A história e o significado da 'Palestina' e dos 'Palestinos'

Para os que se interessam por história e em conhecer a verdadeira origem dos “Palestinos”, resolvi escrever para vocês baseando-me em traduções do artigo: “A história e o significado da 'Palestina' e dos 'Palestinos', por Joseph Katz, renomado historiador e escritor americano. Vale a pena aprender um pouco sobre a verdadeira origem do Conflito Árabe-Israelense, até porque este conflito não é milenar como muitos afirmam, mas bem recente e repleto de interesses políticos. O artigo está dividido em DUAS partes. Nesta semana estarei postando a PRIMEIRA parte, e na semana que vem a SEGUNDA.

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Leiam e se surpreendam! Indiquem também para amigos ou conhecidos que desejam saber mais sobre a história de Israel e sobre a verdadeira história dos "Palestinos".

Shabat Shalom,

MZandona
 
Por Joseph Katz
Tradução e adaptação por MZandona

 

“Não existe uma nação árabe chamada Palestina (...). Palestina é o nome que os romanos deram para o Eretz Israel com o intuito de enfurecer os judeus. Por que deveríamos usar o mesmo infeliz nome dado para nos humilhar? Os ingleses escolherem chamar a terra que eles controlavam de Palestina, e os árabes pegaram este nome como seu suposto nome milenar, apesar de nem sequer conseguirem pronunciá-lo corretamente. Eles transformaram a Palestina em 'Falastin', uma entidade ficcional.”

Golda Meir

 

O QUE SIGNIFICA “PALESTINA”?

 

“Palestina” nunca foi o nome de uma nação ou estado. É na verdade um termo geográfico utilizado para designar uma região abandonada ao descaso desde o século II d.C. O nome em si deriva do termo “Peléshet”, que aparece constantemente na Bíblia hebraica e foi traduzido como “Filístia” ou “Palestina”. Os Filisteus eram um povo do mediterrâneo com origens na Ásia Menor e na Grécia. Eles chegaram à costa Israelense em várias caravanas. Um grupo chegou no período pré-patriarcal, estabelecendo-se em Beer Sheva, entrando em conflito com Abraão, Isaque e Ismael. Um outro grupo, vindo da ilha de Creta após uma frustrada tentativa de invasão do Egito (1194 a.C.), se estabeleceu na área costeira de Israel. Lá eles fundaram cinco assentamentos: Gaza, Ashkelon, Ashdod, Ekron e Gat. Posteriormente, durante o domínio dos Persas e Gregos, povos de outras ilhas do Mediterrâneo invadiram e destruíram os assentamentos filisteus. Desde os dias de Heródoto, os gregos chamam a costa leste do Mediterrâneo de “Síria Palestina”.

 

Os filisteus não eram árabes nem ao menos semitas. Sua origem era grega. Eles não falavam árabe, nem nunca tiveram qualquer conexão étnica, lingüística ou histórica com a Arábia ou com os Árabes. O nome “Falastin” que os árabes usam atualmente para “Palestina”, nem sequer é uma palavra árabe mas sim hebraica - Peleshet (raiz Pelesh), que significa divisor, invasor. O uso do termo “Palestino” para se referir a um grupo étnico árabe é uma criação política moderna, sem qualquer credibilidade acadêmica histórica.

 

COMO A TERRA DE ISRAEL VEIO A SE TORNAR “PALESTINA”?

 

No primeiro século d.C., os romanos destruíram o reino independente da Judéia. Após a revolta frustrada de Bar Korchba no segundo século, o imperador romano Adriano determinou a eliminação da identidade de Israel (também conhecido como Judá ou Judéia), visando destruir o vínculo milenar do povo judeu com a região. Assim, ele escolheu o nome “Palestina”, impondo-o em toda a terra de Israel. Ao mesmo tempo, ele mudou o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina”.

 

Os romanos mataram milhares de judeus e expulsaram ou venderam como escravos outras centenas de milhares. Muitos dos sobreviventes optaram por não abandonar a terra de Israel, e jamais houve um momento sequer na história da região sem que judeus e comunidades judaicas estivessem presentes, apesar das condições serem extremamente precárias e perigosas.

 

BREVE HISTÓRIA DA “PALESTINA”

 

Milhares de anos antes dos romanos criarem o termo “Palestina”, a região era conhecida como Canaã. Os cananitas possuíam muitas cidades-estados, às vezes independentes às vezes vassalos de reis egípcios ou hititas. Os cananitas nunca se uniram para formar um estado. Após o Êxodo do Egito (provavelmente no sec. XV ou XIII a.C.), os filhos de Israel se estabeleceram na terra de Canaã. Ali formaram primeiramente uma confederação tribal e depois os reinos de Israel e Judá.

 

Desde os primórdios da história até os dias atuais, Israel (Judá ou Judéia) foi a única entidade independente e soberana que existiu ao oeste do rio Jordão (nos dias bíblicos, Amon, Moabe e Edom, bem como Israel, possuíram territórios ao leste do Jordão, mas estes desapareceram na antiguidade e nenhuma outra nação reivindicou a região, até os britânicos criarem o termo “Trans-Jordânia”, nos anos 20).

