etc. O Judeu seguidor de Yeshua  não compactua e nem concorda com os erros históricos do cristianismo. Também interpreta a Yeshua (Jesus), os apóstolos e os evangelhos em seu contexto Judaico original, como elementos zelosos da Torá e amantes de seu próprio povo, o povo de Israel. O opróbrio do percurso da história cristã em relação a Israel não pode ser colocado sobre os ombros de qualquer judeu que seja discípulo do rabino de Nazaré, nem pode ser utilizado para separar tal judeu de seu povo. O Judeu messiânico tem seu vínculo em Israel e em seu Messias, e não em qualquer sistema religioso. Ele, como qualquer outro judeu, tem o direito de ser judeu (independentemente de quem ele considere ser o Messias de Israel. (Rabino Marcelo Miranda Guimarães). Saiba mais.

 

Memorial Brasil Sefarad

Instituto Histórico Israelita Mineiro

Holocausto e Anti-Semitismo

Comunidade de judeus e seus  descendentes

 

O Escudo — ou Estrela — de Davi (em hebraico: מגן דוד, transl. Magen David) constante da bandeira de Israel tem origem no Antigo Testamento (Gn 15.1. Sl 18.2, etc.). Ele se assemelha a uma estrela de seis pontas porque foi criado a partir da letra hebraica dalet, a qual possui formato de triângulo e aparece duas vezes no nome do rei Davi (hb. David). O símbolo israelense nada tem a ver com pirâmides maçônicas ou com a imagem de um ser demoníaco da Idade Média parecido com um bode, em cuja cabeça há uma estrela de cinco pontas, e não seis. Fonte: http://migre.me/5E7yr


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[ Ex.: graça | Ex.: Gn 1:1-10 ]

 

A Bíblia Sagrada é o registro de experiências que algumas dezenas de pessoas tiveram com D’us, dentre outras incontáveis que não deixaram registro, para nos transmitir a Salvação que se dá somente por meio do sangue de Yeshúa  (Jesus) e o cumprimento da Torá interpretada pelo mesmo sob a forma de de mandamentos, estatutos, ordenanças, leis e instruções, para santificação de todo aquele que nÊle crê e for batizado, sem a qual ninguém verá o Senhor.

Bíblia Judaica Completa (AT e NT) editada pelo judeu David Stern e indicada por judeus messiânicos.

Atenção!!! A Bíblia Hebraica do Antigo Testamento em português vendida pela Editora judaica Sêfer cujos autores são: David Gorodovits e Jairo Fridlin, tem alterações textuais que impedem a percepção de Yeshua como o Messias. Saiba mais aqui.

 

Leis no Antigo Testamento (AT)

Para mais detalhes sobre as Leis do AT, clique aqui.

 

Leis no Novo Testamento (NT)

Em construção!

 

Há dois tipos de mitsvot (mandamentos em hebraico) mencionados na Torá (Pentateuco - lei, instrução): as Positivas e as Negativas. A Mitsvá Positiva diz: "Faça isso!": faça caridade, coma matsá, devolva um objeto perdido. A Mitsvá Negativa diz: "Não faça isso!": não mate, não roube.

 

Dos 613 Mitsvot (Mandamentos) do Antigo Testamento, há leis que não se aplicam mais pela inexistência do Templo e outras que são mandamentos, estatutos e ordenanças perpétuos, específicos para o povo judeu (Atos 21.20) e Instituições de Israel. Há leis, por exemplo, alimentares que visa a saúde e santificação, leis específicas para os homens, leis para as mulheres, leis para os  Reis, leis para os Sumos Sacerdotes, leis para os cohens, leis para os levitas, leis para os Juízes, leis relacionadas aos Tribunais, aos leprosos, a nazirenos, a escravos, etc., e, há leis que são universais, isto é, são válidas para todas as pessoas, judeus e não judeus, portanto, há muitas leis aplicáveis aos gentios.

 

✡ DÚVIDAS TEOLÓGICAS Judaico-Messiânicas

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Caso você se depare com algum comentário explicitamente antissemita, não perca tempo respondendo ao autor. Qualquer tipo de manifestação pública de racismo, incluindo antissemitismo, é considerado crime no Brasil. Além disso, é proibido pela maioria dos sites noticiosos. Então, a primeira coisa a fazer é denunciar este comentário aos moderadores do site. Muitos têm botões específicos para este fim. Depois, veja se o comentário foi retirado. Caso não seja, envie o link da página para a Confederação Israelita do Brasil, que possui uma estrutura jurídica para lidar com estes casos. Saiba mais.


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