 

Após a conquista romana da Judéia, a “Palestina” se tornou uma província do império romano e posteriormente do império cristão Bizantino (brevemente também foi conquistada pelo império zoroástrico persa). Em 638 d.C, um califa árabe muçulmano tomou a Palestina das mãos dos bizantinos e a anexou ao império árabe-muçulmano. Os árabes, que não tinham nem sequer um nome em árabe para a região, adoraram o nome dado pelos romanos, pronunciando-o como “Falastina”, ou invés de “Palestina” (na língua árabe não há o som de “p”).

 

Durante este período árabe, grande parte da população da região (composta por uma mistura de povos e tribos nômades de várias regiões ao redor) foi forçada a converter-se ao islamismo. Eles eram governados por um califa que reinava de sua capital (primeiramente em Damasco e depois em Bagdá). A região da Palestina nunca se tornou uma nação ou um estado independente, nem desenvolveu uma cultura ou sociedade distinta. Em 1099, cruzados cristãos da Europa conquistaram a “Palestina – Filistina”. Após 1099, nunca a região esteve novamente sob domínio árabe. O reino estabelecido posteriormente pelos cruzados europeus era politicamente independente, mas nunca desenvolveu uma identidade nacional, servindo apenas como um posto militar da Europa Cristã por menos de 100 anos. Após este período, a Palestina foi anexada à Síria como uma província mameluca (etnicamente um povo fruto de uma mistura entre guerreiros e escravos cujo centro político encontrava-se no Egito), e posteriormente anexada ao Império Turco-Otomano, cuja a capital encontrava-se em Istambul.

Cruzados na Palestina, 1099, Chateau de Versailles, França

 

A PROMESSA DO "LAR JUDAICO NACIONAL"

 

Viajantes do ocidente à região da Palestina deixaram registros do que viram no local. O tema presente em todos os relatos é DESCASO. Vejamos alguns testemunhos:

 

“A terra está desolada, vazia, negligenciada, abandonada, destinada à ruínas. Não há nada lá (Jerusalém) para ser visto, a não ser poucos vestígios da antiga muralha que ainda permanece. Todo o resto está coberto por musgo e mato”. Peregrino inglês, 1590.

 

“A região está em situação deplorável, sem habitantes. Sua maior necessidade são pessoas!” Cônsul Britânico, 1857.

 

“Não há sequer uma vila em toda a extensão do vale chamado Jezreel, nem mesmo em um raio de 50Km. Viajamos quilômetros sem encontrar uma alma sequer. Nazaré está abandonada, Jericó é uma ruína que se desfaz; Belém e Betânia, na sua pobreza e humilhação, não é desejada por qualquer criação (...). Um país desolado cujo solo é bastante rico, mas é dado inteiramente a ervas inúteis (...) uma expansão silenciosa, pesarosa (...) uma desolação (...). Nunca vimos um ser humano durante todo o caminho. A Palestina encontra-se vestida em pano de saco e cinzas...”.
Mark Twain, “The Innocents Abroad”, 1867.

 

A restauração da terra “desolada” e “não desejada” começou na segunda metade do século XIX, com os primeiros pioneiros judeus. O trabalho realizado por estes pioneiros criou novas e melhores condições e oportunidades, o que acabou por atrair outros imigrantes de várias partes do Oriente Médio, tanto árabes quanto outros.

 

A Declaração Balfour, de 1917, confirmada pela Liga (ou Sociedade) das Nações, comprometeu o governo britânico aos princípios que “o governo de vossa majestade vê com favor o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional Judaico, e fará uso de seus melhores recursos para facilitar a materialização deste objeto (...)”. Ficou então determinado o controle britânico sobre toda a região e que a área seria aberta à criação de assentamentos judaicos. Também determinou-se que os direitos de todos os seus habitantes (já residentes na região) seriam preservados e protegidos.

 

O Mandato Britânico na Palestina originalmente incluía tudo o que é hoje a Jordânia, bem como o que hoje é Israel e os territórios entre eles. No entanto, quando o “protégé” britânico Emir Abdullah foi forçado a abandonar seu domínio hashmaíta na Arábia, os britânicos criaram para ele uma região alternativa para seu reino, localizada ao leste do rio Jordão. Não havia nenhum nome árabe para a região, assim os ingleses a chamaram de “além do Jordão”, ou “Trans-Jordânia”; posteriormente apenas “Jordânia”.

 

Com esta manobra política, que violava todas as regras estipuladas pela Declaração Balfour e pelo Mandato Britânico, os ingleses retiraram 75% da região destinada a ser o “Lar dos Judeus”, como havia declarado a rainha. Não foi permitido que nenhum judeu habitasse na região da Trans-Jordânia (ou Jordânia). Menos de 25% permaneceu da Palestina original do Mandato Britânico, destinado aos “assentamentos judaicos” prometidos pelos ingleses. Além disso, eles restringiram a imigração judaica na região e impuseram restrições quanto ao local onde os judeus poderiam trabalhar, viver, construir ou plantar. Na verdade, as regiões mais deploráveis da então Palestina britânica foram destinadas aos judeus, como os pântanos da Galiléia e as regiões infestadas de malária como Jafa e Tel-Aviv.

 

Somente após 1967, Israel finalmente conseguiu habitar em algumas das regiões prometidas pelos britânicos aos judeus. Apesar dos britânicos constantemente declararem como ilegais os assentamentos judaicos durante o Mandato Britânico, foram eles mesmos que agiram contrariamente à lei ao expulsarem os judeus da região já declarada “O Lar Judaico Nacional” pela Liga das Nações e pela rainha da Inglaterra.

 

História e Significado de "PALESTINA" e "PALESTINOS" -
2ª PARTE
 
-Por Joseph E. Katz
Tradução e adaptação por MZandona
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MAS ENTÃO, QUEM SÃO OS “PALESTINOS”?

Durante o Mandato Britânico em Israel (1920-1948), os ingleses se referiam a população judaica de Israel como “Palestinos” (termo na verdade criado pelos Romanos no início da era cristã com o intuito de humilhar os judeus – uma vez que “Palestina” significa “local dos Filisteus”, antigos inimigos dos judeus que foram extintos pelos Persas no sec. X a.C). Em 1939, os ingleses decidem proibir toda imigração Judaica para a “Palestina”, algo que era constante desde o século XVIII na região. Esta proibição foi feita no momento em que os Judeus mais precisariam, uma vez que o Nazismo estava fortemente se estabelecendo na Europa e milhões de judeus estavam sendo perseguidos. Milhares que conseguiam escapar dos campos de concentração e tentaram ir para Israel, foram mandados de volta para o inferno, novamente para as câmaras de gás na Europa.

 

Mas ao mesmo tempo em que os britânicos proíbem a imigração judaica, eles permitem ou ignoram a imigração ilegal de milhares de árabes da Jordânia (chamada de Palestina Oriental), Síria, Egito e de várias partes do norte da África. Em 1939, Winston Churchill declara que “...longe de serem perseguidos, os árabes invadiram a região e se multiplicaram...!” Estatísticas exatas da população da região na época são problemáticas, mas sabe-se que em 1947 o número de árabes ao oeste do Jordão triplicou em comparação a 1900.

 

O mito atual é que estes árabes há muitos séculos já estavam estabelecidos na Palestina, até que vieram os judeus e os “desalojaram” em 1948. Mas na verdade a imigração recente de árabes para a Palestina foi que “desalojou” os judeus. O aumento massivo da população árabe na região é comprovada pela lei criada pela ONU em 47: “Qualquer árabe que tenha habitado na Palestina por pelo menos dois anos, mas que deixou a região em 1948, é considerado um “refugiado palestino”. Esta é a origem dos famosos “refugiados palestinos”.

 

As estatísticas sobre a população judaica e árabe na região raramente levam em consideração como surgiram tais proporções. Um dos fatores foi a política inglesa de manter os judeus fora ao mesmo tempo em que traziam os árabes. Outro fator foi a violência utilizada para matar ou expulsar até mesmo judeus que já estavam há muito tempo estabelecidos na região. Por exemplo: A conexão judaica com a cidade de Hebron data dos dias de Abraão, e na verdade, sempre existiu lá uma comunidade judaica desde os dias de Josué, antes mesmo do Rei Davi torná-la capital. Mas em 1929, uma revolta armada de árabes (com o consenso britânico), matou e expulsou quase toda a comunidade judaica de Hebron.

 

Outro exemplo: Em 1948, a Transjordânia passou a ocupar quase todo o território da Judéia e Samaria (os quais eles chamavam de Cisjordânia) bem como a parte Oriental de Jerusalém e a cidade antiga. O que foi feito com os milhares de judeus que já habitavam na região? Foram assassinados ou expulsos.

 

DE PALESTINA PARA ISRAEL

 

O que seria da “Palestina” após o Mandato Britânico? Esta questão foi levantada por vários líderes britânicos e também mundiais, culminando com a decisão da ONU em 1947. Durante as várias deliberações, oficiais, representantes e escritores ÁRABES expressaram suas visões sobre a “Palestina”. Vejam que interessante:

“Não existe um país chamado Palestina. ‘Palestina’ é um termo que os sionistas inventaram (...). Nosso país foi por séculos parte da Síria. ‘Palestina’ é estranha a nós. Foram os sionistas (termo como os árabes se referem aos judeus) que criaram este termo." Líder árabe que discursou na Comissão Britânica, 1937.

“Palestina? Jamais existiu tal coisa na história! Absolutamente não!” Professor Philip Hitti, historiador árabe a serviço do Comitê Anglo-Americano, 1946.

“Todos sabem que a ‘Palestina’ não é nada mais do que o sul da Síria”.Delegado da Arábia Saudita no Conselho de Segurança da ONU, 1956.

“Nunca existiu uma região chamada Palestina, governada por palestinos. Não há uma língua chamada Palestina. Não existe uma cultura Palestina. Palestinos são na verdade árabes, sem distinção de Jordanianos (outra invenção recente), Sírios, Libaneses, Iraquianos, etc. Os árabes controlam 99,9% das terras do Oriente Médio. Israel representa 0,1% da região. Mas isso já é muito para os árabes. Eles querem tudo! Esta é a razão dos conflitos existentes hoje em Israel. Não importa quantas concessões territoriais o governo de Israel fará; nunca será o suficiente.

 

“Mitos do Oriente Médio”, por Joseph Farah, escritor e jornalista árabe.

 

Ainda em 1948, os árabes ainda não haviam descoberto sua nação milenar chamada “Falastina” (até hoje eles nem sequer conseguem pronunciar a palavra “Palestina”, trocando o “P” pelo “F”). Quando a ONU lhes ofereceu metade da Palestina ao oeste do Jordão como seu país, eles violentamente rejeitaram a proposta. Logo após a declaração da ONU criando as duas nações na região (uma árabe e uma judaica), seis nações árabes iniciaram uma guerra visando a aniquilação da recém formada nação de Israel. O propósito desta guerra jamais foi estabelecer uma nação independente chamada “Falastina”, mas sim, expulsar e aniquilar os judeus para dividir entre eles a região antes controlada pelos ingleses.

 

Os líderes destas nações árabes ordenaram que a população árabe da então Palestina emigrasse para as regiões de fronteira e para a costa, uma vez que conduziriam um ataque massivo aos judeus em todos os povoados. Ironicamente, eles demandaram a retirada mas jamais ofereceram seus territórios para receberem tais refugiados. Israel, pressentindo a guerra eminente, organizou uma campanha nacional onde garantiu aos árabes que ficassem no país, cidadania israelense, liberdade de religião e de culto, bem como os mesmos direitos civis e políticos que os judeus teriam. Após o término da Guerra e a vitória de Israel, os árabes que permaneceram se tornaram cidadãos de Israel, e os que abandonaram suas casas esperando a destruição dos judeus foram rejeitados pelos países árabes das fronteiras onde estavam refugiados. Egito, Jordânia, Síria e Líbano fecharam suas portas para seus irmãos árabes, dando início ao que conhecemos hoje como os “Refugiados Palestinos”.

 

Apesar de ter perdido esta guerra, a Jordânia (então chamada Transjordânia) conseguiu anexar a Cisjordânia e a cidade oriental de Jerusalém, matando ou expulsando os judeus que já habitavam na região (judeus de todas as nações que há milênios cuidavam dos locais judaicos sagrados para o judaísmo). O Egito, por sua vez, ocupou a faixa de Gaza. Estas duas nações árabes ocuparam estas regiões até 1967. Neste ano, elas iniciaram uma outra guerra para aniquilar Israel, e como conseqüência de seu fracasso, perderam as terras que tomaram na Guerra de 1948. Nestes 19 anos que ocuparam estas regiões, Jordânia e Egito nunca planejaram criar um estado “Falestino” para os “palestinos”. Nem mesmo os palestinos tinham esta reivindicação. Aliás, ninguém no mundo jamais sugeriu tal coisa.

 

Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com o claro objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados a Israel em 1967. O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente falar em “liberação da Palestina” do que em “destruição de Israel”. Grande parte do mundo, governos, a mídia e a opinião pública aceitou sem questionamento ou análise o novo mito árabe de luta para criação da nação chamada “Falastina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes financiam o terror em Israel. Eles não têm nenhum plano para fundar uma nação Palestina nem nunca terão. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matarem o maior número de judeus possível. Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber.

Yasser Arafat (1929 – 2004) – Criador e líder da OLP e do grupo terrorista Fatah. O “maior líder palestino” desviou 2 bilhões de dólares de fundos públicos palestinos para sua conta bancária pessoal.

 

A SITUAÇÃO NA ÚLTIMA DÉCADA

 

Desde o início da década de 2000, Israel tem colocado em prática um plano de evacuação dos territórios conquistados em 67, que inclui a faixa de Gaza, a Cisjordânia e as planícies do Golan. Gaza já foi completamente entregue em 2005, e se tornou um centro de treinamento para o Hamas, que aos trancos e barrancos finge administrar a região. A Cisjordânia está sendo evacuada e entregue para os palestinos (lê-se Fatah), e a região afunda economicamente e socialmente de forma proporcional à retirada de Israel. Agora, os terroristas do Hizbolá (financiados pelo Iran) esperam receberem o Golan. Para a mídia mundial os palestinos prometem paz em troca de território, mas para os Israelenses esta promessa nunca foi nem nunca será cumprida. Se o objetivo de todas estas entidades terroristas é abertamente “destruir a Israel”, como alguém pode acreditar que a entrega de terra cessará o conflito?

 

À medida que a faixa de Gaza e a Cisjordânia eram evacuadas, Israel via o número de atentados suicidas aumentar a cada ano, tendo todos os assassinos provenientes desses territórios. Israel então dá início ao audacioso plano de construir uma barreira nos pontos mais frágeis da fronteira com a Cisjordânia, visando diminuir o número de atentados. O projeto atual é proteger toda a extensão da fronteira, totalizando quase 700 km. Até o final de 2007, 60% da barreira já havia sido construída. Desde o início da construção, em 2003, o número de atentados suicidas nas cidades israelenses diminuiu em 99,5%.

 

“Tivemos que aprender a usar foguetes uma vez que Israel descobriu uma maneira de se proteger de nossos ataques suicidas. Com a construção deste muro, nossos militantes não conseguem mais penetrar em território Israelense para realizarem seus ataques suicidas”, afirmou Ramadan Shalah, líder da Jihad Islamica Palestina em entrevista ao jornal islâmico Al-Sharq.

 

Os palestinos, que carregam o ódio islâmico contra os judeus e contra Israel, aproveitaram-se durante décadas da falta de segurança nas fronteiras para invadirem e promoverem atos de terrorismo em território Israelense. Centenas de civis inocentes morreram em Israel em ônibus, em restaurantes, lanchonetes, praças, ruas, shopping centers, etc. Nunca houve qualquer comoção por parte da mídia internacional ou da ONU. Agora, após a início da construção do Muro de Segurança, os palestinos posam para a mídia mundial como aprisionados, injustiçados e separados de Israel com um muro que chamam de “Muro do Apartheid”. “Muitos são os danos psicológicos que os palestinos destas regiões têm sofrido, além do efeito na economia, na saúde e no bem estar da população”, afirma o relatório elaborado pela ONU em 2005. Mas onde estão os relatórios sobre os danos psicológicos, econômicos e sociais de Israel frutos de anos de barbárie palestina? É lícito tentar manter seguro suas fronteiras? É lícito proteger o seu povo de organizações que abertamente desejam a sua aniquilação?

Muro de Segurança em Israel – Responsável direto pela redução em 99,5% dos ataques suicidas em Israel

Os EUA há décadas têm construído uma barreira de segurança na fronteira com o México. Até 2008, 580Km já haviam sido construídos. A proposta, já aprovada pelo congresso americano em 2005, é cobrir todos os 3.141km da fronteira com a construção de um muro de concreto armado, cercas elétricas, e policiamento constante. Vejam que os EUA tomaram esta medida emergencial para conter a imigração ilegal de mexicanos e o tráfego de drogas. Os mexicanos não entram nos EUA com o intuito de matarem civis americanos, mas, em sua maioria, com o intuito de trabalharem e ajudarem suas famílias pobres no México. Imaginem se os mesmos estivessem invadindo os EUA para promoverem atentados terroristas? O que fariam os EUA nesta situação? Pois bem, ninguém se atreve a falar contra o muro de separação dos EUA e jamais vemos documentários ou reportagens sobre como os mexicanos se sentem rejeitados e psicologicamente afetados com o “apartheid” americano. Mas Israel, que desesperadamente tenta proteger sua população contra atentados terroristas e que conseguiu provar ao mundo que 99,5% destes atentados foram reduzidos em conseqüência de sua barreira de segurança, é acusado de racista e de estar reconstruindo o “muro de Berlin”.

 

Desde o término da I Grande Guerra, os árabes do Oriente Médio e do norte da África receberam estados independentes em 99,5% dos territórios por eles requisitados. Lord Balfour (estadista inglês que expressou o apoio britânico à criação de um estado judaico na Palestina) certa vez expressou sua esperança que, uma vez que os árabes receberam tanto, não se incomodariam com o pequeno território prometido aos judeus. Infelizmente, Lord Balfour estava errado.

 
Sempre chamo a atenção das pessoas sobre a manipulação da mídia mundial e nacional (brasileira) em relação às informações sobre Israel e o conflito árabe-israelense. É deplorável a forma como as maiores empresas jornalísticas do mundo deturpam, omitem e alteram fatos com o intuito de prejudicar a imagem de Israel no cenário mundial. Não apenas isto, mas o desejo por detrás das notícias, artigos e comentários é na verdade mostrar Israel como o grande inimigo, a grande “pedra no sapato” do Oriente Médio e do mundo. Todos buscam histórias mirabolantes para provar ao mundo que os Palestinos são os verdadeiros habitantes de Israel e que seu vínculo com a terra data de milênios. Mas, quem são os Palestinos? Qual a sua origem? Como a região denominada “Palestina”, pelos romanos, veio a se tornar a nação judaica da atualidade?-

 

MZandona

 

http://diretodeisrael.blogspot.com/

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Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora.   1 João 4.1 

 

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Não há crime e nem pecado sem lei.

Se não há lei, não há pecado; se não há pecado, anula-se a graça; se anula a graça, Cristo morreu em vão; se Cristo morreu em vão, p'ra que Evangelho? Se não há Evangelho, p'ra que Igreja? Então, se a Lei foi abolida, vale tudo?

 

Mais uma Reforma ou Restauração?

 

Passados mil e quinhentos anos nas trevas, "Lutero – cuja Reforma originou-se de uma rebelião contra a influência pagã de Roma sobre a fé cristã – foi incapaz de levar a igreja de volta às suas raízes judaicas e à sua origem em Jerusalém. Curiosamente, em vez de Jerusalém e os ensinos dos apóstolos terem se tornado o ponto central da Reforma, Genebra e os ensinos de Calvino e outros reformadores ocuparam o centro do Protestantismo."

Não há dúvida de que a Reforma foi uma grande benção de D’us, teve o seu papel, conclamou o povo a voltar-se para a Bíblia, mas, infelizmente, não foi capaz de restaurar as raízes judaicas da fé cristã, a Igreja como era no primeiro século, zelosos da Lei que não salva mas aponta o que é pecado(At. 21.20), razão do seu fracasso como pode ser visto por aí sob as mais variadas siglas. 

 

Abraão teve fé e guardou a Lei 

 

Gênesis

15.6  Ele creu no SENHOR, e isso lhe foi imputado para justiça.

26.3 habita nela, e serei contigo e te abençoarei; porque a ti e a tua descendência darei todas estas terras e confirmarei o juramento que fiz a Abraão, teu pai.
26.4 Multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e lhe darei todas estas terras. Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra;
 26.5 porque Abraão obedeceu à minha palavra e guardou os meus mandados, os meus preceitos, os meus estatutos e as minhas leis.

 

Yeshúa (Jesus) não veio anular  a Lei de D'us, mas, cumpri-la e ordenou que a cumpríssemos também.

 

"Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim ab-rogar, mas cumprir." Qualquer, pois, que violar um destes menores mandamentos e assim ensinar aos homens será chamado o menor no Reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no Reino dos céus." Mateus 5.17, 19

 

"...de graça recebestes, de graça dai." Mt. 10.8

 

 CRER E FAZER DISCÍPULOS! "...Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura."; "ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado;..." (Mc.16.15; Mt. 28.20)


Por um mundo melhor! For a better world!

 

Direitos Humanos não alinhados à Lei (Toráh = Instrução) do Eterno (D'us, Hashem) é o caos em todos os sentidos. Fonte: A Toráh.

 

Not aligned to the Human Rights Law (Torah = Instruction) of the Eternal (Gd, Gd) is chaos in all directions. Source: The Torah.


"Ponde-vos em ordem de batalha em redor contra Babilônia (Bavel), todos vós que manejais o arco; atirai-lhe, não poupeis as flechas; porque ela pecou contra o SENHOR." Jeremias 50.14

 

"NÃO ADIANTA SÓ SAIR DA BABÍLÔNIA, É PRECISO TIRAR A BABILÔNIA DE DENTRO DE SI MESMO. Saiam da babilônia, rompendo com o domingo, com a trindade, com o natal e voltando-se para o Shabat, para a fé no D'us Uno e único, para a aceitação de Yeshua (Jesus) como Messias, estudando a Torah diligentemente e festejando as festas bíblicas, as únicas que o Eterno estabeleceu."

 

O versículo abaixo está se cumprindo de forma plena nos nossos dias. O Eterno esconde a verdade daqueles que não querem viver segundo os Seus princípios, mas revela aqueles que se submetem a Ele. Algumas pessoas querem servir ao Eterno, como os ímpios servem os seus deuses, e esta é a fonte de toda religião falsa. A Fé Genuína reconhece que o Eterno é UM, que a Torah é o padrão imutável do que é certo e errado, do que agrada a D'us, e que Yeshua é o Messias, o Ungido que foi enviado pelo Eterno. Alguém disse que a Torah é o manual do fabricante do ser humano, e digo que Yeshua certamente é o nosso fiador, e o seu testemunho a garantia de vivermos eternamente com o Fabricante. A trindade, a unicidade na perspectiva evangélica, a anulação da lei e etc., provém da falsa religião, que tem como fonte a rebelião de Ninrode. Quando uma mãe dá banho no seu bebê, ao final joga fora a água suja, mas tira o bebê primeiro. Nenhuma mãe jogaria fora a água com o bebê. Existem muitas pessoas nas igrejas evangélicas que são como este bebê, imersas numa água que está contaminada, e é preciso que clamem, chorem e peçam ao Eterno para tirarem desta "banheira" a fim de que possam banhar-se em águas limpas. Lenham os versículos abaixo, meditem neles e repassem esta mensagem para outros. "Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão. Daniel 12:10 "Acaso, não vos basta a boa pastagem? Haveis de pisar aos pés o resto do vosso pasto? E não vos basta o terdes bebido as águas claras? Haveis de turvar o resto com os pés ? Quanto às minhas ovelhas, elas pastam o que haveis pisado com os pés e bebem o que haveis turvado com os pés. Ezequiel 34:18,19. Ro'sh Marcos Andrade Abrão

 

 

 

 

 

 

 

IMPLANTAÇÃO DE UMA CONGREGAÇÃO JUDAICO-MESSIÂNICA EM SUA CIDADE

 

O Judaísmo Messiânico da Unidade surge no Brasil com o objetivo de praticar um judaísmo messiânico genuíno, sem misturas, mas com convicção e com um compromisso real com a Torah, com o Tanach, com a B'rit Chadashá, com Israel (como povo e nação) e com Yeshua, o Messias. No Judaísmo Messiânico da Unidade só existe um D'us: O Eterno, um padrão estabelecido: A Torah, um Messias: Yeshua e uma congregação: que é composta de judeus circuncisos na carne e no coração e de gentios que se convertaram ao Eterno e são circuncisos no coração. A CONGREGAÇÃO DO ETERNO COMEÇA COM ABRAÃO, TEM COMO ROSH (CABEÇA) O MASHIACH YESHUA, E ADORA APENAS O ETERNO, O D'US UNO E TODO PODEROSO. A CONGREGAÇÃO DO ETERNO É COMPOSTA PELA SEMENTE DE ABRAÃO (O POVO JUDEU), MAIS ESPECIFICAMENTE AQUELES QUE SÃO CIRCUNCISOS NA CARNE E NO CORAÇÃO, E POR UMA PORÇÃO DAS NAÇÕES, QUE SÃO OS GENTIOS QUE ACEITARAM O TESTEMUNHO DO MESSIAS YESHUA E FORAM CIRCUNCISOS NO CORAÇÃO. A Congregação Adonai Shamah (D'us está ali) recebeu a incubência de ser uma voz no Judaísmo Messiânico da Unidade, que é um cumprimento de um propósito Divino. Não ousamos denominarmos fundadores, por esta idéia não é nossa, mas do Eterno, e apenas obedecemos a Sua instrução. Estamos aqui para servir a Congregação do Eterno e contribuir na medida do possível com os planos Divinos que o Eterno tem para a Sua congregação. A verdade é a nossa bandeira, não gostamos de misturas, e temos como referencial a instrução que o Eterno deu a Jeremias e também as palavras do Messias Yeshua: Jeremias 15:19 "Diz o Eterno: se fizeres Teshuvá (retorno, arrependimento) retornarás (voltar para o Eterno), e estarás em pé diante de Mim. Se separas o precioso do vil (sem misturas), serás a Minha boca. Eles restornaram a ti, mas tu não retornarás a eles" Yeshua disse: "Porque apertada é a porta e estreito o caminho que conduz a vida, e são poucos os que encontram" Mateus 7:14 e "Assim, porque és morno, nem és quente nem frio. Estou preste a vomitar-te da minha boca" Apocalipse 3:16. Verdade, é verdade no começo, é verdade no meio e é verdade no fim, e toda mistura abre a porta para o espírito da babilônia. O ETERNO REINA, YESHUA VIVE, ISRAEL VIVE, A CONGREGAÇÃO DO ETERNO VIVE. Shalom para todos. 

 

Caso haja um grupo interessado em uma Congregação Judaico Messiânica da Unidade numa cidade do Brasil ou em outro país, enviem um email para:
judaismomessianicoemcidade@gmail.com

Lembrando que quando abrimos uma congregação designamos um líder que foi formado na nossa sede no Rio de Janeiro, e que está devidadamente capacitado para esta função. Não só judeus, mas pessoas que não tem descendência judaica podem se tornar membros da congregação na medida que se convertem ao Eterno, aceitam o testemunho de Yeshua e observam a Torah. Porém, quanto a função de Ro'sh (líder) reservamos para judeus já que a congregação é JUDAICO MESSIÂNICA.
Fonte: http://www.judaismomessianicobrasil.com.br/

Os judeus messiânicos estão crescendo no Brasil porque muitos cristãos sérios em contato com a teologia das raízes judaica da fé cristã no contexto linguístico, sócio-histórico-cultural do Século I, descobriram as máscaras por trás da teologia sistemática milenar pagã greco-romano-genébrica, que por mais que a defendam, fica cada vez mais patente a sua fragilidade.

 Quem quer conhecer mais em profundidade sobre os erros de traduções, interpretações e desvios do cristianismo em relação a Igreja do Século I, que originou a teologia da substituição e, consequentemente, o antissemitismo, causa das cruzadas, inquisições, pogroms e que culminou com o holocausto, sugiro assistirem centenas de vídeos no canal do YouTube do Rosh Marcos Andrade Abrão no link http://www.youtube.com/user/MarcosAndradeAbrao ou no Facebook https://www.facebook.com/profile.php?id=100000237643180

 


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Inquisição em Portugal e no Brasil

O 1º Museu da História da Inquisição no Brasil

 

Associação Brasileira dos Descendentes de Judeus da Inquisição (ABRADJIN)

 

A Abradjin pugna pelo resgate dos anussim, descendentes de judeus forçados ao catolicismo no período da Inquisição e que resguardam a fé em Cristo. Sabendo-se que o judaísmo é identificado pelo comportamento, como vê a barbárie cometida pela Igreja Católica na Inquisição contra os judeus, espoliando-os de seus bens e queimando-os vivos em praça pública?

 

-Não podemos cometer os mesmos erros da Inquisição, forçando os anussim à conversão ao Judaísmo Ortodoxo ou a quaisquer outras ramificações do judaísmo e nem tão pouco convertê-los ao cristianismo em suas inúmeras denominações. A fé do Anussim precisa ser respeitada, bem como o seu direito de crença em um Messias. Há judeus, por exemplo,  que creem atualmente que o falecido Rabino Menachem Schneerson é o messias esperado de Israel. Há outros que creram que o Rabino Shabatai Tzvi era o messias, mesmo após este ter se convertido ao islamismo e nem por isso seus seguidores deixaram de ser considerados judeus e nem foram excluídos de suas comunidades judaicas. Hoje há milhares de judeus em Israel e no mundo que creem em um judeu chamado Yeshua (Jesus) que viveu de modo zeloso com a Torá e com seus costumes. Muitos judeus creem que Yeshua é o Messias prometido e que voltará para a realização da grande redenção de Israel e do mundo, o esperado Tikun Olam.  Apesar da desastrosa história do cristianismo em relação a Israel e ao povo Judeu, deve-se deixar claro que o Anussim Messiânico (como judeu que é) tem como autoridade para a sua vida apenas a Bíblia (livro 100% judaico), e não os dogmas, credos e encíclicas cristãs romanas, alemãs ou doutrinas americanas etc. O Judeu seguidor de Yeshua  não compactua e nem concorda com os erros históricos do cristianismo. Também interpreta a Yeshua (Jesus), os apóstolos e os evangelhos em seu contexto Judaico original, como elementos zelosos da Torá e amantes de seu próprio povo, o povo de Israel. O opróbrio do percurso da história cristã em relação a Israel não pode ser colocado sobre os ombros de qualquer judeu que seja discípulo do rabino de Nazaré, nem pode ser utilizado para separar tal judeu de seu povo. O Judeu messiânico tem seu vínculo em Israel e em seu Messias, e não em qualquer sistema religioso. Ele, como qualquer outro judeu, tem o direito de ser judeu (independentemente de quem ele considere ser o Messias de Israel. (Rabino Marcelo Miranda Guimarães). Saiba mais.

 

Memorial Brasil Sefarad

Instituto Histórico Israelita Mineiro

Holocausto e Anti-Semitismo

Comunidade de judeus e seus  descendentes

 

O Escudo — ou Estrela — de Davi (em hebraico: מגן דוד, transl. Magen David) constante da bandeira de Israel tem origem no Antigo Testamento (Gn 15.1. Sl 18.2, etc.). Ele se assemelha a uma estrela de seis pontas porque foi criado a partir da letra hebraica dalet, a qual possui formato de triângulo e aparece duas vezes no nome do rei Davi (hb. David). O símbolo israelense nada tem a ver com pirâmides maçônicas ou com a imagem de um ser demoníaco da Idade Média parecido com um bode, em cuja cabeça há uma estrela de cinco pontas, e não seis. Fonte: http://migre.me/5E7yr


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[ Ex.: graça | Ex.: Gn 1:1-10 ]

 

A Bíblia Sagrada é o registro de experiências que algumas dezenas de pessoas tiveram com D’us, dentre outras incontáveis que não deixaram registro, para nos transmitir a Salvação que se dá somente por meio do sangue de Yeshúa  (Jesus) e o cumprimento da Torá interpretada pelo mesmo sob a forma de de mandamentos, estatutos, ordenanças, leis e instruções, para santificação de todo aquele que nÊle crê e for batizado, sem a qual ninguém verá o Senhor.

Bíblia Judaica Completa (AT e NT) editada pelo judeu David Stern e indicada por judeus messiânicos.

Atenção!!! A Bíblia Hebraica do Antigo Testamento em português vendida pela Editora judaica Sêfer cujos autores são: David Gorodovits e Jairo Fridlin, tem alterações textuais que impedem a percepção de Yeshua como o Messias. Saiba mais aqui.

 

Leis no Antigo Testamento (AT)

Para mais detalhes sobre as Leis do AT, clique aqui.

 

Leis no Novo Testamento (NT)

Em construção!

 

Há dois tipos de mitsvot (mandamentos em hebraico) mencionados na Torá (Pentateuco - lei, instrução): as Positivas e as Negativas. A Mitsvá Positiva diz: "Faça isso!": faça caridade, coma matsá, devolva um objeto perdido. A Mitsvá Negativa diz: "Não faça isso!": não mate, não roube.

 

Dos 613 Mitsvot (Mandamentos) do Antigo Testamento, há leis que não se aplicam mais pela inexistência do Templo e outras que são mandamentos, estatutos e ordenanças perpétuos, específicos para o povo judeu (Atos 21.20) e Instituições de Israel. Há leis, por exemplo, alimentares que visa a saúde e santificação, leis específicas para os homens, leis para as mulheres, leis para os  Reis, leis para os Sumos Sacerdotes, leis para os cohens, leis para os levitas, leis para os Juízes, leis relacionadas aos Tribunais, aos leprosos, a nazirenos, a escravos, etc., e, há leis que são universais, isto é, são válidas para todas as pessoas, judeus e não judeus, portanto, há muitas leis aplicáveis aos gentios.

 

✡ DÚVIDAS TEOLÓGICAS Judaico-Messiânicas

ou

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Caso você se depare com algum comentário explicitamente antissemita, não perca tempo respondendo ao autor. Qualquer tipo de manifestação pública de racismo, incluindo antissemitismo, é considerado crime no Brasil. Além disso, é proibido pela maioria dos sites noticiosos. Então, a primeira coisa a fazer é denunciar este comentário aos moderadores do site. Muitos têm botões específicos para este fim. Depois, veja se o comentário foi retirado. Caso não seja, envie o link da página para a Confederação Israelita do Brasil, que possui uma estrutura jurídica para lidar com estes casos. Saiba mais.


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